O Centro-Oeste do Paraná e as três safras por ano

Publicado em 17/11/2016 10:41 e atualizado em 17/11/2016 13:15
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Paraná e as três safras por ano
Confira a entrevista com José Carlos Braciforte - Engenheiro Agrônomo Coagru

A cidade de Ubiratã, no centro-oeste do Paraná, possui 500m de altitude e um clima que permite a muitos produtores a realizar três safras sequenciais - soja, milho e trigo - sem irrigação.

De acordo com José Carlos Braciforte, engenheiro agrônomo da Cooperativa Agroindustrial União (Coagru), este sistema começou em 2007 e, a partir de 2010, se tornou uma constante para muitas áreas. Dos 53 mil hectares do município, em torno de 20 mil hectares trabalham com esse sistema, representando 40% da área.

O sistema é sequencial: a soja é plantada em setembro, o milho, em janeiro e o trigo entre os meses de maio e junho. "Tem se obtido boas produtividades e isso também tem movimentado a economia", afirma Braciforte, lembrando que os produtores entram três vezes no mercado para financiar, comprar insumos e contratar mão-de-obra.

Além disso, o plantio do trigo anterior ao plantio da soja oferece uma cobertura ao solo que também dificulta o surgimento de plantas daninhas. Ele lembra, portanto, que esta não é uma atividade recomendada para todas as áreas: precisa ter clima.

Isso é porque, na região, as chuvas começam entre agosto e setembro, o que permite o início do plantio da soja entre 15 a 20 de setembro. Os produtores também utilizam cultivares precoces adaptadas, o que exige bastante planejamento. Além disso, a estrutura é um fator muito importante, já que na maioria dos casos, o plantio do próximo cultivo começa logo após a colheita do outro.

Devido ao atraso de alguns cultivos, alguns produtores chegam a realizar cinco safras em dois anos - em um ano, realiza as três, deixando duas para o próximo. "Tudo depende do atraso ou não do plantio", explica.

Para o produtor que deseja seguir essa técnica, o engenheiro agrônomo aconselha ter um bom planejamento, consultando assistentes técnicos sobre os materiais precoces que se adaptam para a região e, sobretudo, o clima, "pois para três safras não pode ter atraso na colheita e no plantio", diz.

 

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Por: João Batista Olivi e Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

11 comentários

  • Claudiney Demarco Mamborê - PR

    é uma pena mesmo mas pelo geito quem c cala consente falan em tanto respeita o meio anbiente q mesmo os q devião dar ezenplo estan acabando com a segurança dos alimentos faço a sequinte pergunta vc ai q deseca milhop safrinha sem ter o produto com o registro para iso vc comeria este milho c poe no lugar dequele granjeiro q da para seus animais este milho como fica cade o povo da seab agora cade sumiran tudo cade os entendido tais agronomos vem a publico e falan q tem registro então pelo menos mas não vcs achan q eles vam por o dele na reta nunca né

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  • Paulo Gilberto Lunardelli CAMPINA DA LAGOA - PR

    O mercado de feijão é muito volátil...., uma importante reguladora do preços era a Conab, que não está atuando para regular o mercado, com o descaso dos Governos passados.

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    • Rodrigo Antonio Noro Ipiranga do norte - MT

      conab é outro golpe do governo

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  • Bruno Claudiano Moreira Anahy - PR

    As opiniões devem ser respeitadas, porém, fundamentadas. Já se imaginou 40.000 hectares de feijão em detrimento ao milho. Como ficaria o mercado?

