No algodão, estamos dando de 2 x 0 nos americanos... graças ao capricho e à certificação

Publicado em 18/07/2018 15:03 e atualizado em 19/07/2018 11:48
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Abrapa diz que superação começou com adoção de boas práticas ambientais, trabalhistas e econômica

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No algodão, estamos dando de 2 x 0 nos americanos... graças ao capricho e à certificação

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Quanto mais avança a colheita do algodão tanto no Brasil Cenral, mais se observa que as médias de produtividade estão realmente magnificas, superando, em alguns casos, as médias da safra passada.Todos os trabalhos de campo --como colheita e tratos culturais -- estão sendo realizados sem grandes transtornos.

Com o iavanço da colheita da safra de algodão, Arlindo Moura, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), destaca, em entrevista ao Notícias Agrícolas, que os produtores estão obtendo lucro com a utilização de boas práticas de manejo.

Com o mesmo custo, muitos estão conseguindo colher mais arrobas por hectare. O levantamento da safra 2016/17 mostrou que os produtores associados e certificados tiveram uma produtividade 13% maior do que os produtores que não estão nessas condições.

Moura salienta que a propriedade certificada, sem dúvidas, ganha mais. O investimento para iniciar é um pouco maior, mas logo é compensado, com um retorno de 7 a 8 vezes maior na receita do que no custo.

Hoje, 79% dos produtores brasileiros têm certificação internacional e 81% possuem a certificação brasileira. Para obtê-la, é preciso ter 90% de assertividade, ao menos, nos termos ambientais, sociais e econômicos.

Para o presidente, é possível aplicar esse mesmo método em todas as propriedades com a "disposição de fazer a coisa certa". "É isso que define a vontade de trabalhar certificado ou não", aponta.

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Por: João Batista Olivi e Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

1 comentário

  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

    Sr JOÃO BATISTA... Bom dia!
    Estamos a poucos dias das convenções partidárias dos partidos políticos.
    Vejo que o Sr. está correndo como nunca para manter a classe do produtor rural com a moral alta, participando de vários eventos para levar a informação "positiva" ao homem do campo. Mas, sinto que há um silêncio, quanto aquele desafio lançado por um velho matuto.
    QUANDO O SENHOR VAI REPRESENTAR A CLASSE NO SENADO FEDERAL, NÃO ESTÁ NA HORA?

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