PEC das Bondades não é eleitoreira e fiscal está forte, diz Guedes
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Se há fome no Brasil, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) das Bondades não é eleitoreira, disse nesta quarta-feira o ministro da Economia, Paulo Guedes, argumentando que a situação fiscal do país não será prejudicada pela aprovação do pacote.
Em declaração à imprensa após a revisão de projeções oficiais para a economia, Guedes disse que 57 bilhões de reais em arrecadação extraordinária do governo neste ano, com ganhos tributários e dividendos de estatais, serão suficientes para bancar exatamente o custo das medidas.
Ele explicou que os benefícios da PEC têm impacto de aproximadamente 41 bilhões de reais em 2022, além de 16 bilhões de reais para reduções de tributos sobre combustíveis.
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