Soja trabalha estável, testando leves baixas em Chicago nesta 4ª, após disparada da sessão anterior
![]()
Depois de altas de mais de 40 pontos na sessão anterior, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago apresentavam pequenas baixas de 1 a 5,25 pontos nos principais vencimentos na manhã desta quarta-feira (25). Perto de 7h40 (horário de Brasília), o novembro/21 tinha US$ 13,26 e o maio/22, US$ 13,36 por bushel. O mercado segue volátil e dividido entre os fundamentos e o mercado financeiro.
No cenário fundamental, atenção ao clima nos EUA para a conclusão da nova safra americana, mas com certa preocupação ainda sobre as lavouras depois da piora indicada pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Os mapas climáticos continuam indicando chuvas boas para o oeste do Corn Belt nos próximos sete dias, com bons volumes ainda sendo esperados para as Dakotas, Nebraska, Minnesota, Iowa e Wisconsin.
Veja no mapa abaixo:
![]()
Já no quadro macroeconômico, permanece a atenção sobre o dólar - com o index voltando a subir depois da baixas de ontem, e registrando alta de 0,16% na manhã de hoje - e ao comportamento das demais commodities diante do humor dos fundos investidores. O petróleo continua dá sequência às altas nesta quarta-feira no WTI e no brent, mas de forma mais contida do que na sessão anterior.
No complexo soja, recuam levemente os preços do óleo e do farelo negociados na Bolsa de Chicago. Na China, por outro lado, subiram os futuros de ambos na Bolsa de Dalian, bem como os de milho.
Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:
0 comentário
Soja volta a subir em Chicago nesta 3ª; demanda presente nos EUA contribui
Mapa da Soja: cerca de 83% das operações analisadas indicam o uso adequado do crédito rural para o cultivo financiado, mostra estudo inédito da Serasa Experian
Soja amplia perdas em Chicago nesta 3ª, pressionada por clima e perspectiva de oferta nos EUA
Soja perde até R$ 2/sc no mercado de portos nesta 2ª feira com baixas em Chicago de mais de 1%
Soja brasileira amplia papel estratégico na transição energética e reforça avanços em sustentabilidade
Soja/Cepea: Demanda firme leva Indicadores aos maiores patamares desde abril/23