Ações da China caem por preocupações econômicas e com Covid
![]()
As ações da China fecharam em baixa nesta sexta-feira em meio à preocupação com o aumento dos casos de Covid-19 e uma recuperação econômica lenta, enquanto as incorporadoras imobiliárias brilharam na semana por expectativas de apoio.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou com baixa de 0,69%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,59%.
O índice de Hong Kong Hang Seng, por sua vez, teve variação positiva de 0,05%.
Na semana, o CSI 300 caiu quase 1%, enquanto que o Hang Seng teve queda de 2%.
O mercado STAR, focado em tecnologia, caiu 3,3%, enquanto que os semicondutores e as empresas de nova energia perderam quase 3% cada um.
As preocupações com o aumento dos casos de Covid-19 se mantiveram. A China continental relatou 2.804 novos casos na quinta-feira, um pouco abaixo dos mais de 3.000 casos diários dos dois dias anteriores.
As incorporadoras imobiliárias saltaram 2,8% enquanto as empresas de energia ganharam 2,3%.
. Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,04%, a 28.930 pontos.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,05%, a 19.773 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,59%, a 3.258 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,69%, a 4.151 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,61%, a 2.492 pontos.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,08%, a 15.408 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,82%, a 3.246 pontos.
. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,02%, a 7.114 pontos.
0 comentário
Governo anuncia ajuda para setor aéreo e novas subvenções sobre diesel e GLP
Wall St fecha em alta conforme investidores pesam negociações e ameaças entre EUA e Irã
Dólar à vista fecha em baixa de 0,26%, a R$5,1467 na venda
Ibovespa tem alta tímida apoiada em Petrobras com investidor atento a ultimato dos EUA ao Irã
Governo da Venezuela e a oposição podem cooperar para proteger ativos dos EUA
Sociedade brasileira não tolera inflação e isso é positivo para o BC, diz Galípolo