    A idéia deveria ser seguida não a de cultivo das 3 safras, mas sim a da inovação..., num país onde o domínio da cultura é a corrupção, seja ela no alto escalão, ou naquele "cafezinho" pago ao perito do seguro rural, idéias inovadoras devem ser aplaudidas, copiadas e melhoradas nos pontos que acreditamos ser falhos..., isso se chama evolução..., senão, continuaremos o extrativismo ilícito de araucárias..., quanto ao senhor da bolachinha se lembre que, além do possível paraquat, existem corantes, conservantes, acidulantes, a embalagem, o formol e a soda caustica do leite, etc.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Bruno, não devemos nos esquecermos que o Brasil produz trigo suficiente para menos da metade do consumo do país. Sob quais condições esses trigos importados são produzidos em seu país de origem? Muitos sais (agroquímicos) que são proibidos aqui no Brasil, são liberados nos países vizinhos como Paraguai e Argentina.

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    • beto palotina - PR

      Irporta trigo sai 3% agora os agroquimicos sao proibidos ou os xiru vem compra aqui no brasil

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  • Luiz Fernando Ehlers Cidade Gauchá - PR

    E um feijão no lugar do milho? Ah esqueci, feijão não da lucro pra cooperativa!

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  • Paulo Eliany Vendramini Ubiratã - PR

    Quando alguém faz algo diferente, claro que muitas críticas serão feitas..., lembro-me dos anos 90 quando vários agricultores começaram a plantar o "Milho Safrinha" muitos foram contra..., pois é, hoje tem até financiamiento e até estão querendo mudar o nome para "Milho Segunda Safra". Uma coisa é certa o produtor não rasga dinheiro, e se estão fazendo é porque alguma vantagem existe. Só o tempo dirá.

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    • Robson Demarco Ubiratã - PR

      Isso ai Paulinho??. Se não podemos fazer mais soja-soja-trigo, podemos fazer soja-milho-trigo ou soja-milho-aveia. O importante é que nossa região é capaz sim de fazer a terceira safra, isso é fato noticiado. Uma coisa é que sempre havera criticos e insatisfeitos.

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    • Robson Demarco Ubiratã - PR

      Isso ai Paulinho!!*

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    • nilo otavio baqueta Mamborê - PR

      Cara ninguém ta criticando de fazer 3 safras, vcs façam qtas safras quiserem 3, 4, 5 se ta dando lucro vai enfrente, o que estou criticando é uso ecessivo de paraquate que causa tanto mau a saúde de todos, é usado para dessecar o soja, o milho e o trigo e é feito totalmente numa desordem, eu sei que vão dizer a mais eu não uso e meu vizinho passa. Se não partir de nós mesmo a iniciativa nunca mudaremos nada nesse país. Se lembre disso qdo for ha um supermercado com seus filhos e eles querem comprar aquela bolacha, biscoito, feito com trigo dessecado com paraquate

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    • Daniele Moura Adeilson Souza Juranda - PR

      Nilo larga de ser idiota, se fizesse tanto mal assim já não estaria vendendo, e paraquat eh proibido para dessecação do trigo, basta a adapar fazer a parte dela e ir atras de quem passa esses produtos, e usar esses agrotóxicos de forma eficaz e segura. E basta de ignorância pois sem produtos químicos não vivemos e não alimentamos o mundo, faz o seguinte arrende sua terra e para de falar asneira.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Daniele, dá um tempo, o Nilo não foi mal educado com ninguém, e olhe que detesto tá falando isso, mas não dá mais. Esse espaço foi feito para trocarmos idéias, debatermos, falar que os argumentos dos contrários estão errados, mas parece que todo mundo quer ser bonitinho aqui, ganhar no grito, no xingamento, isso aí é só uma opinião pessoal, você conhece aquele ditado, "não concordo com nada do que você diz mas defenderei até a morte o direito tem de dize-lo". Você poderia defender dizendo que ele está generalizando, que os produtores não são os monstros que ele pinta e que o sonho de todo produtor seria poder realizar tres safras em um ano, mas não voce o chama de idiota logo de cara, é um baita argumento e depois tem coragem de dizer o que o sujeito deve fazer da vida dele por causa de uma opinião que ele tem e que você não concorda? Pense nisso.

