Açúcar inicia a semana em alta com apoio da demanda chinesa e valorização do real
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Os preços do açúcar fecharam em alta nesta segunda-feira (data), revertendo parte das perdas observadas na semana anterior, quando o foco dos mercados esteve nas projeções de maior oferta global do adoçante. Desta vez, sinais de demanda aquecida e a valorização do real frente ao dólar impulsionaram as cotações nas bolsas de Nova Iorque e Londres.
Em Nova Iorque, o contrato março/26 avançou 1,4%, cotado a 15,72 cents/lbp, enquanto o maio/26 subiu 1,5%, para 15,21 cents/lbp. Os vencimentos julho/26 e outubro/26 registraram ganhos de 1,4% e 1,3%, respectivamente.
Na Bolsa de Londres, o movimento também foi positivo. O contrato dezembro/25 encerrou o pregão com alta de 1,8%, negociado a US$ 446,90 por tonelada. O março/26 subiu 1,7%, o maio/26 avançou 1,6% e o agosto/26 ganhou 1,5%.
De acordo com o Barchart, a valorização do real e a forte demanda por açúcar da China foram os principais fatores de sustentação dos preços. O real (^USDBRL) atingiu a maior alta em uma semana em relação ao dólar, reduzindo o incentivo para as vendas externas dos produtores brasileiros.
Além disso, as importações chinesas de açúcar somaram 550 mil toneladas em setembro, um aumento de 36% em relação ao mesmo mês do ano anterior, reforçando a percepção de firmeza na demanda global pelo adoçante.
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