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Tocantins encerra colheita do milho com queda de produtividade após atrasos e falta de chuva

Publicado em 24/08/2021 10:36
Maurício Buffon - Diretor da Aprosoja TO
Diminuição dos volumes colhidos deve comprometer a rentabilidade, mesmo com preços elevados no mercado. Planejamento para safra de soja 21/22 está adiantado e plantio deve começar entre 10 e 15 de outubro

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Tocantins encerra colheita do milho com queda de produtividade após atrasos e falta de chuva

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A colheita da segunda safra de milho já se encerrou em Tocantins e os produtores do estado colheram o reflexo das dificuldades climáticas enfrentadas em todo o ciclo da cultura em forma de queda de produtividade.

Segundo o diretor da Aprosoja TO, Maurício Buffon, choveu muito entre fevereiro e março, o que impediu o plantio da safrinha. Depois faltou chuva em abril e maio, o que prejudicou o desenvolvimento das plantas.

Sendo assim, as produtividades que eram esperadas entre 85 e 90 sacas por hectare ficaram apenas entre 60 e 65 sacas, com as melhores lavouras, as que conseguiram ser plantadas em fevereiro performando entre 65 e 70 sacas por hectare.

Diante destas quebras, a liderança acredita que a rentabilidade dos produtores vai estar comprometida, mesmo com os preços altos de momento, já que não há muitos volumes disponíveis nas mãos dos agricultores.

Para a próxima safra de soja 2021/22, Buffon aponta que a área cultivada no estado deva crescer entre 5 e 10% para o plantio que estará liberado a partir de 1 de outubro, mas que costuma a começar mesmo entre 10 e 15 de outubro.

Confira a íntegra da entrevista com o diretor da Aprosoja TO no vídeo.

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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