Fala Produtor

  • Rodrigo Mazur Imbituva - PR 04/08/2016 01:36

    Na ultima safra que se passou a previsão era de muita chuva, El Niño de forte intensidade e o prof. Molion acertou sim, realmente choveu muito... faz uns 3, 4 anos que vejo chover demais no sul do Paraná, muitos aguaceiros fortes... mas nesses ultimos meses tem diminuido as chuvas por aqui e as temperaturas tambem..., então acho que esse quadro ja está mudando. (Mensagem de Roberto Cadore: Aqui na minha região também percebo isso Sr. Rodrigo...acredito que existe certa similaridade de clima entre o norte do RS e o sul do Paraná. Já estamos sentindo os efeitos desse La Nina, passamos por mais de 40 dias sem chuvas em algumas localidades, e mais, eu acredito muito no que o prof. Molion falou, pois quando ouvi há anos atrás, pessoas que hoje já são falecidas, dizerem que já haviam passado por 3 anos de secas consecutivas eu não acreditei ,até viver na própria pele entre 2002 e 2005. Espero que não voltemos a essa situação, mas se o prof. Molion estiver certo, tem-se que adotar estratégias que minimizem os impactos desse clima adverso para a nossa região).

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    • Roberto Cadore Cruz Alta - RS

      Aqui na minha região também percebo isso Sr. Rodrigo...acredito que existe certa similaridade de clima entre o norte do RS e o sul do Paraná. Já estamos sentindo os efeitos desse La Nina, passamos por mais de 40 dias sem chuvas em algumas localidades, e mais, eu acredito muito no que o prof. Molion falou, pois quando ouvi há anos atrás, pessoas que hoje já são falecidas, dizerem que já haviam passado por 3 anos de secas consecutivas eu não acreditei ,até viver na própria pele entre 2002 e 2005. Espero que não voltemos a essa situação, mas se o prof. Molion estiver certo, tem-se que adotar estratégias que minimizem os impactos desse clima adverso para a nossa região.

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  • Rubens Dos Santos Silvestre Ourinhos - SP 03/08/2016 23:01

    Maior produtor de milho do mundo??? Superarmos os Estados Unidos??? Com licença!!!...

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  • Eduardo Lima Porto Porto Alegre - RS 03/08/2016 19:55

