Açúcar inicia primeira sessão de 2023 com perdas nas bolsas de NY e Londres
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Os contratos futuros do açúcar operam com perdas nas bolsas de Nova York e Londres nesta manhã de segunda-feira (03), primeira sessão de 2023. O mercado segue o petróleo, além de seguir as informações de safra positiva nas origens.
Por volta das 08h28 (horário de Brasília), o açúcar do tipo bruto tinha desvalorização de 0,70% no principal contrato na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), a 19,90 cents/lb. Já no terminal de Londres a baixa era de 1,23%, a US$ 547,60 a tonelada.
O mercado do petróleo caía cerca de 1% nas bolsas externas nesta manhã de segunda-feira e pressionava o adoçante, já que as oscilações do óleo têm influência sobre todos os produtos de energia. Além disso, há atenção para as origens.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) trouxe nos últimos dias que espera na safra 2022/23 do Brasil uma moagem de cana de 598,3 milhões de toneladas, um crescimento de 4,4% ante o levantamento anterior e também do ciclo passado.
A consultoria Datagro estimou também que a safra 2023/24 de cana do Centro-Sul deve subir para 590 milhões de toneladas. Ambas as últimas safras de cana-de-açúcar do Brasil devem dar suporte importante para um estimado superávit global de açúcar.
Além disso, ajustes técnicos também são vistos no mercado do adoçante, já que o acumulado de 2022 foi marcado por alta de cerca de 7% nos terminais.
Veja como fechou o mercado na última sessão:
» Açúcar fecha ano com alta acumulada de cerca de 7%, apesar de recuo nesta 6ª
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