Fala Produtor

  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 09/10/2016 11:37

    https://www.facebook.com/foraforodesp/videos/683405935148620/

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  • Ildefonso ausec Doutor Camargo - PR 09/10/2016 08:28

    ATENÇÃO NOTICIAS AGRÍCOLAS -- AS CHUVAS IRREGULARES AQUI NO NOROESTE DO PARANÁ (REGIÃO DE IVATUBA, DOUTOR CAMARGO, FLORESTA E OUTROS MUNICÍPIOS PRÓXIMOS À MARINGA) JÁ APRESENTAM PERDAS NA GERMINAÇÃO DA SOJA..., (O MILHO NEM FOI PLANTADO, EM RAZÃO DE TERRA SECA), NA ÁREAS DE SOJA NEM A METADE DAS SEMENTES EMERGE; O RESTANTE SE ESTRAGA.

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    • Paulo Roberto Espires Maringá - PR

      Sou de Florai, só choveu 5mm plantio em 02/10 se nao chover esta semana sao muitos que que vao ter que replantar

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    • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA

      Quando isso acontece la se vão as tecnologias embutidas. Vamos assistir a partir de agora casos de custos de implantação de 10 sacas de soja.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Alguém já viu a construção de uma ponte nova sobre um rio que não seja mais alta do que a ponte velha ?

      Agora me responda: PORQUE ? ... Muitas vão ser as respostas, mas não será a mais lógica, que os solos da bacia hidrográfica daquele rio perderam a capacidade de absorver as águas das chuvas ?... A "cultura" que nos foi imposta é que a terra é só um simples suporte das culturas. Atualmente muito se fala em Agricultura de Precisão. No inicio vi muitos proprietários gastarem "rios de dinheiro" para que empresas fizessem o levantamento de seus solos, através de análises químicas, bom ... E daí? Ficavam sem saber quais seriam os novos passos, pois faltavam os dados da outra parte do binômio "solo X planta". Não tinha os dados de produtividade dos "pontos" da área das culturas ali desenvolvidas, para isso é necessário o investimento em melhorias do maquinário, ou novas máquinas. Mas, voltando ao inicio, porque os solos perdem a capacidade de absorção e retenção de água? Segundo a ciência, os microrganismos de vida livre no solo são responsáveis pela formação dos grumos do solo, responsáveis pela absorção e retenção dessa água e, que confere a bioestrutura estável ao impacto das chuvas, para que o ambiente lhes seja favorável há a necessidade de disponibilidade de matéria orgânica a ser decomposta, pH favorável, níveis de cátions (Ca, Mg, K) e ânions adequados, fertilidade de P. Em solos degradados a presença de ácidos fúlvicos é alta, os ácidos húmicos revelam um solo estável e que sua vida está saudável. Esses ácidos são produtos intermediários da decomposição da MO, produzidos por estes seres livres do solo. Então deve-se partir para que as análises de solos forneçam as concentrações desses ácidos e, que a pesquisa determine quais os parâmetros ótimos para cada bioma e tipo de solo. Aí os produtores de alimentos vão poder perseguir a "ESTABILIDADE SUA E DE SEU SOLO" !!!

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      continuação:... Com um detalhe: ESSES SERES VIVOS DE VIDA LIVRE ... SÃO GRÁTIS !!! Estão aí na natureza à disposição de quem quiser usá-los ... SIMPLES ASSIM !!!

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  • Mario Afonso Klein Passo Fundo - RS 09/10/2016 07:39

    Começou o "terrorismo" comercial contra os produtores de trigo..., tipo: Tu tens bastante (trigo), então vou te pagar pouco...

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Nao e' nada dificil montar um moinho inclusive e' melhor que seja pequeno para pagar menos impostos

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Juntem dez produtores e façam isso

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 08/10/2016 17:16

    Por que Marcela Temer incomoda muita gente? (por Flavio Morgenstern)

    A primeira dama Marcela Temer só precisa aparecer em público para virar notícia e ser criticada ? até no lançamento do programa Criança Feliz.