    Senhor Cadore, peço licença para contribuir nesse debate. Produzir no Brasil é uma tarefa hercúlea, literalmente coisa pra Macho, com todo o respeito às Mulheres que atuam muito bem no Setor! Quero dizer que é uma atividade para gente preparada tecnicamente, com vontade de trabalhar e com nervos de aço. Não é coisa pra frouxos. Quando não são os impostos escorchantes, as distorções no mercado de insumos que tornam os preços mais elevados do que outros países competidores pagam, os juros excessivos, a falta de uma malha logística decente, a insegurança jurídica causada pelo Governo ou pelos \"Movimentos Sociais\", vivemos numa eterna incerteza se amanhã estaremos vivos ou não. Temos ainda por cima que saber como nos virar com os Caprichos do Clima. Acho que independentemente do Governo que assuma, essas questões continuarão em maior ou menor grau sempre presentes. No que se refere ao Seguro Rural, me parece que essa ferramenta essencial está sendo desvirtuada há muito tempo no Brasil, na tentativa nobre, mas inviável, de se estabelecer um \"Prêmio Justo\" que cubra as expectativas de Renda dos Produtores do Oiapoque ao Chuí. A dificuldade técnica disso é absurda. Imagine que uma Seguradora ganha dinheiro quando a quantidade de Sinistros ou de Coberturas que ela deve indenizar for menor do que os valores arrecadados na forma dos Prêmios. É assim que funciona no Mundo inteiro. Ao se pensar numa Política Brasileira de Seguro Agrícola que não leve em consideração os fatores de risco regionais, estaremos diante de Preços ou valores de Prêmios que apresentarão distorções muito sérias. Nos locais de baixo risco, os Prêmios simplesmente não serão interessantes para o Produtor porque estarão muito acima da sua capacidade de pagamento ou do prejuízo potencial que pode vir a ocorrer. Nos locais de alto risco de Sinistros, a disposição das Seguradoras sempre será menor de participar se elas não contarem com uma reserva bancada por outras fontes. A dificuldade de implementação do Seguro Agrícola olhando apenas por essas duas razões já é grande, sem falar quando se incluem outras questões na Balança. Por isso que me posiciono sempre contrário a tentativa de uma \"Cobertura de Renda\" a nível nacional, mesmo entendendo que a intenção é ótima, porque entendo que é uma Utopia. Na minha visão e (abordei isso num Artigo publicado aqui ontem), o Seguro Rural deveria ter um foco bem definido sobre o Custo de Produção determinado no somatório dos desembolsos dos Insumos, mais os outros componentes como Combustível, Mão de Obra e até o Pró-labore do Produtor. Dessa forma, se elimina o Risco do Agricultor ficar insolvente por falta de capacidade de honrar seus compromissos com terceiros, dito de outra forma, se evita a falência do Produtor e também de quem lhe forneceu Insumos ou Serviços. O Prêmio sobre essa exposição de Risco deve necessariamente ser menor do que é cobrado nas Apólices que levam em conta o Faturamento, pois se elimina a variável incontrolável desse cálculo que é o comportamento dos Preços e a variabilidade dos rendimentos agrícolas, de região para região e de propriedade para propriedade. De maneira simplificada, a Apólice seria semelhante a de um veículo que é proporcional ao valor de mercado do mesmo, no caso Rural se contemplaria o valor desembolsado individualmente pelo Produtor (que pode variar muito numa região) e levaria em conta a incidência de problemas climáticos de cada local. O Seguro sobre os Preços que afeta o Lucro do Produtor pode ser feito diretamente na Bolsa de Futuros & Opções, seja BM&F ou Chicago. Aí existem mecanismos eficientes e que podem ser operados a valores acessíveis para se garantir um nível adequado de Preços, conforme o plano de cada Produtor. Outra confusão conceitual que muita gente comete está relacionada a remuneração sobre os investimentos como um fator agregado dos custos. O \"Custo de Oportunidade\" é uma medida que todo Investidor ou Agricultor deve levar em conta quando avalia a conveniência ou não de plantar, comparando com outras opções de maior ou menor Risco. Decidir não plantar em anos desfavoráveis ou quando se está completamente descapitalizado é muito melhor do que planta de qualquer jeito. Ninguém obriga o Agricultor a plantar e tampouco diz o que ele deve fazer dentro da sua Propriedade, assim como não importa a absolutamente ninguém o Lucro que alguém tenha numa atividade lícita e muito necessária como a Agricultura. Dessa forma, me parece que também não podemos culpar a Sociedade quando os resultados não saem como esperado, tampouco exigir-lhes que participem do nosso Risco através de subsídios, subvenções ou medidas do gênero. Se o Lucro é sagrado e pertence a quem o gerou, o mesmo vale para o Prejuízo. Do contrário, estaremos fomentando a instauração de um Regime Comunista que irá interferir no quanto, como e quando iremos plantar e a que preço teremos que vender. Provocará o que o MST tanto deseja que é o extermínio do conceito de Propriedade. Deixo essas reflexões.

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    • Roberto Cadore Cruz Alta - RS

      Sr. Eduardo Lima Porto, agradeço sua contribuição com este excelente texto, que sem dúvida exigirá que façamos uma boa reflexão sobre o assunto.

