EUA removerão treinadores militares da Ucrânia, dizem fontes
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Por Idrees Ali
WASHINGTON (Reuters) - Cerca de 150 soldados norte-americanos da Guarda Nacional da Flórida que estão na Ucrânia para ajudar a treinar forças ucranianas estão deixando o país à medida que a ameaça de uma invasão russa aumenta, disseram duas autoridades norte-americanas à Reuters.
As autoridades, falando sob condição de anonimato, disseram que a decisão foi tomada depois que o Departamento de Estado ordenou que alguns funcionários da embaixada dos EUA na Ucrânia saíssem.
As autoridades disseram que ainda não estava claro onde as tropas seriam reposicionadas.
Não ficou imediatamente claro o que aconteceria com o pequeno número de forças de operações especiais dos EUA no país, disse um dos funcionários.
"A decisão foi tomada com muita cautela", disse o funcionário.
Austrália, Nova Zelândia, Alemanha e Holanda juntaram-se no sábado a países que pedem aos seus cidadãos que deixem a Ucrânia. Washington disse na sexta-feira que uma invasão russa, provavelmente começando com um ataque aéreo, pode ocorrer a qualquer momento.
Moscou contestou repetidamente a versão dos eventos de Washington, dizendo que reuniu mais de 100.000 soldados perto da fronteira ucraniana para manter sua própria segurança contra agressões de aliados da Otan.
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