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    • Rozileide Morguete Asman ubirata - PR

      A titulo de informação, o produto que tem registro para dessecar trigo é o glufosinato -sal de amônio.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Vou colocar uns gravetinhos nessa fogueira... Daniele, você disse que se o Paraquat fizesse tanto mal assim não estaria sendo vendido. Veja como ideias simplistas são demasiadamente perigosas. Porque falo isso? Não sei qual é sua idade, mas os mais vividos, lembram-se da liberação de vendas dos inseticidas organoclorados (BHC, DDT) em solo brasileiro e, algumas décadas antes eles já tinham sido proibidos sua comercialização nos países desenvolvidos. Não devemos nos esquecer de que os princípios ativos desses agroquímicos, já tinham sido comprovados através de testes, seus efeitos cancerígenos e, o período que eles permanecem ativos no ambiente é de até 4 décadas. Acho que estamos ainda absorvendo algumas moléculas desses inseticidas que foram aplicados em tempos passados, mas isso é só uma interrogação, pois exames desse tipo têm custos altos e, nossos órgãos de fiscalização têm seus orçamentos apertados. Esse é só um exemplo clássico de como funcionam os interesses globais.

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    • nilo otavio baqueta Mamborê - PR

      Daniele vc não entendeu o que eu quis dizer não falei que o paraquat faz mau a saúde quando usado de forma racional, mas quando usamos paraquat em todas nossas culturas como se fosse uma cousa normal estamos prejudicando toda uma população inclusive nos mesmo e gerações futuras, enquanto ao rapaz que falou do leite com soda e aromatizantes e tudo essas cousas é verdade vc esta certo mais cada um faz sua parte como disse não uso paraquat mais meu vizinho usa,, isso que o mau do cidadão todo xinga e esbravessa, mais ninguém da o primeiro passo

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    • nilo otavio baqueta Mamborê - PR

      A Daniele entrei no chat para dar minha opinião que creio que esse o intuito, agora EDUCACAO não ha dinheiro e nem fazenda que se compre e nem se arrenda ok

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    • Fernando Engler Palotina - PR

      Paulo Rensi, como você mesmo disse, as ideias simplistas são demasiadamente perigosas... Veja só... BHC e DDT não foram proibidos por se provarem cancerígenos... Eles não respeitaram uma das 3 regras básicas para se liberar um agrotóxico (não podem ser mutagênicos, não podem ser carcinogênicos e não podem acumular na cadeia alimentar)... Estes compostos citados acumulam na cadeia alimentar, e só isso... Nunca se conseguiu provar algo a respeito de seu risco à saúde humana, tanto que "brotam" no leite materno até hoje e ninguém fica doente por isso... Agora, a questão fundamental para estes compostos terem sido proibidos é porque eles perderam as patentes... As empresas que os desenvolveram não poderiam mais explorar os usuários com preços abusivos, aí lançaram produtos mais "modernos" e iniciaram uma campanha pela proibição dos organoclorados pelo mundo.. E olhe que coisa, hoje a FAO recomenda o uso do DDT para controle de insetos vetores de doenças infectocontagiosas (malária, dengue, zika, chicungunha)... O paraquat, o glifosato e o 2,4-D estão passando pelo mesmo processo... Uma vez que suas patentes estão perdidas, as empresas estão buscando produtos alternativos para poderem os proibir e voltar a cobrar gordas quantias das novas moléculas... Espera o "enlist" sair no mercado e o movimento de proibição do 2,4-D ganhar força e vai lembrar disso...