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  • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO 03/08/2016 19:51

    O sr Weider tem razão nesse caso, se não procurarmos uma saída bem rápido seremos esmagados pelos fundos..., eles estão aumentando muito, a cada ano, e com muita soja no papel..., para o mercado absorver essa quantidade demandará tempo para saber a realidade de quanto se tem de produto físico... no caso da soja e milho, o mercado trabalha com dados, ele é sensível, não está existindo mais demanda de oferta e procura..., vocês viram de sexta para segunda, o mercado subiu bem na sexta e despencou na segunda, o que é isso? Posição de fundos..., os senhores sabem muito bem, uma lavoura não muda de média para excelente em dois dias , todo mundo sabe deste detalhe..., a safra presente já está vendida talvez até 2018 -- dois anos para frente, entendem???, temos que nos unir para enfrentarmos essa situação..., sozinho não daremos conta, temos de achar uma saída..., os fundos não ligam se vendem soja de 60 ou 100 reais, certo, eles podem comprar a 67 reais e venderem semana que vem a 75 reais, o que importa que eles sempre ganham, não perdem, entendem???, fundos não plantam lavouras, eles usam sua soja e milho de abelhudo, é uma forma de ganhar muito lucro em pouco tempo, ficar milionários em nossas costas, e quem fica de sol a sol somos nós...., agora se vocês tiverem bem, ganhando dinheiro aí retiro tudo o que falei..., vamos por nosso cérebro para pensar: por que só usamos 10% de sua capacidade, podemos usar mais..., peço a todos que dêem sua opinião, talvez a sua pode estar certa!!!!!

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  • miguel moura abdalla piraju - SP 03/08/2016 13:33

    A falta do café para abastecer o mercado interno e externo cada dia se consolida no total maximo de 47 milhões de sacas com a quebra pela metade da safra do connilon.

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 03/08/2016 11:03

    O BraSil (com ÉSSE) volta nos eixos !!

    O BraZil (com ZÊ... de Zorra) da era petista está voltando a ser um BraSil, cuja Pátria respeita e protege seus cidadãos dentro da legalidade, ou seja, um verdadeiro "Império da Lei", de interferências externas e internas.

    Nesta data, o Estadão noticiou que a Justiça de Goiás com base na Lei 12.850, que tipifica Organizações Criminosas, mandou prender quatro militantes do MST.

    É a primeira vez que a Justiça aceita denúncia do Ministério Público contra lideranças sociais com base na lei de 2013 sobre organizações criminosas, especialmente no artigo 2.º, que contou com a redação da Lei 13.260, a lei antiterrorismo, que começou a vigorar dias antes da prisão dos sem-terra.

    A matéria está no link: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,justica-usa-legislacao-antiterrorismo-para-prender-sem-terra,10000066632

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  • geraldo emanuel prizon Coromandel - MG 03/08/2016 07:56

    Essas importações não me assustam, tendo que necessitaremos de importações da ordem de 5 milhões de toneladas. As perdas da safrinha são muito maiores que as anunciadas. (Uma curiosidade, quem souber responda: O Brasil tem logística (nos portos) para importação de milho em volumes elevados?)

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  • Carlos Alberto Erhart Sulina - PR 03/08/2016 06:28

    Já estou de saco cheio dessas previsões desanimadoras, acho que todo mundo já está sabendo da possibilidade do la nina, más estão alardeando demais, e deixando nós agricultores com medo de plantar, muitas vezes erram a previsão prá semana seguinte, por isso resolvi não mais ouvir isso!

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    • Cassio Elyssa Carvalho Alfenas - MG

      Totalmente apoiado

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    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      Apoio 100%, seu comentário!!!!!

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    • Rodrigo Mazur Imbituva - PR

      a ultima safra que se passou a previsão era de muita chuva ,el nino de forte intensidade e ele acertou sim ,realmente choveu muito . faz uns 3 ,4 anos que vejo chover demais aqui no sul do Paraná ,muitas chuvas fortes e nesses ultimos meses tem diminuido as chuvas e as temperaturas tambem ,então acho que esse quadro ja ta mudando .

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    • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR

      estas previsões são para influenciar mercado. Confio mais na Mãe Dinah e no Valter Mercado.

