Soja continua movimento da semana e fecha sexta-feira em queda na CBOT

Publicado em 19/09/2011 07:44 290 exibições
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Esta análise refere-se ao pregão futuro de dezesseis de setembro de 2011. Nesta sexta-feira, as cotações futuras de soja relativas aos três primeiros vencimentos da Bolsa Mercantil de Chicago (CME) fecharam com perdas modestas, conforme a tabela acima. Essas cotações encerraram a sessão futura nesta sexta-feira pelo quinto dia consecutivo de baixa, dando continuidade à retração iniciada após os previsores oficiais do USDA terem inesperadamente aumentados os seus prognósticos norte-americanos relativos ao tamanho da safra nova (2011/2012) e à magnitude do respectivo estoque final. As perdas acumuladas em Chicago relativas ao vencimento futuro Novembro/2011 atingiram o total negativo de 5 % na semana encerrada nesta data e registraram também o total igualmente negativo de 7,5 %, a contar da cotação máxima dos últimos três anos atingida ao final de agosto último.

Algum suporte ensejou recuperação das cotações da oleaginosa no início da sessão desta sexta-feira, a partir de comentários de que o mercado futuro estaria até certo ponto excessivamente vendido e de outros comentários de que o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) poderá rever para baixo em seu relatório de outubro próximo a sua projeção relativa ao tamanho total da área de lavouras de soja norte-americana a ser brevemente colhida, naquele país.

Entretanto, perdas moderadas terminaram ocorrendo no pregão desta data, parte em função da influência negativa de pregões externos, como foi o caso do recuo dos preços futuros do petróleo (vide o segundo gráfico abaixo) e da alta do Índice do Dólar (vide o terceiro gráfico abaixo). A esses fatores baixistas, foi também acrescentada a continuada liquidação de posições especulativas compradas de parte de fundos. Outro fator negativo consistiu no comentário de que a China nesta semana comprou soja da Argentina, ou seja, em época do ano em que já deveria estar adquirindo intensamente a oleaginosa dos EUA e não da América do Sul.

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Fonte:
SojaNet

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