Soja: Em Chicago, mercado trabalha com leves altas nesta manhã de 4ª feira

Publicado em 30/01/2019 09:15 e atualizado em 30/01/2019 17:07
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Os preços da soja trabalham com leves altas na manhã desta quarta-feira (30) na Bolsa de Chicago. As cotações, por volta de 8h45 (horário de Brasília), subiam entre 1 e 2,50 pontos nos principais vencimentos, com o março valendo US$ 9,19 e o maio US$ 9,33 por bushel. 

O mercado segue trabalhando, como explicou o consultor Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, no chamado "efeito serrote", testando ainda pequanas altas e baixas, mantendo os negócios equilibrados e em um intervalo curto de variações. 

As tímidas altas de hoje, afinal, corrigem parte das baixas observadas na sessão anterior. No entanto, os movimentos ainda são limitados e acabam por limitar, também, a atuação dos traders na CBOT. 

"Um cenário apático se alastra pelos bastidores do mercado aqui em Chicago. O volume de operações tem sido medíocre, com o baixo interesse da especulação na falta de novidades a serem compradas", explicam os analistas de mercado da ARC Mercosul. 

Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:

>> Soja: Apesar de ainda pontuais, negócios têm ritmo melhor nesta semana no Brasil

 

 

 

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Por: Carla Mendes
Fonte: Notícias Agrícolas

1 comentário

  • Liones Severo Porto Alegre - RS

    Desde há alguns anos venho alertando que os analistas da CBOT estavam vitimizando as operações de futuros/hedgers em persistentes chamadas de preços sempre baixistas, provocando a fuga dos investidores. Ora não existe mercado saudável com preços em uma única direção. Várias commission houses desapareceram nesse interim. Como se não bastasse, tentam em todos os anos chamadas de safras recordes, mesmo antes de serem plantadas, o que leva ao empobrecimento da produção agrícola através da depressão dos preços. Pior, serão os primeiros a perder seus empregos/funções. É muita incompetência acumulada através dos anos.

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    • ELCIO SAKAIVIANÓPOLIS - GO

      Liones, tire uma dúvida... Voce falou que há um congelamento das hidrovias dos U.S.A, pergunto, a soja exportada por este país virá apenas das áreas mais perto dos portos, ou tem a possibilidade da soja mais distante virem por trens e caminhões? Como a hidrovia tem frete mais barato, logo pra esse soja ser transportada por outros meios, isso somente ocorreria se essa soja compensasse com elevação de preços, correto? Como o preço da soja está barato é quase certeza que os U.S.A carregarão estoques elevados até o inicio da próxima safra, independente das exportações?

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    • LIONES SEVEROPORTO ALEGRE - RS

      Elcio, a distância média para os portos do golfo são 1.000 km, sendo que a logística de transporte é composta por 60% por hidrovia, 32% ferrovia e 8% por rodovia. O delta do Mississipi e o golfo do México (leste e oeste) possuem um grande número de terminais graneleiros -- sendo o maior escoadouro, principalmente de soja, milho e trigo. O 2º. complexo portuário é da costa oeste - PNW (Seattle), com mais de 1.000km e capacidade limitada, sendo a logística basicamente ferroviária/rodoviária e custo o dobro da logística para o Golfo. Tem portos nos grandes lagos e na costa atlântica mas com pequeno desempenho de embarques de graneis. O congelamento dos rios do meio-oeste impede que os terminais fluviais operem no carregamento das barcaças. De qualquer forma, neste inverno rigoroso, a capacidade da logística pode ficar bem reduzida. Atualmente os produtores americanos não vendem a soja por menos de us$ 11,00 por bushel, na combinação preço cbot + premio + mais bônus (trump) de us$ 1,65 por bushel. Os us$ 11,00 por bushel seria o parâmetro de preço para a soja no mercado mundial. abraços

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