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 03/08/2016 03:10

    De jan a junho, segundo a Secex, exportamos mais de 12 milhoes de ton de milho, isso antes da safrinha. Se 40 por cento da previsão da safrinha está comprometida com contratos e a safrinha seria de 60 milhoes e, dos 40% comprometidos, 30 são com exportadores tem mais 18 milhoes para embarcar, certo? Entao, lá se vão este ano 30 milhoes pra fora. Logo entraremos em colheita em 2017 sem estoques, necessitando de 5 mi t por mes pro consumo interno. A safra verão vai ser devorada toda até junho. Mais consumo interno beirando 55 milhões de t seria a safra brasileira sem quebras. Como a quebra é muito maior do que o estoque inicial, talvez terão que ou buscar ou recomprar algo como umas 10 milhoes de ton. Isso pra começar o proximo ano zerados. Ai vem o Dr Molion e diz que a chuva vai atrasar no centro e que podemos ter geadas em abril e que o la niña entra em 2018 etc e tal...

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    • leandro carlos amaral Itambé - PR

      Isso tudo nao passa de bla,bla,bla,pois o nosso GOVERNO ao invez de tirar IMPOSTOS pra a produçao prefere incentiver as importacoes de milho,trigo,isso é uma vergonha,torno a repetir o certo é deixar 25% da area com cobertura, adubaçao verde para reduzi o custo de produçao ai esse governo aprende....

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Leandro o "GOVERNO" não é um ser alienígena que aterrizou em Brasilia para nos governar. NÓS SOMOS O GOVERNO !!! Pois toda a responsabilidade dos atos do poder público nos afeta diretamente, acho que o que estamos vivenciando com "as realidades" do famigerado governo petista é um bom exemplo. Não sei qual deve ser a ação para que essas barbaridades deixem de acontecer, mas que o "sistema" deve ser mudado ...Ah!... Isso deve !!!... Não é o governo que deve aprender... SOMOS NÓS !!!

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    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      Concordo sr Rensi, nós temos que aprimorar nossas atitudes, nossa capacidade de pensar e usar nossas habilidades em todos os sentidos, pararmos com esse medo de mercado, parar de ouvir esses analistas que não sabem de nada, igualmente falou nossos amigos produtores, se soubessem usavam para eles, você tem seu custo, você estima sua produção, tem seus gastos na sua mão, confio mais no sr Liones severo, ele tem os pés no chão, suas análises, são mais firmes, falar nisso ele tá sumido igualzinho ao mineirinho, só escutado e vendo caladinho, nós adaptamos a todas as situações que vem, então vamos nos adaptarmos a essa nova realidade, tudo isto que está acontecendo é simplesmente resultado dos votos do povo brasileiro desinformados , são a maioria que recebe bolsa família e todas as mordomias do governo, votam por votar e vende seus votos e não podem cobrar ninguém foi feito o negócio pronto, vamos nos aliar tirar proveito do que nós sabemos, mudar para melhor , seja humilde, se não sabe pergunta!!!

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  • elcio sakai vianópolis - GO 02/08/2016 22:55

    Sou produtor, e garanto que a minha estratégia de vendas é vender na alta..., com o milho neste preço venderei tudo que será colhido imediatamente após a colheita..., tenho certeza que não está havendo retração dos produtores, pode até haver algumas minorias, mas é certo que produtor especula quando o preço está em baixa e não na alta, como vem acontecendo.... Assim, não entendo porque tantos analistas falam em retração por parte dos produtores, a realidade é que a quebra é tão grande que analistas de mercado acham mais fácil culpar os produtores do que assumir que não temos milho suficiente no Brasil.

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  • Deni Saez Santo André - SP 02/08/2016 22:46

    Receita de Lula frita

    Ingredientes

    1 1/2kg de lula pequena, limpa, sem pele e cortada em anéis

    Azeite

    3 colheres (sopa) de suco de limão

    300g de farinha de trigo temperada com sal

    2 ovos batidos

    Limão em fatias

    Tabela de conversão de medidas

    Modo de preparo

    Prepare uma marinada com 3 colheres de sopa de azeite e o suco de limão.

