Soja encerra pregão regular em Chicago com pequenas perdas e volta aos US$14 por bushel
Ontem o Departamento americano aumentou a estimativa de produção da oleaginosa no país de 83,17 de milhões para 83,96 milhões de toneladas e a oleaginosa despencou 30 pontos nos principais contratos.
Além do relatório do USDA a soja, assim como o milho e o trigo que também encerraram no vermelho, são pressionados pela alta do dólar que às 16h10 (horário de Brasília) era cotado a R$1,708. A moeda americana é puxada pelo temor do mercado de um calote da divida grega e um agravamento na situação econômica na zona do euro.
Os futuros do trigo estão também sob pressão das chuvas previstas para atingir as áreas de produção do cereal nos EUA, que estão muito secas.
Além das chuvas, o frio também deve castigar parte das lavouras nos EUA no Meio-Oeste americano a partir de amanhã. De acordo com o Agriculture.com, os termômetros podem encostar nos 0Cº em alguns pontos específicos, atuando com maior intensidade no leste das duas Dakotas, norte de Iowa, oeste de Wisconsin e em grande parte de Minnesota.
Este ano, o plantio da soja foi realizado com atraso devido a primavera chuvosa nos EUA. Assim, muitas lavouras ainda não estão em maturação e, para elas, o frio não deve ter grande impacto.
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