    Marcela Temer está de novo nos Trending Topics do Twitter. A primeira-dama mais bonita do mundo, segundo a imprensa americana, vira notícia tão somente por, digamos, existir. Se Marcela Temer, que já ficou marcada pela discrição, de repente for vista, pelo fato de ter sido vista, será notícia. E, como notícia, é sempre criticada.

    Ao se pesquisar por que a primeira-dama virou notícia, descobre-se em manchetes como a de Fernando Rodrigues, no UOL: Michel Temer lança programa "Criança Feliz" ao custo de R$ 2 bilhões ao ano. Marcela Temer apareceu e falou em público pela primeira vez para capitanear o programa ? daí a notícia. O "Criança Feliz" é uma espécie de complemento do Bolsa Família, focado na primeira infância, para crianças entre 0 e 3 anos.

    Mas há algo curioso, para quem estuda as relações entre linguagem e poder e não cai na ideologia xarope da análise do discurso: nunca vi uma manchete sobre o Bolsa Família com o custo do programa. Modelo "Lula expande o Bolsa Família, ao custo de X bilhões" ou "Dilma gasta Y bilhões a mais com Bolsa Família". Pelo contrário: parece que o dinheiro do Bolsa Família nasce de uma árvore atrás do Palácio do Planalto (ou do Banco Central).

    Simplesmente os custos do programa sempre foram escondidos, exigindo-se uma boa capacidade de pesquisa para se chegar a eles. E era sempre descrito como "investimento", como se Dilma ela própria estivesse tirando de seu (dela) bolso para dar aos pobres. Ao menos, foi essa a impressão que aqueles com menor capacidade de reflexão na sociedade para comprarem a propaganda bolsa-familística.

    De repente, basta o programa ser apresentado por Marcela Temer para se tornar "gasto", e já na manchete, explícito até para os 99% que não lerão a reportagem.

    Não é exatamente uma visão sobre ideais, que um partido defende mais do que o outro, portanto, pensando no ideal, escolhe-se o partido, mesmo com ideais que já se provaram ideologia barata, como "igualdade social" ou "assistencialismo".

    É a visão de que o partido X faz uma coisa. Se o vice do partido X, da mesma chapa do partido X, fizer a mesma coisa que o partido X, todo o discurso se inverte. Procura-se denegrir sua imagem. Fala-se (finalmente) que o programa tem um custo. Tenta-se assustar a população. Oh, meu Deus, Bolsa Família, minha gente, vai custar dinheiro.

    E Marcela Temer é criticada. Ela fez alguma coisa errada? Aliás, ela fez alguma coisa? A resposta é sempre o coaxar de sapos só ouvido no silêncio absoluto.

    Marcela Temer incomoda mais a esquerda do que Michel Temer. E justamente por não ser uma ultra-direitista ortodoxa. Marcela Temer é apenas uma pessoa normal com sucesso na vida. O que pode ser um símbolo maior do fracasso e perniciosidade do ideário de Estado total da esquerda do que alguém que não precise da esquerda para ser feliz e realizado?

    Desde o episódio "bela, recatada e do lar", ficou claro ao Brasil o que parece que só a direita estudiosa da esquerda e a zoeira de internet sabiam: que a esquerda, apesar de sua logorréia economista, tem apelo por frustrações sociais, psicológicas e sexuais que pouco ou nada têm a ver com a economia.

    Marcela Temer irrita justamente por ser bonita e se dedicar à discrição e à família. Irrita justamente por mostrar que a felicidade, a realização, a auto-satisfação e a joie de vivre não derivam de militância, de discurso vitimista-revanchista, de performances puramente estéticas com palavras de ordem e hormônios em ebulição em praça (ou rede) pública.

    Pior: Marcela temer acaba mostrando que todo o discurso da esquerda é pura performance, flatus vocis, um teatro de marionetes, e que a birra exagerada da histeria coletiva da "problematização" e contra o "patriarcado" é pura pirraça de quem tem frustrações mal resolvidas e tenta canalizá-las para a política, como bem o teorizaram e desejaram os fundadores da esquerda moderna, do Marcuse de Eros e a Civilização ao Foucault de História da Sexualidade.

