Clima durante a safra americana,reposicionamento dos fundos e programação de compras das tradings vão direcionar soja em Chicago

Publicado em 13/05/2019 17:00 e atualizado em 13/05/2019 17:54
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Prêmios sobem no Brasil e chegam a 100 pontos nesta segunda-feira (13)
Ênio Fernandes - Consultor em Agronegócio da Terra Agronegócios

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Entrevista com Ênio Fernandes - Consultor em Agronegócio da Terra Agronegócios sobre Fechamento de Mercado da Soja

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A segunda-feira (13) foi mais um dia duro para as negociações da soja na Bolsa de Chicago (CBOT). A China estabeleceu uma data para também aumentar as tarifas sobre produtos norte-americanos, em retaliação às medidas anunciadas por Trump. O encerramento do mercado se deu com cinco a seis pontos de baixa.

Ênio Fernandes, consultor em agronegócio da Terra Agronegócios, ressalta que a guerra comercial influenciou fortemente no momento de colheita do Brasil e da Argentina. Junto a esse cenário, também houve o alastramento da febre suína africana na China, o que impactou bastante o mercado.

Os menores níveis de soja deveriam estar por volta de US$8,80/bushel, como ressalta Fernandes. Além disso, um dos maiores ofertadores de soja é o Brasil, que tinha o dólar ao seu favor, mas uma demanda retraída. A China esperava comprar dos Estados Unidos após um acordo, mas agora o mercado começa a enxergar que esse acordo talvez não ocorra.

Em alguns dias, o mercado de clima nos Estados Unidos também deve influenciar nas cotações, bem como os fundos de investimento, que contam com 290 mil contratos vendidos para o milho e 157 mil contratos vendidos para a soja.

Por: Aleksander Horta e Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

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