Soja sobe em Chicago nesta 3ª feira, acompanhando ganhos generalizados das commodities
![]()
As commodities agrícolas voltaram a subir de forma generalizada nesta terça-feira (3) e os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago acompanham. Por volta de 7h40 (horário de Brasília), as cotações registravam ganhos de 5,25 a 6 pontos nos principais vencimentos, com o janeiro valendo US$ 9,91 e o maio a US$ 10,09 por bushel.
O mercado se ajusta após as recentes e consecutivas baixas, com os fundos recompondo parte de suas posições neste início de mês. No entanto, os fundamentos permanecem os mesmos e, segundo explicam analistas e consultores, os ganhos podem ser pontuais, também por influência de mercados vizinhos. O trigo subia quase 1% na manhã de hoje e o óleo, mais de 1,5%.
No mesmo momento, o dólar index perdia pouco mais de 0,1%, o que também ajudava o avanço das commodities em uma terça-feira que parece ser de um pouco mais de apetite ao risco por parte dos investidores.
Assim, permanecem as atenções sobre o bom desenvolvimento da safra 2024/25 na América do Sul, as condições de clima favoráveis e, de outro lado, uma boa demanda presente no mercado. Os chineses têm escalonado suas compras e olhando para as oportunidades que os preços vêm lhes oferecendo, entre Brasil e EUA.
Atenção ainda aos cenários geopolíticos e macroeconômicos, em especial antes da posse de Donald Trump em 20 de janeiro como novo presidente da maior economia do mundo.
Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:
0 comentário
Preços da soja têm semana mais curta, mas de preços subindo no Brasil e bom avanço das vendas com apoio do câmbio
Expectativa de compras chinesas sustenta altas para os futuros da soja em Chicago nesta quinta-feira
Soja amplia ganhos na Bolsa de Chicago com valorizações nesta quinta-feira
Produtos do esmagamento de soja ampliam diversificação de mercados e geração de valor na cadeia agroindustrial
Soja volta a subir em Chicago nesta 4ª feira e, combinada com alta do dólar, puxa preços no Brasil
Julho chega com "Weather Market" definitivo: Clima nos EUA assume o controle dos preços na Bolsa de Chicago