    O Bolsa Família simplesmente deixou de ser questão a ser defendida pela esquerda, se quem o faz é alguém que transparece seu sucesso justamente quando está quieta, e não alguém como Dilma Rousseff, que no auge do poder, ainda era vista como um poste, como uma marionete comandada, como alguém que deixava seus adversários nervosos, mas nunca invejosos.

    Porque Bolsa Família nunca foi um fim: foi apenas um meio e uma desculpa para a esquerda estar no poder.

    Sem o vitimismo, nenhuma feminista defende Marcela Temer, talvez a minoria mais oprimida do país hoje. Sem o revanchismo, Bolsa Família se torna gasto, e não há assistencialismo e "distribuição de renda" aos pobres que não mereça zilhões de críticas da esquerda, já que não é o partido dela que lucra (literalmente) com a propaganda.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 08/10/2016 16:43

    Parabéns ao Noticias Agricolas por trazer o contraponto, através do Josias de Souza, ao Reinaldo Azevedo que não reconhece a importância da lava jato, é contra as dez medidas contra a corrupção elaboradas pelo ministério público, além de se declarar um conservador institucional, ou seja as mesmas instituições que estão aí e que afundaram o país devem ser conservadas, mas um progressista culturalmente, o mesmo que socialista, termo adotado pela esquerda para parecer mais "bonitinha". Ele diz que se deve conservar as instituições que garantem a permanência de grandes setores da esquerda no direcionamento politico do país, mas nem toca no assunto quando se fala em dificultar o roubo e punir severamente os politicos ladrões e corruptos. Desde o inicio ele criticou fortemente o juiz Sérgio Moro chegando a afirmar que a lava jato do jeito que estava sendo conduzida não iria dar em nada. Defendeu a liberdade de Marcelo Odebrecht e continua dizendo, nesse texto mesmo, que os integrantes do judiciário de Curitiba são autoritários. Pois é Sr. Reinaldo, os fatos provam que você esteve e está errado, por quais motivos não sei, sei que está errado e muita gente já se deu conta disso. Usou a fama que ajudamos você a construir para isso?!!

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  • Vagner Pereira da Cruz Abelardo Luz - SC 08/10/2016 08:44

    A não aprovação deste projeto seria mais politico do que técnico, visto que todos sabemos que a expansão dos organismos "T" é um movimento global sem volta. O governo busca, em termos, proteger o mercado nacional de milho. Temos a liberação da importação hoje e , se o milho chegar a patamares mínimos extremos, veremos uma "re-avaliação" por parte da CTNBio, para que não tenhamos uma quebradeira dos produtores de milho brasileiros..., afinal só queremos manter o preço das carnes em patamares competitivos no momento em que se aproxima os meses de maior consumo brasileiro, é o mesmo que qualquer país em sã consciência faz. É inteligente, por parte do governo.

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Caro Wagner...a 282 que corta sua cidade tem duas pistas...uma que vai e uma que vem..ou seja com milho a 12..15...18,00 o sc o que o governo fez...deixou o mercado ROLAR...e o prejuizo ao produtor...esta e uma das vias...quando mercado se inverteu o governo interveio...ou seja a outra via...so no rabo do produtor rural...

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      E igual a 282...imaginemos uma pista a Xaxim e Chapeco...asfalto....a via de Faxinal...Ponte Serrada...aqueles calçamentos no centro de Xanxere na decada de 70...

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 08/10/2016 07:10

    Governo repassa R$ 4,5 mi a agricultores familiares de MG -- Segurança alimentar --

    Recursos beneficiam 11 mil agricultores familiares que fornecem leite a 95 mil famílias de baixa renda do estado mineiro. No total, 95 mil famílias já foram atendidas pelo Programa de Aquisição de Alimentos voltado à entrega de leite no estado...

