ENTREVISTA: Confira a entrevista com Luiz Henrique Uaquim da Silva - Pres. Assoc. Pequenos Agricultores de Ilhéus/BA

Publicado em 13/08/2012 15:33 618 exibições
Terras indígenas: Cerca de 400 pequenos produtores rurais ocupam o aeroporto de Ilhéus-BA. Manifestação é contra desapropriação de terras em favor de nova etnia descendente dos tupinambás. Se houver a criação dessa nova reserva, 24 mil pequenos produtores correm o risco de perder suas terras.

1 comentário

  • Aldiney Rezende Dante Machado Ilhéus - BA

    Contra fatos não há argumentos. Se realmente fosse verdade em que a maioria dos afetados fosse índios, certamente não haveria conflito e contradições. Vemos denúncias claras e comprovadas dos atos criminosos. Índio, mesmo autodeclarados, não faz isso. Só aqueles que não têm tempo para trabalhar com a terra e cultuar suas tradições, desrespeitando os que "dizem" também serem índios; incluindo os de oitenta anos ou mais, que, estão vivendo de favor nas cidades depois de expulsos por não aceitarem imposições de seus ditos parentes do lado do mal.A desinformação é tamanha que, mesmo que o latifúndio desempregue e concentre recursos financeiros no campo, a agricultura familiar é a que mantém tantos indígenas "puros" quanto camponeses e a variedade de alimentos nas cidades; sem contar que a galinha, o porco e o gado criados por pequenos produtores, estão interligados pela necessidade da produção de soja, milho, algodão... daqueles latifundiários. A propaganda de prosperidade no passado recente vira a logomarca de destruidores da natureza. Aliás, qual a posição do IBAMA quanto à necessidade da pesca e caça pelo modo "tradicional" do índio em viver no campo, já que, segundo o próprio IBGE 2012, os índios urbanizados estão se ruralizando como seus antepassados. Como conseguirão caçar? Se para ser índio hoje em dia não se precisa viver no campo, por que precisam de tanta terra? Já que como brasileiros legítimos, ninguém impediria manter sua cultura em qualquer região que fosse; além de usufruir das tecnologias e conforto do modo capitalista de ser. Obrigado.

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