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      He! He! (risos). Obrigado pela correção... Reitero que o FALA PRODUTOR é cultura !!! Não vou polemizar, mas há algumas correntes que citam o efeito cancerígeno, inclusive nas bulas dos mesmos, acho que tem a citação... Não me lembro, mas no final do meu comentário citei: ... Esse é só um exemplo clássico de como funcionam os interesses globais. No caso a FAO optou pelo uso dessas moléculas, pois não há no mercado outra opção. Você já conversou com algum agente de combate a Dengue? Pergunte pra ele se aquele pozinho que ele usa para colocar em águas paradas não faz mal a ele. Já conversei com alguns e, eles me informaram que de tempos em tempos, eles fazem exame de sangue e, de vez em quando algum deles é afastado por um tempo do serviço. Eu não me lembro da molécula do pozinho, mas na época pesquisei e, de fato, a bula citava o perigo de provocar câncer.... SÃO OS INTERESSES GLOBAIS !!! Morrem alguns, mas salvam-se milhares ....

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Desculpe-me, mas estou meio inspirado hoje... Você citou o controle de insetos vetores de doenças infectocontagiosas. Aqui onde moro, quando é confirmado caso de dengue em algum setor da cidade, fazem a aplicação com nebulizador do inseticida. Engraçado que a pessoa que opera o nebulizador parece um ET com o EPI, mas os transeuntes são expostos aquela névoa salvadora... NÃO É UMA PIADA ???

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    • Paulo Gilberto Lunardelli CAMPINA DA LAGOA - PR

      As terceira safra em nossa região já é uma realidade, temos que respeitar a opinião e os costumes dos nossos amigos e visinhos do município de Mamborê, que plantam soja um pouco mais tarde que os demais municípios, por uma questão de costume e também pelo solo que é arenoso.

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  • Paulo Gilberto Lunardelli CAMPINA DA LAGOA - PR

    Parabéns Braciforte, pela brilhante entrevista..., a TERCEIRA SAFRA "sem necessidade de irrigação" em nossa região (Campina, Ubiratã, Juranda, Quarto Centenário e Campo Mourão), está se consolidando com a soja safrinha. O Plantio de trigo sobre a palhada de milho é inviável, e também o ciclo da cultura é interrompido (com dessecações antecipadas). Soja verão (110 à 120 dias), soja safrinha (90 à 100 dias), trigo (120 à 140 dias), aí sim era viável a terceira safra. Trigo sobre milho safrinha, é pura bucha.

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  • Claudiney Demarco Mamborê - PR

    A pergunta vai fica no ar: pelo jeito mesmo todo mundo sabe que, por enquanto, não tem registro nem um de dessecante para milho... tudo q usaram até o momento é ilegal (sem registro) para a cultura do milho safrinha... pergunto, ainda cade a responsabilidade da segurança alimentar??... fica a pergunta.

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    • Rozileide Morguete Asman ubirata - PR

      Prezado Sr. Claudiney Demarco, por favor verifique a bula dos dessecantes a base de paraquate, pois os mesmos possuem recomendação como dessecantes da cultura do milho.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Parabéns Rozileide, boa e pertinente observação, aliás é o tipo de afirmação categórica que enriquece a troca de idéias no Noticias Agricolas.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Idéias e informações.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      He! He! (risos). Diante dessas discussões dá para se imaginar como funciona o comércio desses produtos. Segundo as normas, toda a venda desses produtos deve ser efetuada após a emissão de um receituário agronômico. Subentende-se que técnico fez uma avaliação in loco e, optou por esses procedimentos, mas ... É ASSIM QUE FUNCIONA ???... He! He! (risos mais uma vez). Não precisa responder... É só uma pergunta fora de hora !!!

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      No inicio do 1º governo Lula, o RS já plantava quase metade da área de soja do estado com sementes de soja transgênica contrabandeada da Argentina, atente para o detalhe, estou falando da metade da área do estado. É lógico que as vendas de glifosato acompanharam esse aumento, com um detalhe, as vendas acompanhavam as datas de pós emergências das lavouras, ou seja, épocas diferentes da aplicação normal de dessecação anterior ao plantio das sojas convencionais. Quem detectou essa mudança? Lembro-me que era uma gritaria total, pois como o plantio de soja transgênica não era autorizado no país, não existia essa soja. O Lula reuniu vários ministros mais de uma vez, em anos consecutivos, para através de portarias liberar a "comercialização dessa soja que não existia". ... Agora vem uma pergunta que não quer calar: ...QUEM ASSINOU OS RECEITUÁRIOS AGRONÔMICOS PARA A UTILIZAÇÃO DESSE GLIFOSATO NESSAS ÁREAS APÓS PLANTIO ???