    O Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) repassou R$ 4,5 milhões aos agricultores familiares de Minas Gerais que venderam seus produtos na modalidade Compra e Incentivo à Produção e Consumo de Leite do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

    No total, 11 mil agricultores produzem leite para 95 mil famílias de baixa renda e 158 entidades do estado. Desde 2013, já foram repassados R$ 92,7 milhões para os agricultores mineiros.

    "O PAA Leite é um auxílio muito grande para os pequenos produtores. Para o ministério, é muito importante manter esse programa", afirma o diretor de Apoio e Comercialização e Distribuição de Alimentos do MDSA, José Paulo de Almeida.

    O agricultor familiar que participa do PAA Leite deve possuir Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), respeitar o limite de venda de 100 litros por dia por produtor e ter comprovante de vacinação dos animais.

    Beneficiários

    O leite é doado prioritariamente a entidades da rede socioassistencial, de saúde e educação, para atender as famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional ou diretamente as famílias registradas no Cadastro Único, com perfil de renda do Programa Bolsa Família.

    Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 08/10/2016 07:07

    Setor de biodiesel busca apoio no governo para investimentos de R$22 bilhões até 2030 (Publicado em 7/10/2016) --

    Representantes da indústria de biodiesel apresentaram na quinta-feira (6) ao governo federal diversas sugestões para fomentar o segmento e aumentar a produção para 18 bilhões de litros até 2030, contra os 4 bilhões de litros produzidos em 2015, com potencial de gerar investimentos de R$ 22 bilhões no período, apenas no processamento do combustível e no esmagamento de soja.

    O diretor-superintendente da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), Donizete Tokarski, disse à Reuters que um documento reunindo as sugestões foi elaborado a partir de um chamado do Ministério de Minas e Energia, que queria ouvir as ideias do setor para o futuro.

    "É uma atitude extremamente positiva que o Ministério de Minas e Energia adotou. Foi o secretário (de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis), Márcio Félix, que nos chamou e pediu para que nós elaborássemos isso para que o ministério possa tomar atitudes", disse Tokarski.

    O documento, obtido pela Reuters com exclusividade, foi elaborado pela Ubrabio, em conjunto com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e a Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil (Aprobio).

    Para atingir a produção de 18 bilhões de litros em 2030, Tokarski conta com medidas de incentivo do governo para a indústria de soja, principal matéria-prima do combustível renovável, e com o crescimento progressivo do consumo.

    A expectativa é que, até 2030 seja obrigatória a mistura de, no mínimo, 20% de biodiesel no diesel comum, permitindo que a participação do combustível renovável na matriz energética atinja 3,5% em 2030 contra 1,2% hoje.

    Atualmente, uma lei prevê o aumento gradual da mistura de biodiesel no diesel, passando dos atuais 7% para 8% em março de 2017, aumentando 1% ao ano até chegar a 10% em 2019.

    O setor espera que o governo adote políticas de promoção e industrialização da soja, para que possa ampliar a competitividade internacional de seus produtos, sobretudo do farelo.

    O documento apresentado pelas entidades ao governo estima que a produção de soja chegará em 2030 a 165 milhões de toneladas, ocupando 44.6 milhões de hectares, contra as 104 milhões de toneladas estimadas para a safra 2016/17.

    "Isso proporcionará a manutenção de exportação da soja em grãos nos patamares que nós temos hoje e, de agora para frente, a destinação principal do aumento da produção seria para o esmagamento interno, consequentemente agregando valor aos produtos nacionais", afirmou o executivo.

    Considerando a meta de 65% de processamento interno da safra em 2030, o documento apontou que o Brasil produzirá 84.7 milhões de toneladas de farelo contra as 31.1 milhões de toneladas estimadas para 2017 e 19.9 milhões de toneladas de óleo contra as 8.1 milhões de toneladas previstas para o ano que vem pela Abiove.

    Entretanto, o desenvolvimento de outras matérias-primas, como óleo de palma, também são importantes, na avaliação de Tokarski. Segundo ele, a ideia é que a soja tenha a mesma participação na produção de biodiesel atual, de 77%.

    O consumo de diesel já misturado com o biodiesel no Brasil deverá atingir 90 bilhões de litros em 2030, segundo as entidades contra os atuais cerca de 60 bilhões de litros, considerando o crescimento anual de consumo de 3,9% nos últimos anos.

