Soja: Movimento de queda continua em Chicago nesta 4ª feira, com mercado ainda sentindo ausência da China
![]()
Segue o recuo dos preços da soja na Bolsa de Chicago. Sem fundamentos que, até este momento, possa reverter o cenário de pressão, as baixas continuam a ser registradas nesta semana e, por volta de 7h05 (horário de Brasília) desta quarta-feira (1), as cotações perdiam de 5 a 5,50 pontos nos contratos mais negociados. Assim, o janeiro tinha US$ 10,14 e o maio, US$ 10,44 por bushel.
O quadro para a precificação da soja na CBOT continua a ser composto pelo plantio avançando no Brasil - embora neste momento algumas regiões voltem a preocupar pelo corte das chuvas - a colheita nos EUA e a ausência da China ainda assombrando o mercado norte-americano. A nação asiática não compra soja dos Estados Unidos desde maio deste ano.
Leia mais:
+ EUA: Apreensão é crescente entre produtores rurais com subsídio que ainda não tem data para chegar
Até que novas informações se apresentem com consistência, a pressão na CBOT continua, e o mercado aos poucos vai perdendo força diante, principalmente, da oferta nova chegando aos EUA.
Nesta quarta, o óleo de soja volta a subir e ajuda a dar algum suporte aos preços do grão, ao passo em que o farelo de soja volta a ceder e também exerce alguma pressão. E assim, o mercado vai seguindo confinado em patamares já também conhecidos.
Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:
0 comentário
Pátria: Plantio chega a 30,38% da área de soja no BR, ainda acima de 2025
Soja tem semana de pressão em Chicago e no Brasil, apesar do dólar, e negócios ficam bem mais limitados
Excesso de chuva exige atenção no plantio da soja
Aprosoja Tocantins acompanha início da safra e destaca força da soja no cotidiano
Do excesso à falta de água: irregularidade marca plantio da soja 26/27, que avança em ritmos diferentes pelo BR
Soja recua em Chicago nesta 6ª feira (16) com pressão dos derivados