Em Chicago, soja em forte alta nesta terça devido à estiagem
Por volta das 15 horas, o bushel da soja subia 30 cents acima das cotações de abertura do pregão regular desta tarde de terça-feira. É uma subida forte, e, segundo analistas, a quebra na produtividade implica numa perda de produção e de redução nos estoques mundiais, que já estão baixos.
Como o dólar no Brasil está com cotação também em leve alta (R$ 1,86),
os níveis dos preços recomendam ao agricultor que esta tarde seria um
bom momento de fixar (vender) algum volume que ainda se encontra em suas
mãos (tanto no disponivel - na fazenda - ou nos silos das
cooperativas). Todavia, como a alta de hoje mostra que haverá sequencia
(raly), também recomenda-se aguardar um pouco mais, para quem
logicamente puder esperar...
Também produtores do Paraná e Mato Grosso do Sul continuam enviando relatos à redação do Notícias Agrícolas, demonstrando desespero com a seca sobre a safra de verão. É o segundo ano de atividade do fenômeno La Niña prejudicando a safra sul-americana. Ano passado, também nesta mesma época do ano, as chuvas concentraram-se por longo periodo sobre o centro-oeste (principalmente sobre o norte do Mato Grosso), e ficaram ausentes até meados de março no Sul do País.
1 comentário
Mercado da soja encerra semana sob pressão sazonal em Chicago e cautela com eleições e câmbio no Brasil
Plantio de soja de MT atinge 10,23% e mantém atraso inicial, diz Imea
Soja recua em Chicago nesta 6ª feira com farelo caindo mais de 1% e demanda chinesa ainda no radar
Soja sente tombo de Chicago nos portos, mas dólar e demanda chinesa amortecem pressão no Brasil
Soja 26/27: chuva aperta janela no RS e exige precisão no plantio; especialista aponta estratégias para proteger produtividade
Soja despenca mais de 15 pontos em Chicago com pressão dos derivados; dólar limita impacto no Brasil
Jose Donizete Camilo Boa Esperaça - PR
Sou agricultor em Boa Esperança, cidade proxima a campo Mourão no noroeste do parana,e realmente a situação das lavouras aqui na minha cidade e cidades da região é extremamente preocupante, já contabilizamos perdas em torno de 30 a 40 porcento nas lavouras de soja e entre 70 a 80 porcento nas lavouras de milho,existe produtores acionando seguradouras para que as mesmas liberem as areas para destruir as culturas existentes e assim aguardar a volta das chuvas para inciar o plantio do milho safrinha. Por tanto eu acredito que por estas situaçôes na regiâo sul do Brasil e demais regiôes da america do sul essa alta vista hoje na cbot vai se tornar regra.