Mercado brasileiro da soja está de olho no dólar, após tarifas de Trump ao Brasil; Chicago fecha em alta
Mercado brasileiro da soja está de olho no dólar, após tarifas de Trump ao Brasil; Chicago fecha em alta
A soja registrou uma quinta-feira (10) de estabilidade na Bolsa de Chicago, testando os dois lados da tabela, porém, conseguiu recuperar parte do fôlego e terminar o dia com leves ganhos. Os futuros da oleaginosa terminaram a sessão com ganhos de 0,25 a 6,50 pontos nos contratos mais negociados. Assim, o setembro foi a US$ 10,02 e o novembro a US$ 10,13 por bushel.
O mercado continua de lado na CBOT, ainda esperando pelo novo boletim mensal de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta sexta-feira, dia 11. As atenções estão sobre os números das produção norte-americana, que podem ser corrigidos para baixo, dando certo suporte às cotações.
Além disso, as vendas semanais para exportação também vieram com bons números, agindo como mais um fator de sustentação ao mercado, mesmo que este continue lateralizado.
Ainda nesta quinta-feira, o dólar também subiu frente ao real, o que permitiu que alguns novos negócios com a soja disponível fossem registraddos no mercado brasileiro, já que a moeda americana pressionada vinha limitado a comercialização no mercado nacional. Para a soja da safra nova, todavia, os negócios não ganharam o mesmo ritmo, uma vez que o dólar alto encarece também os custos de produção da temporada 2025/26.
Acompanhe a análise completa de João Vitor Bastos, analista da Pátria Agronegócios, no vídeo acima.
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