Soja volta a testar ligeiras altas em Chicago após boletim de estoques trimestrais do USDA

Publicado em 30/09/2016 13:31
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Na Bolsa de Chicago (CBOT), as cotações futuras da soja voltaram a exibir ligeiros ganhos ao longo do pregão desta sexta-feira (30). Por volta das 13h09 (horário de Brasília), as principais posições da commodity testavam valorizações entre 2,00 e 3,75 pontos. O vencimento novembro/16 era cotado a US$ 9,54 por bushel, enquanto o janeiro/17 trabalhava a US$ 9,59 por bushel.

O mercado voltou a exibir leves altas após o relatório de estoques trimestrais reportado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). No caso da soja, o número ficou em 5,36 milhões de toneladas na posição 1º de setembro, um aumento de 3% em relação ao mesmo período do ano anterior, de 5,2 milhões de toneladas. Porém, o número ficou ligeiramente abaixo da média das expectativas, de 5,5 milhões de toneladas.

Além disso, ainda hoje, o departamento reportou duas vendas de soja. A primeira de 118 mil toneladas para a China e a segunda, de 198 mil toneladas, para destinos desconhecidos. Ambos os volumes negociados deverão ser entregues na campanha de comercialização 2016/17.

Paralelamente, os investidores ainda observam o andamento da colheita das lavouras norte-americanas. Depois das chuvas recentes, o clima voltou a ficar mais seco no Meio-Oeste dos EUA. Com isso, o sentimento é que os produtores avançaram com os trabalhos nos campos, cenário que só será confirmado na próxima segunda-feira com a atualização dos números do USDA.

Enquanto isso, no Brasil, o preço da saca disponível no Porto de Rio Grande permanece estável em R$ 77,00. O valor futuro exibia leve queda, de 0,26%, com a saca a R$ 77,80.

Já o dólar, era cotado a R$ 3,2408 na venda, com queda de 0,45%, perto das 13,09 (horário de Brasília). Segundo dados do site G1, a moeda é influenciada pela  disputa entre comprados e vendidos para a formação da Ptax de final de mês e focado no leilão de linha que o Banco Central realiza no período da tarde.

Por: Fernanda Custódio
Fonte: Notícias Agrícolas

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