Ações da China terminam em baixa, com foco em dados dos EUA e sinais de medidas de Pequim
![]()
XANGAI (Reuters) - As ações da China fecharam em queda nesta quarta-feira, acompanhando a fraqueza nos mercados asiáticos, com os investidores à espera de dados de inflação nos Estados Unidos e mais pistas sobre as medidas de estímulo de Pequim para ajudar a segunda maior economia do mundo.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou com queda de 0,64%, enquanto o índice de Xangai caiu 0,45%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, recuou 0,09%.
As ações asiáticas caíram com os mercados se preparando para o relatório do índice de preços ao consumidor nos EUA, enquanto um aumento no preço do petróleo alimentou a ansiedade sobre as pressões persistentes de preços, complicando as perspectivas para as taxas de juros.
As autoridades chinesas adotaram uma série de medidas nos últimos meses para estimular o sentimento dos investidores e reanimar o setor imobiliário, mas não conseguiram impulsionar um rali sustentado no mercado de ações.
. Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,21%, a 32.706 pontos.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,09%, a 18.009 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,45%, a 3.123 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,64%, a 3.736 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,07%, a 2.534 pontos.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,05%, a 16.581 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,14%, a 3.218 pontos.
. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,74%, a 7.153 pontos.
0 comentário
Wall Street fecha em alta com impulso do setor de tecnologia; investidores ficam de olho em Pequim
Dólar tem correção técnica e fecha abaixo de R$5,00 com cenário político ainda no foco
Ibovespa fecha em alta em dia de recuperação
Taxas dos DIs caem em sessão de ajustes após disparada na véspera por laços de Flávio com Vorcaro
Xi diz a Trump que desentedimento sobre Taiwan pode levar a uma situação "perigosa"
Banco do Brasil aposta em pessoa física para melhorar rentabilidade, com agro ainda pressionado