Aprosoja SP estima queda de 10% na produção de soja do estado com relação as 3,5 mi/t da safra 17/18

Publicado em 10/01/2019 10:30 e atualizado em 10/01/2019 14:08
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Primeiras lavouras plantadas foram prejudicadas pela falta de chuvas e produtores paulistas já se preparam para safra 18/19 menor do que a passada. Aprosoja SP recomenda que agricultores tenham cautela e acompanhem as informações do mercado para vender suas produções aos poucos e minimizar prejuízos.
Gustavo Chavaglia - Presidente Aprosoja SP

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Entrevista com Gustavo Chavaglia - Presidente Aprosoja SP sobre o Acompanhamento de Safra da Soja

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Com os plantios se iniciando em outubro, o estado de São Paulo já começa a colher as primeiras lavouras de soja, apesar do grosso dos trabalhos estarem programados para o mês de fevereiro. As chuvas que apresentaram bons índices no início do ciclo, cessaram durante o desenvolvimento dos grãos, e os produtores do estado já esperam contabilizar perdas na produção da safra 2018/19.

“Nós consultamos todas as regionais em São Paulo, as regiões centro, centro-oeste e noroeste foram as mais afetadas, e as perspectivas de todas as regiões é que as perdas fiquem em torno de 5 a 10 % em média, mais próximo do 10%. A produção do ano passado foi de 3,5 milhões de toneladas com a capacidade de produção se expressando muito bem, mas esse ano o Sol e o calor vão afetar todas as variedades da soja”, conta Gustavo Chavaglia, presidente da Aprosoja SP.

As negociações no estado seguem travadas, com o personagens do mercado inseguros com relação as indecisões da guerra comercial entre China e Estados e os fatores climáticos que deixam o montante da safra em dúvidas. Nesse cenário, o produtor rural deve ter cautela e aguardar os melhores momentos para negociar sua produção.

“É complicado afirmar alguma coisa como conselho ao produtor, mas eu diria cautela e acompanhamento de informação. O produtor tem que ficar mais atento as questões econômicas e de mercado. Se ele ver que as coisas estão mais razoáveis, ele vá fechando gradativamente e ajustando o que ele espera de produção”, pontua Chavaglia.

Confira a entrevista completa no vídeo.

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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