Ações da China fecham em baixa com pressão de setores financeiro e imobiliário
![]()
O mercado acionário da China fechou em baixa nesta segunda-feira, pressionado pelas empresas dos setores financeiro e imobiliário, depois que o banco central disse que não usará o ramo imobiliário como um método de curto prazo para estimular a economia.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,08%, enquanto o índice de Xangai teve baixa de 0,98%.
O Banco do Povo da China vai atender às demandas razoáveis de financiamento da economia real ao mesmo tempo em que evita recorrer a um forte estímulo, disse o banco central do país em seu relatório de implementação do quarto trimestre.
O banco central também disse que vai conter riscos financeiros sistêmicos e não usará o setor imobiliário como um método de curto prazo para estimular a economia, o que provocou queda de 3,8% das incorporadoras.
As ações do setor financeiro perderam 3,2%.
. Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 2,23%, a 27.079 pontos.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 1,41%, a 24.556 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,98%, a 3.428 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 1,08%, a 4.551 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 1,57%, a 2.704 pontos.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 1,71%, a 17.997 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,23%, a 3.421 pontos.
. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,37%, a 7.243 pontos.
0 comentário
Suprema Corte dos EUA derruba tarifas e reacende expectativa de recuperação das exportações brasileiras de máquinas
Trump adverte sobre tarifas mais altas para países que "fizerem joguinhos" após decisão da Suprema Corte
Wall Street abre em baixa após incerteza sobre tarifas prejudicar apetite por risco
Ibovespa recua após recordes com política comercial dos EUA no radar; Telefônica Brasil sobe
China avalia decisão da Suprema Corte dos EUA sobre tarifas e diz que “disputa é prejudicial”
Estimativa para reconstrução da Ucrânia salta 12%, para US$588 bi, afirma Banco Mundial