Sem referência de Chicago, Brasil tem dia lento de negócios, mesmo com disparada do dólar. Moeda americana tem alta de 1%
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Entrevista com Eduardo Vanin - Analista de Mercado da Agrinvest sobre o Mercado da soja
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Devido ao feriado do dia do trabalho nos Estados Unidos, os mercados de commodities encerraram esta segunda-feira (02) sem a referência de Chicago. Apesar disso, alguns fatores levantados por Eduardo Vanin, analista de mercado da Agrinvest, merecem a atenção dos produtores rurais brasileiros. Um deles é o clima nos EUA, pois apesar das chuvas dos últimos dias, há a possibilidade de uma onda de calor prevista para a segunda quinzena de setembro, o que pode prejudicar a produtividade das lavouras americanas de milho e soja.
Outro ponto levantado por Vanin é a tensão comercial entre EUA e China, que se intensificou com as novas tarifas que foram anunciadas durante o último final de semana. Esse fator tem desvalorizado moedas diante do dólar, como é o caso do Yuan chinês e do Real brasileiro. No caso da moeda brasileira, a cotação do dia fechou a R$ 4,18, a maior durante o período de 1 ano.
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A alta nos fretes marítimos é outro fator que pode compremeter no custo do produtor e nos prêmios. Para Vanin, o produtor brasileiro precisa se atentar a este momento e se planejar, já que no ano passado os prêmios começaram a cair em meados de outubro e novembro.
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