Soja: Chicago dá sequência ao movimento de altas nesta 3ª, apesar de baixa no milho e trigo
![]()
Dessa vez na contra-mão de milho e trigo, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago continuam a subir na manhã desta terça-feira (1) e, por volta de 7h10 (horário de Brasília), os ganhos variavam entre 12 e 13,50 pontos nos principais contratos. Dessa forma, o novembro voltava a ser negociado a US$ 14,19 e o contrato maio - referência para a safra nova do Brasil - tinha US$ 14,47 por bushel.
O mercado dá sequência aos ganhos observados na sessão anterior, com apoio em previsões indicando, segundo analistas, geadas no sul do Brasil nestes próximos dias, podendo alcançar áreas de soja recém plantadas, e permanece sobre esse monitoramento constante sobre o clima na América do Sul para a continuidade do plantio.
Os traders também acompanham a colheita nos EUA e, de acordo com os números trazidos ontem pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), os trabalhos de campo avançaram ligeiramente menos do que o esperado. O reporte semanal do departamento americano indicou 88% da área colhida, contra 89% das expectativas do mercado.
Ainda sob atenção seguem ainda a movimentação da demanda, o mercado financeiro e a guerra, já que no sábado a Rússia anunciou sua saída do acordo que garantia o corredor de exportação de grãos pelos portos da Ucrânia e que valeria até o dia 22 de novembro. Ontem, o trigo subiu mais de 50 pontos e hoje já passa por uma realização de lucros.
Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:
0 comentário
Soja tem boas altas em Chicago nesta 5ª feira, mesmo com USDA trazendo poucas novidades
China compra mais 264 mil t de soja dos EUA em onda de 'aquisições políticas'; BR segue mais competitivo
Soja opera com cautela e leves baixas nesta 6ª feira, à espera dos novos números do USDA
Preços da soja permanecem firmes no BR, se equilibrando entre variáveis do mercado e apesar da baixa em Chicago
Apesar de fundamentos fortes, soja realiza lucros em Chicago e fecha 5ª feira com baixas de dois dígitos
China volta às compras de soja dos EUA, mas mercado vê movimento mais político do que comercial