Açúcar recua em NY e Londres com avanço da produção indiana

Publicado em 20/01/2026 16:29
Cotações perderam mais de 1% nesta 3ª feira (20)

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Os preços do açúcar fecharam em queda nas bolsas de Nova Iorque e Londres nesta terça-feira (20), pressionados por novas informações de aumento da produção na Índia. Dados divulgados pela Associação Indiana de Usinas de Açúcar (ISMA) mostraram que a produção do país entre 1º de outubro e 15 de janeiro somou 15,9 milhões de toneladas, volume 22% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior, reforçando a percepção de maior oferta no mercado internacional.

Na Bolsa de Nova Iorque, os contratos acompanharam o movimento negativo. O março/26 recuou 0,24 cent (-1,60%) e encerrou o pregão a 14,72 cents/lbp. O maio/26 caiu 0,20 cent (-1,38%), com fechamento a 14,34 cents/lbp. O julho/26 registrou perda de 0,19 cent (-1,31%), cotado a 14,35 cents/lbp, enquanto o outubro/26 teve baixa de 0,18 cent (-1,21%), encerrando a 14,65 cents/lbp.

Em Londres, os preços do açúcar branco também operaram em queda. O contrato março/26 caiu US$ 5,30 (-1,24%) e fechou a US$ 422,50 por tonelada. O maio/26 perdeu US$ 4,80 (-1,13%), encerrando a US$ 421,60 por tonelada. O agosto/26 recuou US$ 4,50 (-1,07%), para US$ 417,10 por tonelada, enquanto o outubro/26 caiu US$ 4,60 (-1,10%), com fechamento a US$ 415,10 por tonelada.

Os sinais de maior produção indiana seguem como fator negativo para as cotações. Em novembro, a ISMA já havia elevado sua estimativa para a produção de açúcar da Índia na safra 2025/26 para 31 milhões de toneladas, acima da previsão anterior de 30 milhões de toneladas e representando um aumento de 18,8% em relação ao ciclo anterior.

Além disso, o mercado acompanha as discussões sobre possíveis exportações adicionais do país. Segundo declarações do secretário de alimentação da Índia, o governo pode autorizar novos volumes de exportação como forma de reduzir o excesso de oferta no mercado interno, o que reforça a pressão sobre os preços do açúcar no cenário internacional.

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Fonte:
Notícias Agrícolas

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