USDA: Vendas semanais de soja da safra 2015/16 dos EUA passam de 800 mil t e superam expectativas

Publicado em 16/06/2016 09:53
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O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe, nesta quinta-feira (16), seu novo reporte semanal de vendas para exportação com fortes números para a soja e derivados. 

Na semana encerrada no último dia 9 de junho, as vendas norte-americanas da oleaginosa da safra 2015/16 somaram 816,4 mil toneladas, superando em 8% o volume da semana anterior e em 57% a média das últimas quatro semanas. O total ficou ainda bem acima das expectativas do mercado, que esperavam algo entre 400 mil e 600 mil toneladas, e os principais compradores foram destinos não revelados. Da safra 2016/17 foram vendidas 768 mil toneladas, com a China como principal destino. O total fica dentro das projeções dos traders, as quais variavam entre 600 mil e 800 mil toneladas. 

Já as vendas semanais de milho da safra velha dos EUA totalizaram 909,7 mil toneladas, sendo 39% menos do que na semana anterior e 36% em relação à media das quatro semanas anteriores. O volume, que teve o Japão como maior comprador, ficou dentro das expectativas de 900 mil a 1,2 milhão de toneladas. Do produto da nova temporada norte-americana foram vendidas apenas 178,7 mil toneladas, a maior parte para compradores não revelados, e abaixo do intervalo esperado de 200 mil a 400 mil toneladas. 

Derivados de Soja

As vendas de farelo de soja dos Estados Unidos e subiram 91% em relação à semana anterior e totalizaram 84,4 mil toneladas. Em relação à média mensal, porém, foi registrado uma baixa de 5%. O principal destino do derivado foi Honduras. No caso da safra 2016/17, as vendas foram ainda mais fortes e somaram 108,5 mil toneladas - maior parte para a Tailândia. No entanto, o volume caiu 69% em relação à semana anterior e 60% se comparado à média das últimas quatro. 

Os EUA venderam ainda, na semana encerrada em 9 de junho, 13,8 mil toneladas de óleo de soja da safra 2015/16, 5% a menos do que na semana anterior e 70% em relação à média do último mês. A Venezuela, neste caso, foi o maior comprador do derivado. 

Por: Carla Mendes
Fonte: Notícias Agrícolas

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