    Deixe a lula nesse molho por 1 hora, virando-a de vez em quando.

    Sacuda ligeiramente a lula para secá-la.

    Passe na farinha de trigo, depois nos ovos batidos e novamente na farinha de trigo.

    Frite a lula em bastante azeite quente por cerca de 3 minutos, ou até que a lula esteja crocante e dourada.

    Escorra-a sobre papel absorvente.

    Sirva quente, guarnecida com as fatias de limão.

    Rendimento:4 porções

    Tempo de preparo: 40 minutos

    Dificuldade: Baixa

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  • weider borges oliveira bom jesus - GO 02/08/2016 20:32

    A todos os produtores: com essa importação de milho mais uma vez fica claro que todos os governos, seja ele qual for o partido, até mesmo o Ministro da Agricultura que é um produtor de alimentos, não se importa com os produtores..., agora com essa quebra de produtividade da segunda safra os valores pagos pelo milho estão em patamares altos se comparados com os anos anteriores, só que eles se esquece que o motivo foi por problemas climáticos, que mesmos com esses valores praticados, em alguns casos que a produção foi muito baixa ou até mesmo sem produção não paga os custos, e ainda quer pisar no pescoço do produtor pra ajudar as industrias, as granjas e pra se pensar se não seria melhor plantar menos áreas escalonando as culturas com isso iriamos ter custos menores com maquinários, funcionários, investimentos no solo, etc. mas teríamos a mesma renda bruta com preços mais altos e com custos menores ai talvez esse atores, polticos e empresas parassem de falar mal dos produtores, manipular preços e outras coisas mais; é apenas uma ideia, vamos nos unir e achar um solução, senão vamos morrer de trabalhar e ser a pior classe desse pais com todo esses descaso em que sofremos. vamos pensar numa solução!!!!!!!!!

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Weider a complexidade do mercado extrapola as fronteiras dos países. O Brasil é o maior exportador mundial de soja in natura, porque o Sr. acha que o país consegue realizar esse feito? Será que o preço que vendemos não está abaixo dos custos de produção de alguns países? Os governos que compram nosso soja querem acabar com a classe dos produtores rurais de seu país? O MERCADO IMPÕE AS REGRAS DO JOGO !!!

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    • leandro carlos amaral Itambé - PR

      A soluçao Sr.WEIDER,esta em nossas maos ja pensou em deixar 25 % de area sem plantar,lado

      veja as sobras de ADUBO,OLEO DIESEL,INSETICIDA,no proximo ano eles terao que abaixar os preços iamos usar a LEI DA OFERTA PROCURA para o nosso

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    • leandro carlos amaral Itambé - PR

      obs.lado é no final do texto

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    • beto palotina - PR

      Ai e queta o X d questao os agricultores nao tem uniao para isso se um diminuir ai o visinho quer aumentar p planta mais kkk

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    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      O sr Weider tem razão nesse caso, se não procuramos uma saída bem rápido seremos esmagados pelos fundos, eles estão aumentando muito a cada ano, e com muita soja no papel , para o mercado absorver essa quantidade demanda tempo para saber a realidade de quanto se tem de produto físico no caso da soja e milho, o mercado trabalha com dados ele é sensível, não tá existindo mais demanda de oferta e procura, vocês viram de sexta para segunda, o mercado subiu bem na sexta e despencou na segunda, o que é isso? Posição de fundos os senhores sabem muito bem uma lavoura não muda de média para excelente em dois dias , todo mundo sabe deste detalhe, a safra presente já está vendida talvez até 2018 dois anos para frente, entendem, temos que nos unir para enfrentarmos essa situação, sozinho não dá conta, temos que achar uma saída, os fundos não ligam se vendem soja de 60 ou 100 reais, certo, eles podem comprar a 67 reais e venderem semana que vem a 75 reais, o que importa que eles sempre ganham não perdem, entendem, fundos não plantam lavouras eles usam sua soja e milho de abelhudo, é uma forma de ganhar muito lucro em pouco tempo, ficar milionários em nossas costas, e quem fica de sol a sol somos nós , agora se vocês tiverem bem, ganhando dinheiro aí retiro tudo o que falei, vamos por nosso cérebro para pensar porque só usamos 10% de sua capacidade, podemos usar mais, peço a todos que dêem sua opinião, talvez a sua pode dar certo!!!!!