    Fonte: Reuters

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Rodrigo, quando leio esses artigos, fico que nem "bode embarcado"... Teso cognitivamente, pois são noticias conflitantes com nossa realidade. Nesses dias, conversamos sobre a insignificância dos volumes exportados do óleo de soja nacional, hoje lemos que foi produzido 4 bilhões de litros em 2015 para serem usados como combustivel, tomando-se a densidade de 0,891 g/l, seriam necessários 1122 l para cada ton de óleo, logo os 4 bilhões de litros resultam em 3,565 milhões de ton de óleo de soja. Não sei como é esse mercado hoje, mas já ouvi que os agricultores familiares, entregavam o soja nas cooperativas, mas tinham contrato com uma empresa de biodiesel, o valor do saco dessa soja tinha um valor superior em relação ao mercado. Alguém se lembra dos projetos do pinhão manso, mamona que o petismo ia produzir para fabricação do biodiesel ? É o mesmo "ufanismo" da instalação de uma usina de produção de etanol de milho no Mato Grosso que o "seu" ministro Maggi inaugurou recentemente.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Hehehehe, não conhecia essa do "bode embarcado". Mas vamos lá, isso é noticiado assim para embarcar bode mesmo. Qualquer instituição ou organização representativa de pequenos produtores pode usar isso politicamente, claro que no fim as lideranças fazem os "acertos" entre eles mesmos. Mas veja Sr. Rensi, qual o sentido de investir 22 bilhões em um negócio inviável economicamente e que só se torna possivel através de uma lei que obriga os brasileiros a comprar biodiesel misturado com óleo diesel? É claro que o biodiesel hoje é mais caro que o diesel e precisa de uma lei que garanta o lucro das indústrias que venderão o biodiesel à uma estatal?! O dinheiro sai do tesouro nacional. Então é assim, com a desculpa de gerar empregos, pequenos grupos de "empresários" enriquecem ás nossas custas. Na minha cidade natal, Santo Augusto, tem uma atividade leiteira forte, 90% dos produtores não tem barracões para gurdas as vacas quando as temperaturas vão abaixo de zero grau, nem quando inverna na chuva, os peões tiram leite com baldes cheios de água quente por perto para desencarangar as mãos. Financiar esses não traria empregos também? Subsidiar os empréstimos não facilitaria o pagamento? E principalmente não traria produtos mais baratos nas gôndolas dos supermercados? Pois é, em vez disso esses FDP querem produzir biodiesel encostados no governo. Sabe por que eles preferem a via legislativa para poder "trabalhar", por que de outra forma teria que haver uma reforma tributária, uma mudança na lei em que outros atores, incluindo aí produtores pequenos e médios, que iriam competir com os grandes e isso eles não querem de jeito nenhum.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Sr. Rensi, se não fui claro pergunte, terei o maior empenho em explicar isso até ficar claro.

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    • Hilário Casonatto Lucas do Rio Verde - MT

      A maioria dos produtores familiares do mt são por .......dap...digamos assim vc tem a dap vc ta apto, acontece que não tem fiscalização, então quem tem a dap pode vende 3.000 acas de soja , mesmo que seu lote seja junquirado, sem nunca te plantado nada, dai a procura dos pequenos produtores que tenham o tal documento

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      He! He! (risos). Estão vendo, pequenos proprietários, provavelmente de lotes do MST, usam o novo conceito "derivativos", mas esses são próprios daqueles proprietários não burgueses, são proletários que foram condicionados e mantêm o espirito do tempo, ou seja, o Estado deve continuar com o seu papel protetor. Muitos desses "proletários" condenam o Capital e, também o Trabalho, só lhes restando a prática dos "derivativos sorrateiros". Só para que os leitores entendam, no MT, "juquira" são as ervas daninhas estabelecidas a um, dois anos na gleba, apresentando desenvolvimento de 2 a 4 metros de altura..

