Taxa de importação sobre frutas americanas por parte da China pode gerar oportunidades ao Brasil

A China impôs uma taxa de importação de 15% sobre frutas norte-americanas. A medida, que entra em vigor nesta segunda-feira (2), é uma retaliação ao governo dos EUA, que divulgou no final de março taxas de importação sobre alumínio e aço da nação asiática.
Com a formação desse cenário, a expectativa é que o mercado brasileiro de frutas seja beneficiado. "Ainda é prematuro falar sobre assunto, ainda mais quando envolve a política de países como China e EUA. Acredito que ainda terá muita conversação, mas é um momento de reflexão", destaca o produtor rural, Roberto Losqui.
Os EUA exportam grandes quantidades de cerejas, maçãs, uvas, cítricos, ameixas, peras e morangos aos chineses. Ainda na visão do produtor, o Brasil poderia se beneficiar, especialmente nos embarques de frutas como maçãs e uvas.
"No caso das outras frutas não teríamos condições de atender a essa demanda devido ao tempo de prateleira que não temos. E com certeza, o Nordeste seria beneficiado em função do clima, as frutas têm potencial melhor para as exportações", explica Losqui.
Leia mais:
>> Chineses devem garantir logo novas compras de suínos do BR depois da sobretaxa ao produto dos EUA
>> China impõe taxa de 25% na carne suína americana em retaliação às tarifas de Trump
0 comentário
Preços baixos do cacau deixam produtores insatisfeitos e mercado interno em alerta
Divinut leva para a Expodireto perspectivas de super safra de noz-pecã e cenário da exportação
Maçã/Cepea: Fevereiro registra menores preços desde 2022
Parceria entre Gencau e Coopercitrus visa estimular a produção de cacau em áreas de citrus
Uva/Cepea: Mercado do Vale segue com baixa oferta
Tomate/Cepea: Preço na Ceasa do RJ ultrapassa R$ 100/cx