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  • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR

    Agricultor faz tres safrinhas . Quem ganha muito é o vendedor de insumo. Vendem ilusão. Excelente para a cooperativa que tem moinho. Pergunta pra ele qual o preço do trigo que a cooperativa está pagando.

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    • Edson Martins Jorden Assis Chateaubriand - PR

      Concordo com o Senhor Carlos. Pois acho que a Cultura do trigo em cima da palhada de milho é em 99,9% inviável . Devido a auta necessidade de N necessarria. Além do trigo ter a política de preço atual que nao remunera nada. Na minha opinião o plantio de aveia após a colheita do milho safrinha seria uma prática agricola mais interessante. Pois a aveia dessecada aumentaria a produtividade da soja. Melhorando a qualidade do solo. Nao importa quantas safras fazemos mas sim o que conseguimos ter de renda.

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    • Edson Martins Jorden Assis Chateaubriand - PR

      ops...acima leiam alta necessidade

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  • Carlos Massayuki Sekine Ubiratã - PR

    Parabéns Braciforte pela bela entrevista, de Ubiratã para o Brasil! Isso muito nos orgulha. Só pra contribuir um pouco, a realização de 3 safras por ano, além de um parque de máquinas bem estruturado por parte do produtor, exige também uma capacidade de secagem muito bem estruturada por parte das unidades armazenadoras da região pois, como o calendário é apertado, muitas vezes há a necessidade de antecipar a colheita do milho safrinha, resultando em um produto mais úmido, até acima de 30% de umidade. É o trabalho e o esforço conjunto de agricultores e cooperativas que tem possibilitado toda essa eficiência no campo. Isso também muito nos orgulha. E vamos em frente!!!

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    • Paulo Gilberto Lunardelli CAMPINA DA LAGOA - PR

      Vale lembrar que milho colhido acíma de 28% de umidade, vira um bagaço o produto final após o processo de secagem, fica com um aspecto feio, aparentando milho com incidência de grãos ardidos.

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  • Claudiney Demarco Mamborê - PR

    e outra coisa e não adianta ele fala q não é desecada pq ´é mentira todo mundo sabe q é e desecão sem o defensivo ter registro e pergunto como fica este milho envenenado

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    • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR

      Realmente existe uma farra com relação aos dessecantes. Usa-se produtos sem registro e sem respeitar o período de carência, tanto para soja, milho e trigo. Comida barata é isso.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Claudio e Carlos, leiam o comentário da Rozileide aí em cima.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Desculpe o erro, é Claudiney.

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  • Claudiney Demarco Mamborê - PR

    só é bom lembrar ele como agrônomo sabe muito bem q não existe nenhun dessecante registrado para desecar milho para eles fazeren a colheita antecipada e eles sabem muito bem q todas estas hareas de 3 safrinhas sõa desecadas antes o milho safrinha pra adianta gostaria q vc joão voltasse e perguntasse para esse agrônomo como fica estas hareas desecadas de milho

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    • nilo otavio baqueta Mamborê - PR

      O negocio os cara tão dessecando milho pra fazer soja safrinha para vende semente, esse negocio de 3 safras no ano se vc colocar na ponta do lápis so da dor de cabeça e despesas, planta o soja cedo perde 30 sacos por alq em produção ai planta milho nunca recupera isso, há e daiplanta o trigo que da um lucro excepcional ta certo ganha com o trigo, ?

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