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Politicas públicas e leis sem sentido tem o efeito inverso naquilo para o qual foram destinadas; O poder público faz uma lei de "proteção ambiental", que na verdade sabemos ser uma lei destinada a impedir que um proprietário rural, que comprou e pagou sua terra, exerça seu direito de propriedade, em 80% dela não manda nada, absolutamente nada, nos 20% restantes é sujeito a todo tipo de regras impostas pelo Estado patrão. Fazem uma lei em que o poder público decide quais áreas são ilegais e quais não, amarram o produtor de uma maneira brutal ao mesmo tempo que favorecem a ação daqueles que descumprem a lei, com um bom jogo de cintura e cortagem, estes adquirem terras ilegalmente, desmatam ilegalmente, criam ilegalmente e comercializam ilegalmente levando uma vantagem imensa sobre os que trabalham na legalidade, aliás quem trabalhando na legalidade vai poder competir com esses caras? Depois ainda legalizam essas terras usando funcionários públicos corruptos. De modo claro, uma lei bonitinha, aparentemente com boas intenções, mas que na realidade favorece unicamente a corrupção. No caso do biodiesel ocorre a mesma coisa, uma lei que garante que a comercalização do produto seja feita somente através do poder público, aliada aos "estimulos" concedidos à grandes indústrias que usam de outra lei que além da garantia de preços maiores garante também a venda da produção ao único comprador, por lei, uma empresa paraestatal. Para que os "movimentos sociais" aceitem a patacuada colocam os pequenos no rolo também. No fim uma lei apresentada como uma forma de beneficiar pequenos produtores, estimular a indústria e criar empregos acaba de novo sendo fonte de corrupção. Não se iludam, essas porcarias de leis apresentadas em tons dourados às pessoas são feitas para estimular a corrupção e não outra coisa. Os politicos e o poder público sabem exatamente o que estão fazendo.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Vejam como as leis são draconianas quando se tem uma massa que aceita tudo bovinamente

      Quem não vota não pode obter qualquer documento no caso de diplomatas e funcionários do Itamaraty; é excluído de participar de concorrências públicas nos âmbitos federal, estadual e municipal; não pode obter empréstimos em entidades direta ou indiretamente ligadas ao governo; é vetado na renovação de matrículas em escolas do ensino oficial e da inscrição em concursos públicos ou da tomada de posse nos cargos. Os funcionários públicos não recebem salários no segundo mês subsequente à eleição e todo e qualquer cidadão está impedido de praticar ato de exija quitações do serviço militar ou do Imposto de Renda.

      Agora se você for um réu confesso de um assassinato, mas pelas benesses da "lei", responde o processo em liberdade, por um acaso esses impedimentos dos não votantes são aplicados aos assassinos confessos???

      PENSE A RESPEITO !!!

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 08/10/2016 06:09

    No final do link digitem as letras png e vai abrir o gráfico.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 08/10/2016 06:08

    Na hora da postagem o link é cortado nas letras png: http://930e888ea91284a71b0e-62c980cafddf9881bf167fdfb702406c.r96.cf1.rackcdn.com/data/tvc_83e2d969528949348a7f3a649b96abbf.png

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 08/10/2016 05:59

    Amigos, preparei outro gráfico de estudo e decidi compartilhar com vocês: é uma comparação entre o preço da soja de 2010 até hoje, com o preço do dólar. Quero que - os que tiverem interesse em aprender - olhem para as linhas traçadas em vermelho e observem que do final de 2011 até o fim de 2014 o preço da soja subiu ao mesmo tempo em que o real desvalorizava. O eixo vertical da direita marca a variação percentual, o horizontal os anos. As duas linhas em azul claro marcam o momento em que o preço da soja começa a cair, em azul, a medida em que o dólar continua sua trajetória de alta, lembrando que dólar em alta é dólar valorizando e dólar em baixa é dólar desvalorizando. Sim amigos, o preço do real também varia, como a soja, em relação ao dólar. Observem também a incrivel coincidencia entre as linhas verticais marrons, em que o dólar cai e soja sobe, no mesmo intervalo de tempo e na mesma proporção. A oferta e demanda explicam preço, mas não todo o preço..., é preciso aprender isso se quiserem ganhar dinheiro na atividade. Aqui o link, desta vez testado: http://930e888ea91284a71b0e-62c980cafddf9881bf167fdfb702406c.r96.cf1.rackcdn.com/data/tvc_83e2d969528949348a7f3a649b96abbf.png

