Milho safrinha em Cascavel/PR supera as expectativas com média próxima as 116 sacas por hectare

Publicado em 15/08/2019 11:16 e atualizado em 15/08/2019 12:02
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Rendimento ficou melhor do que o esperado no município que agora se prepara para a safra de soja 2019/20. Insumos já estão comprados e produtores se preocupam com alto custo de produção e preços baixos para a venda do grão.
Modesto Félix Daga - Diretor do Sindicato Rural de Cascavel/PR

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Entrevista com Modesto Félix Daga - Diretor do Sindicato Rural de Cascavel/PR sobre o Acompanhamento de Safra do Milho

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Os produtores da região de Cascavel/PR estão satisfeitos com as colheitas da safrinha deste ano. Segundo o diretor do Sindicato Rural de Cascavel/PR, Modesto Félix Daga, a colheita que já está endo finalizada apresentou números favoráveis aos agricultores. “Apenas as pessoas que plantaram o milho fora do zoneamento agrícola, que pegou o frio no final, talvez tenha dado um pouco de grão ardido. Mas quem seguiu a tecnologia, quem usou as condições corretas de plantio tiveram resultados bastante satisfatórios”, afirma.

A média de produção, segundo Modesto, ficou em torno de 116 sacas por hectare, número considerado significativo e além das expectativas. O preço do mercado na região também foi positivo para os produtores. “O preço de mercado está respondendo bastante para nós, foi um ano bem satisfatório para o produtor da nossa região”, explica.  

Os produtores já estão se preparando para a safra 19/20. E de acordo com o diretor, todos já estão preparados para o novo plantio, que deve acontecer a partir do dia 11 de setembro. Os produtores agora torcem para que o clima fique estável na região. Atualmente os agricultores passam por um período de estiagem e frio.  

Os agricultores também esperam que o mercado internacional seja definido até o final deste mês. “A grande preocupação que eu vejo é a fixação de preço antecipado, que é o que garante o financiamento, o que garante o custo direto e isso é o que está sendo um pouco de dificuldade esse ano” finaliza. 

 

Por: Guilherme Dorigatti e Virgínia Alves
Fonte: Notícias Agrícolas

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