Com queda na CBOT e no dólar, soja recua mais de 1% no porto de Rio Grande nesta 6ª feira

Publicado em 10/03/2017 13:15 622 exibições

Em meio à queda nos preços na Bolsa de Chicago (CBOT) e a desvalorização do dólar, os valores da soja praticados nos porto de Rio Grande recuam mais de 1% nesta sexta-feira (10). A saca disponível é cotada a R$ 72,00, com perda de 1,37%, enquanto o valor futuro trabalha a R$ 73,50 e recuo de 1,34%.

No mercado internacional, as cotações seguem operando em campo negativo. Às 12h54 (horário de Brasília), as principais posições da commodity exibiam perdas entre 4,00 e 5,25 pontos. O vencimento março/17 era cotado a US$ 9,96 por bushel, ainda abaixo do importante patamar de US$ 10,00 por bushel. Já o maio/17 trabalha a US$ 10,05 por bushel.

As agências internacionais ainda destacam que os preços seguem pressionados pelas novas projeções trazidas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em seu reporte mensal de oferta e demanda. "O USDA fixando a safra do Brasil em 108 milhões de toneladas estabelece um tom de longo prazo de baixa quando o adicional está indo direto para o corredor de exportação", disse Joe Lardy na CHS Hedging.

Paralelamente, o departamento aumentou a participação do Brasil nas exportações à medida que reduziu as projeções para os embarques de soja dos EUA. "A maioria das pessoas supôs que o departamento iria aumentar as exportações norte-americanas e, portanto, veríamos uma redução nos estoques finais, mas isso foi na direção oposta", reportou Lardy ao site internacional Agrimoney.com.

Dólar

A moeda norte-americana opera com perda de mais de 1% no pregão desta sexta-feira (10). Por volta das 12h59 (horário de Brasília), o câmbio trabalhava a R$ 3,1566 na venda e queda de 1,19%.

Conforme dados da agência Reuters, o dólar recua após o reporte sobre o mercado de trabalho nos EUA que apontou uma alta na criação de vagas em fevereiro. Com o cenário, o sentimento é que o Federal Reserve, banco central americano, suba a taxa de juros do país já na próxima semana.

Por:
Fernanda Custódio
Fonte:
Notícias Agrícolas

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