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      http://930e888ea91284a71b0e-62c980cafddf9881bf167fdfb702406c.r96.cf1.rackcdn.com/data/tvc_83e2d969528949348a7f3a649b96abbf.png

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 08/10/2016 04:40

    Recebi ontem uma postagem de meu amigo Walmor Pasqualotto, que fala sobre o "grileiro dos jardins" numa referência a um tal "Jotinha", da familia Junqueira Vilela, a fina flor da sociedade paulistana. Fui ler e está lá o FDP roubando madeira de terras indigenas, grilando as reservas dos indios, miseráveis diga-se de passagem. Pau e pau, é madeira que rola. O Ibama foi lá e descobriu que tudo é ilegal, comprovou também a ineficácia das leis estabelecidas por pressão ambientalista que gado oriundo de terras desmatadas ilegalmente não devem ser compradas pelos frigorificos para estatais. Pois é, compravam, num esqueminha de esquentação. Leis como essa só punem os honestos, embora Jotinha esteja na cadeia. A reportagem dá a entender que só foram as vias de fato graças ao Green Peace, ironia não? Os grandões dando palanque para a agenda ambientalista! O texto é longo, fui passando as vistas achando que era apenas uma daquelas reportagens sensacionalistas que promovem a idéia de que os ricos são mesmo bandidos e ladrões, escravocratas entre outras coisas. De repente me deparo com três nomes, tres empresas, Amaggi, Bom Futuro, também dos Maggi, e JBS. Pois é meus amigos, o Blairo Maggi defende publicamente as leis ambientais ao mesmo tempo que, secretamente, descumpre essas mesmas leis, coisa de gente grande, alta bandidagem. Como nunca tive medo desses bostas, estou aqui escrevendo isso. Tá lá o inquérito, agora só falta o poder publico declarar a inocencia dos Maggi, da JBS. Vá você amigo produtor, derrubar um toco podre prá fazer lenha prá ver o que é bom prá tosse!! Aqui ó Blairo: http://www.oeco.org.br/reportagens/o-grileiro-dos-jardins/

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    • Alciomar Santarém - PA

      Li a matéria completa, excelente!!! Decepção os comentários no final dela, mas afinal cada um defende seus interesses...

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      É isso aí Alciomar, tem gente que não gosta quando digo que o Blairo Maggi promove arranca rabo de classes ao dizer uma coisa e fazer outra. Todos os empresários que estão aí envolvidos são politicos ou tem envolvimento com a politica, um é dono de vários deputados, senadores, e o produtor rural é quem leva a fama. Leia as duas reportagens que postei acima e veja se aquilo também não serve ao arranca rabo de classes. 22 bilhões dava prá financiar 130.000 pequenos com 200000 cada, e é isso que alegam sempre. O governo financia esses caras, dá uma merreca aos pequenos e joga a culpa na classe trabalhadora e produtora do país. E dá munição prá esse bando de safado ficar falando merda.

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 08/10/2016 01:27

    A raça humana em toda a sua história recente vive um conflito de ideias e interesses. Houve épocas que palavras foram "produzidas" para serem usadas nos discursos das partes e, surgiram duas palavras que sintetizavam as forças que movem a economia "CAPITAL & TRABALHO".

    Após mais de um século do uso dessas forças e, adentrando o século XXI, ouso afirmar que aqueles que teimarem a usar somente esses dois signos, vai dar com os burros n?água. Hoje há um novo conceito e, penso, dos mais importantes em qualquer atividade econômica e, que deve ser incorporado urgentemente na mentalidade dos produtores de matérias primas agrícolas: "derivativos".

    Entenda como "derivativos" os contratos de hedge, de seguros de safra, de emissão de documentos contratuais negociados em bolsa, enfim, são "n" mecanismos que vão proporcionar sonos pesados nos produtores.

