Maringá/PR aguarda umidade baixar para seguir com a colheita do milho, que deve perder até 30% na produtividade

Publicado em 03/07/2020 11:02 882 exibições
José Antônio Borghi - Presidente do Sindicato Rural de Maringá/PR
Trabalhos devem ganhar força na segunda quinzena de julho com produtividade menor do que a esperada em função da falta de chuvas no desenvolvimento das lavouras. Produtores buscam avançar também nas vendas com a saca cotada à R$ 42,00

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Maringá/PR aguarda umidade baixar para seguir com a colheita do milho, que deve perder até 30% na produtividade

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A colheita da segunda safra de milho já começou em Maringá no Paraná, mas os trabalhos tiverem que ser interrompidos devido as chuvas dos últimos dias. A expectativa é que a colheita ganhe força e avance bem na segunda quinzena de julho.

Segundo o presidente do Sindicato Rural de Maringá/PR, José Antônio Borghi, a maior parte das lavouras já está fora de risco de sofrer com geadas e as perdas de produtividade devem ficar restritas aos 30% causado pela estiagem em alguns pontos do município. Com isso, a estimativa inicial que era de produtividade média de 120 sacas por hectare deve ficar abaixo das 100 sacas.

Após segurarem as vendas futuras devido ao alto risco de geadas, os produtores de Maringá agora buscam avançar na comercialização aproveitando o bom momento de preços, que giram em torno de R$ 42,00 nas cooperativas da região.

Borghi destaca ainda que as vendas antecipadas para a próxima safra de soja verão 2020/21 estão mais adiantadas do que em anos anteriores devido aos bons preços e que este cenário propicia que os produtores tenham mais capital para investir nas lavouras e buscar aumento na produtividade.

Confira a entrevista completa com o presidente do Sindicato Rural de Maringá/PR no vídeo.

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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