Açúcar: Perdas leves a moderadas em NY e Londres nesta tarde de 5ª

Publicado em 22/07/2021 12:11 96 exibições
Dia é marcado por realização de lucros; expectativas para 1ª quinzena de julho são de menor produção de açúcar no CS

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As cotações futuras do açúcar operam com perdas leves a moderadas nesta tarde de quinta-feira (22) nas bolsas de Nova York e Londres. O mercado registra movimento de realização de lucros depois de alta expressiva na sessão anterior.

Por volta das 12h (horário de Brasília), o açúcar bruto tinha desvalorização de 0,28%, negociado a US$ 17,62 c/lb na Bolsa de Nova York. Enquanto que o tipo branco cotado em Londres registrava perda de 0,87%, a US$ 446,60 a tonelada.

Na sessão anterior, o mercado futuro do adoçante avançou com força nas bolsas externas ainda acompanhando alguma atenção ao cenário de frio nas áreas produtoras do Brasil, já que os impactos ainda podem aparecer nos próximos dias, e financeiro.

Nesta sessão, porém, ajustes são vistos. "Embora as geadas tenham atingido áreas de cana no Brasil, um grande produtor de açúcar, acredita-se que elas tenham causado um impacto mínimo na cana, pois elas já haviam sido colhidas", reportou a Reuters.

Apesar de queda no mercado, as expectativas para a primeira quinzena de julho são de queda de 2,6% no comparativo anual na produção de açúcar, 2,951 milhões de toneladas, segundo levantamento da S&P Global Platts com 10 analistas.

A produção total de etanol deve ser de 2,10 bilhões de litros, com alta de 3,0% em relação ao ano anterior.

Além disso, a demanda pelo açúcar brasileiro parece ter ficado mais firme nos últimos dias. O line-up do país, programação de embarques pelos portos, registrava 1,67 milhão de t na semana até o dia 21 de julho, sobre 1,62 milhão de t na semana anterior.

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) reporta os dados oficiais nos próximos dias.

No financeiro, esta quinta-feira é marcada por valorização leve do dólar sobre o real brasileiro, o que tende a encorajar as exportações, mas pesa sobre os preços externos. Positivamente, há o petróleo como suporte para as cotações do açúcar.

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Por:
Jhonatas Simião
Fonte:
Notícias Agrícolas

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