Grãos voltam do feriado passando por correção técnica na CBOT

Publicado em 27/05/2014 07:43 e atualizado em 27/05/2014 09:03 2258 exibições

A soja voltou do feriado do Memorial Day, comemorado nesta segunda-feira (26) nos Estados Unidos, operando sem muita força na Bolsa de Chicago. No pregão eletrônico desta terça-feira (27), as posições mais negociadas da commodity registravam perdas de dois dígitos e o contrato julho/14, o mais negociado nesse momento, por volta das 9h (horário de Brasília), era cotado a US$ 14,99 por bushel, caindo 16 pontos.  

O mercado inicia a semana passando por uma correção técnica, segundo explicam analistas, depois das fortes altas registradas nos últimos dias, que levaram os preços aos melhores patamares em 11 meses. Ainda assim, a soja continua contando com os fundamentos positivos de oferta e demanda como a base de sustentação do mercado internacional. 

Nesta terça-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz dois novos boletins, sendo um dos embarques semanais, que sai durante a tarde e o andamento da sessão regular, e o de acompanhamento de safras, com a atualização do índice de área plantada da safra 2014/15 nos Estados Unidos, divulgado somente após o fechamento do mercado. 

Ainda no pregão de hoje, os futuros da oleaginosa deverão registrar o impacto dos números dos embarques, uma vez que o volume acumulado no ano já se aproxima da estimativa do USDA para toda a temporada, que só se encerra em agosto. 

Sobre a evolução da semeadura no país, já há especulações no mercado de que o clima mais seco e quente no Meio-Oeste norte-americano favoreceu os trabalhos de campo e permitiram uma boa evolução do plantio nos principais estados produtores. 

Com isso, de acordo com informações da agência internacional de notícias Bloomberg, os preços do milho e do trigo também recuam na Bolsa de Chicago nesta terça-feira, chegando aos menores níveis em 12 e 11 semanas, respectivamente.

A soja voltou do feriado do Memorial Day, comemorado nesta segunda-feira (26) nos Estados Unidos, operando sem muita força na Bolsa de Chicago. No pregão eletrônico desta terça-feira (27), as posições mais negociadas da commodity registravam perdas de dois dígitos e o contrato julho/14, o mais negociado nesse momento, valia US$ 15,03 por bushel. 

O mercado inicia a semana passando por uma correção técnica, segundo explicam analistas, depois das fortes altas registradas nos últimos dias, que levaram os preços aos melhores patamares em 11 meses. Ainda assim, a soja continua contando com os fundamentos positivos de oferta e demanda como a base de sustentação do mercado internacional. 

Nesta terça-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz dois novos boletins, sendo um dos embarques semanais, que sai durante a tarde e o andamento da sessão regular, e o de acompanhamento de safras, com a atualização do índice de área plantada da safra 2014/15 nos Estados Unidos, divulgado somente após o fechamento do mercado. 

Ainda no pregão de hoje, os futuros da oleaginosa deverão registrar o impacto dos números dos embarques, uma vez que o volume acumulado no ano já se aproxima da estimativa do USDA para toda a temporada, que só se encerra em agosto. 

Sobre a evolução da semeadura no país, já há especulações no mercado de que o clima mais seco e quente no Meio-Oeste norte-americano favoreceu os trabalhos de campo e permitiram uma boa evolução do plantio nos principais estados produtores. 

Com isso, de acordo com informações da agência internacional de notícias Bloomberg, os preços do milho e do trigo também recuam na Bolsa de Chicago nesta terça-feira, chegando aos menores níveis em 12 e 11 semanas, respectivamente.

Essas melhores condições climáticas vêm para compensar o atraso causado pelo frio e pela neve no início do plantio da safra 2014/15. Até o último dia 18, o plantio do milho estava concluído em 73% da área e os números de hoje podem mostrar que o processo está próximo de ser concluído. 

*As cotações apresentadas na página inicial do Notícias Agrícolas estão desatualizadas por conta de um problema técnico. Os ajustes estão sendo resolvido e logo os preços estarão atualizados. 

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Por:
Carla Mendes
Fonte:
Notícias Agrícolas

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