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Diferentes regiões do MT se preparam para a colheita da soja com preocupações com concentração das atividades

Publicado em 29/01/2021 12:04 e atualizado em 29/01/2021 14:04
Guilherme Dorigatti - Jornalista
Colheita deverá ser aglomerada em um curto espaço de tempo, o que levanta questões sobre rapidez dos trabalhos, logística para escoamento da produção, capacidade de armazenamento e janela de plantio da safrinha. Produtividade deverá ser menor do que a média, mas perdas serão menores do que o imaginado anteriormente

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Diferentes regiões do MT se preparam para a colheita da soja com preocupações com concentração das atividades

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Atípico, atrasado e nunca visto antes foram algumas das expressões utilizadas para descrever o início da safra de soja 2020/21 no mato Grosso por lideranças de três regiões diferentes do estado como Nova Mutum no médio-norte as margens da rodovia BR-163, Nova Xavantina no leste do estado e Tangará da Serra no sudoeste mato-grossense.

Porém, as condições climáticas melhoraram nesta regiões com o decorrer do desenvolvimento das lavouras e hoje, apesar de ainda serem esperadas perdas, os índices de baixas devem ser bem menores do que os esperados inicialmente conforme contam os presidentes dos Sindicatos Rurais destes municípios, Emerson Zancanaro, Artemio Antonin e Vanderlei Reck Jr.

Agora, a colheita se aproximando nas três regiões, as preocupações dos produtores se dividem entre a realização das aplicações de defensivos contra pragas e doenças de final de ciclo, acompanhamento climático esperando novas chuvas para o enchimento de grãos, mas esperando o corte das precipitações para a colheita e no planejamento para colher.

A grande questão é que as colheitas irão acontecer todas concentradas em um pequeno espaço de tempo, o que levanta dúvidas para a capacidade logística de escoamento de toda essa produção e de armazenagem de todos esses grãos ao mesmo tempo nos armazéns da região.

Outro ponto de atenção é a segunda safra de milho. Enquanto em Nova Xavantina muitas áreas planejadas para o cereal vão acabar ficando sem plantio devido ao encurtamento da janela de semeadura, em Nova Mutum o plantio deve seguir mesmo que fora de janela com os produtores utilizando os insumos já comprados e apostando no mercado remunerador.

Confira a íntegra da entrevista com os presidentes dos Sindicatos Rurais de Nova Mutum, Nova Xavantina e Tangará da Serra no vídeo.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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