Açúcar reduz perdas, mas segue em baixa nesta tarde de 2ª em NY e Londres
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As cotações futuras do açúcar operavam com perdas moderadas nesta tarde de segunda-feira (11) nas bolsas de Nova York e Londres, apesar de caírem mais forte pela manhã. O mercado acompanha as oscilações do petróleo, além das origens.
Às 12h17 (horário de Brasília), o açúcar do tipo bruto tinha queda de 0,69% na Bolsa de Nova York, a 20,27 cents/lb. Já no terminal de Londres, o tipo branco registrava desvalorização de 0,38%, negociado a US$ 549,20 a tonelada.
O mercado do petróleo despencava no exterior devido aos planos de liberação de volumes recordes e derivados de estoques estratégicos de alguns países produtores, incluindo os EUA, e aos contínuos bloqueios por coronavírus na China.
As oscilações do petróleo impactam diretamente na decisão das usinas sobre o mix.
A colheita da safra 2022/23 do Centro-Sul do Brasil começou oficialmente neste mês de abril. Com isso, as primeiras informações sobre a nova temporada começam a ser divulgadas e os primeiros resultados não animaram o mercado.
Inicialmente, as expectativas eram positivas para a nova temporada do Brasil de cana.
As origens asiáticas também estão no foco dos operadores de mercado. A Índia pode exportar um recorde de 9 milhões de toneladas de açúcar no ano comercial de 2021/22, já que a produção deve saltar para um recorde de 35 milhões de t.
Até agora, segundo a agência de notícias Reuters, as usinas indianas assinaram contratos para exportar 7,4 milhões de t de açúcar na atual campanha de comercialização que termina em 30 de setembro.
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