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  • José Elias Nova alvorada do sul - MS 02/08/2016 16:53

    ...ajuda as industrias e prejudica o produtor brasileiro!

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      O governo e' tao lerdo mas tao lerdo em tudo que faz, que este milho vai chegar em agosto do ano que vem

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    • beto palotina - PR

      Seu carlo ele e lerdo p ajuda mas p atrapalha nao

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  • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 02/08/2016 16:19

    Quanta mentira!!! Safra maior, EUA colhendo safra, não colocar entraves.... Diz aí, se um navio entrar na fila pra carregar milho nos EUA, quantos dias terá que esperar? Um milhão de toneladas não faz nem cócegas.

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    • Hilário Casonatto Lucas do Rio Verde - MT

      É muito pouco milho para toda essa tormenta,pequenos lotes hoje em Lucas saiu à R$ 38,00 por saca

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    • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA

      De jan a junho segundo a sesex expirtamis mais de 12 milhoes de ton ,isso antes da safrnha. Se 40 por cento da previsão da safrinha esta comprometido com contratos e a safrinha seria de 60 milhoes e

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    • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA

      E dos 40% comprometidos 30 são com exportadores tem mais 18 milhoes para embarcar certo? Entao la se vão este ano 30 milhoes pra fora

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    • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA

      Maisconsumo interno beirando 55 seria a safra brasileira sem quebras. Como a quebra é muito maior do que o estoque inicial talvez terão que ou buscar ou recomprar algo como umas 10 milhoes de ton.Isso pea começar o ptoximo ano zerados.Ai vem o Dr Molion e diz que a chuva vai atrazar no centro e que podemos ter geadas em abril e que o la niña entra em 2018 etcc e tal.

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    • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA

      Entao entraremos em colheita 2017 sem estoques necessitando de 5 mi por mes pro consumo interno. A safra verão vai ser devorada toda até junho.

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  • José Roberto de Menezes Londrina - PR 02/08/2016 14:24

    A produção de alimentos envolve o manejo integrado de sistemas com eficiência sintrópica (organizada) definida pelo histórico produtivo dos agrossistemas envolvidos. Proibições unilaterais pautadas em monopólios e ou diretos de autoridades, na maior parte das vezes desorganizam a cadeia produtiva. Hoje, a produção de sementes de soja no estado do Paraná vive um momento de entropia (desorganização). As sementes importadas de outros estados, além da baixa qualidade extrapolam em mais de duas vezes os limites superiores de preços, praticados anteriormente. Com grandes prejuízos aos produtores e redução de competitividade da cadeia produtiva. A falta de sementes é consequência da proibição do plantio de soja de janeiro a março. Período com décadas de resultados positivos para produção de sementes de custos competitivos e ótima qualidade sanitária e fisiológica. Os prejuízos causados pela proibição do plantio de soja de janeiro a março superaram os riscos das hipóteses de catástrofes futuras, pautadas em índices de danos duvidosos. Sugiro que as grandes Cooperativas Paranaenses consultem seus cooperados e adotem sugestões práticas para corrigir os problemas gerados por medidas nocivas aos interesses da agricultura paranaense. Que adjetivo podemos utilizar para definir normas que proíbem o melhor e dificultam o desenvolvimento tecnológico?

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Resposta: SOCIALISMO RURAL !!!

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    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      Concordo plenamente com o sr Rensi!!!

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