Bovespa recua 0,12% com cautela de investidor; dólar bate R$ 1,74

Publicado em 26/04/2010 16:31 245 exibições

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) oscila, sem firmar uma tendência definida, na rodada de negócios desta segunda-feira. Analistas apontam a expectativa pela reunião do Copom (que começa amanhã e termina quarta-feira) e pelo início da temporada de balanços no Brasil como fatores que afetam as decisões dos investidores. As Bolsas europeias fecharam em terreno positivo mas as Bolsas americanas operam com tendências mistas.

O Ibovespa, termômetro dos negócios da Bolsa paulista, tem leve queda de 0,12%, aos 2,49 pontos. O giro financeiro é de R$ 2,50 bilhões. Nos EUA, o índice Dow Jones (da Bolsa de Nova York) valoriza 0,16%; o índice mais amplo S&P500 cede 0,17%. Na Europa, a Bolsa de Londres subiu 0,52% no fechamento.

O dólar comercial é cotado por R$ 1,747, em um decréscimo de 0,85%. A taxa de risco-país marca 175 pontos, número 2,23% abaixo da pontuação anterior.

Entre as primeiras notícias do dia, o boletim Focus, elaborado pelo Banco Central, mostrou que a maioria dos economistas do setor financeiro voltou a elevar suas projeções para a inflação deste ano. O IPCA projetado para 2010 passou de 5,32% para 5,41%. A estimativa para a taxa Selic no final de ano também subiu: de 11,50% para 11,75%.

A balança comercial acumula um superavit de US$ 775 milhões até a quarta semana de abril, segundo o Ministério do Desenvolvimento. No ano, o saldo está positivo em US$ 1,667 bilhão, cifra quase 70% abaixo do desempenho registrado para o mesmo período de 2009.

No front corporativo, a americana Caterpillar (equipamentos de terraplanagem) anunciou um lucro de US$ 233 milhões, ou US$ 0,36 por ação, para o exercício do primeiro trimestre, revertendo o prejuízo do ano passado e superando as expectativas do setor financeiro.

Há apreensão em torno da reunião do Copom, que vai decidir nesta semana a nova taxa de juros do país (hoje em 8,75% ao ano). Há uma divisão entre aqueles que aguardam um ajuste para 9,25% ou 9,50%.

Fonte:
Folha Online

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