Com colheita da soja chegando ao final, Pará se preocupa com queda de produtividade e dificuldade de escoamento

Publicado em 10/06/2019 11:38 e atualizado em 10/06/2019 12:10
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Estado deve colher 41/42 sacas por hectare após muita chuva no ciclo da soja, do plantio à colheita. Sem ponte e nem balsa no Rio Moju, produtores escoam a produção de maneiras alternativas, o que dificulta a aumenta custo do frete.
Vanderlei Silva Ataídes - Presidente Aprosoja Pará

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Entrevista com Vanderlei Silva Ataídes - Presidente Aprosoja Pará sobre o Acompanhamento de Safra da Soja

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A colheita da soja no Pará está chegando ao final, restando apenas algumas propriedades para encerrar os trabalhos. Após muitos problemas climáticos com chuvas no plantio e precipitações na colheita, a produtividade média deve ficar menor do que a conquistada na safra passada.

Segundo Vanderlei Silva Ataídes, presidente da Aprosoja Pará, a média esperada fica entre 41 e 42 sacas por hectare, uma índice menor do que as 50 sacas registrada na safra 2017/18.

Além de lidar com queda na produção, o produtor paraense precisa enfrentar outra dificuldade este ano, os problemas para escoar a soja. A ponte sob o Rio Moju, que caiu após ser atingida por uma balsa no início de abril, segue sem previsão de conserto e a balsa que iria realizar a travessia do rio ainda não está funcionando.

Sem a possibilidade de atravessar o rio, os produtores precisam utilizar rotas alternativas para escoar a produção. Esses novos trajetos fazem com que uma distância de 200 km demore até 35 horas para ser percorrida e o custo do frete aumente bastante, conforme aponta Ataídes.

Confira a íntegra da entrevista com o presidente da Aprosoja Pará no vídeo.

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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