    Ah! O "sono pesado" é aquele sono onde você dorme um longo sono e, não aquele que aparecem uma "fieira de cobradores", forçando-o acordar em intervalos curtos, pois se o sono continuar, sua casa não tem espaço físico para acolher tantas figuras inconvenientes.

    Então pessoal, lembrem-se... Atualmente as forças para você continuar ativo economicamente são três:

    CAPITAL ... TRABALHO ... & ... DERIVATIVOS !!!

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  • Pedro A Philippsen nova santa rosa - PR 07/10/2016 18:44

    É necessario divulgar o nome das empresas consumidoras desse produto para que as demais esportadoras de carne não tenham problemas na exportação, pois, pelo que se sabe, a China não quer esse milho.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Pedro, o Sr. sabe o percentual de plantio de milho transgênico no Brasil ? Até o fermento usado para bolo tem o "T" da transgenia, pois usa o amido de milho em sua composição. Nas gondolas dos supermercados não se acha mais produto sucedâneo de milho livre do "T". Todas as proteínas animais brasileiras, aves, suínos e bovinos, há um bom tempo são produzidas com a alimentação de milho transgênico.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 07/10/2016 18:33

    VITÓRIA LOCAL, DERROTA GLOBAL -- Ainda estamos celebrando as pequenas vitórias eleitorais conquistadas no último domingo contra o PT e lamentando a ida do PSOL para o segundo turno do pleito carioca. Mas, longe das prefeituras e das câmaras municipais brasileiras, uma outra disputa eleitoral "infinitamente mais importante" está sendo concluída em Manhattan, onde o Conselho de Segurança das Nações Unidas chegou a um consenso e formalizou a indicação do português Antônio Guterres para o cargo de Secretário Geral da ONU.

    Poderia ser pior. Mas não muito. Guterres tem um longo histórico de serviço à causa revolucionária. Membro do Partido Socialista Português desde sua fundação em 1973, foi secretário-geral deste mesmo partido de 1992 a 2002, período em que também fez parte da cúpula da Internacional Socialista, primeiro como vice-presidente e depois como presidente. Durante sete anos, ele também esteve à frente do governo de Portugal, oportunidade que ele aproveitou para demonstrar toda sua habilidade como interventor obsessivo e péssimo gestor, um sujeito tão ávido em desperdiçar o dinheiro público quanto em promover a agenda dos engenheiros sociais globalistas ? o Nimrod ideal para essa torre de babel moderna que é a organização das nações unidas.

    Evidentemente, não é isso que você está lendo na grande mídia, onde a escolha de Guterres está sendo celebrada em textos que mais parecem transposições, quase literais, do material de relações públicas da ONU e do Partido Socialista Português.

    Além dos aplausos dos jornalistas, o português foi elogiado simultaneamente pelos representantes da Rússia e da China e pela embaixadora americana (e obamista) Samantha Power. Mas o que exatamente fez com que o candidato português encantasse igualmente os representantes do Putin, do Xi Jinping e do Obama? Além do longo rol de serviços prestados à esquerda, Guterres também atuou, durante os últimos dez anos, como Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, sendo um dos responsáveis pela desordem causada pela atual crise dos refugiados e um dos principais promotores das políticas de fronteiras abertas, que são apoiadas com igual entusiasmo pelos três esquemas globalistas e que comprometem as soberanias nacionais e colocam em risco a preservação de comunidades locais européias e americanas; e, junto com elas, todo o Ocidente.

    Nas próximas semanas, a indicação do Conselho de Segurança será ratificada pela Assembléia Geral da ONU e, em janeiro de 2017, Guterres assumirá a liderança das Nações Unidas. E então teremos um comunista histórico, com ampla experiência em guerra cultural e engenharia social, liderando uma organização multi-bilionária, sem transparência e ávida por promover uma agenda que vai do aborto à eutanásia, passando pela ideologia de gênero e pelo desarmamento civil. O que pode dar errado?

    Por Filipe G. Martins.

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