Fala Produtor

  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 01/08/2016 14:25

    No final o negocio é fugir de banco (estelionato oficial), procurar o mercado para custear os insumos, sai muito mais em conta.

    O seguro agrícola no Brasil continua sendo uma piada de mau gosto..., se é obrigado não é bom! abaixo postei as noticias sobre o seguro rural onde o congresso derrubou o veto da terrorista na lei que obrigava a contratação de seguro rural.

    Pelo visto sempre dão um jeito de impor (imposto) sobre nós custos extras sem beneficio algum.

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  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 01/08/2016 14:20

    Acaba obrigatoriedade de Seguro Rural:

    http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-agricola/174139-acaba-obrigatoriedade-de-seguro-rural.html#.V5-ErjUwCDm

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  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 01/08/2016 14:16

    a Lei diz que seguro rural não pode ser condição para liberação de financiamento:

    http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-agricola/175662-lei-diz-que-seguro-rural-nao-pode-ser-condicao-para-liberacao-de-financiamento.html#.V5-DvTUwCDl

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  • miguel moura abdalla piraju - SP 01/08/2016 13:18

    CAFÉ: Caro produtor miserável (por falta de políticas publicas) e defensores do setor... Com um ano totalmente complicado (pela falta de estoque) e uma safra menor do que esperado (na faixa de 47 milhões de sacas), só nos resta a não vender o café que estamos colhendo pois o estoque interno não suporta 20 dias de desaforo dos produtores... Sejam forte por uns dias...

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  • Angelo Miquelão Filho Apucarana - PR 01/08/2016 10:35

    O famigerado seguro agrícola só vai fazer sentido quando realmente cobrir os interesses dos produtores, e não apenas os das instituições financeiras, cooperativas e lojas de insumos! Será que é tão difícil fazer ou entender, que o agricultor precisa sobreviver da renda de suas lavouras? Precisamos de um seguro de renda que possa garantir a nossa continuidade na agricultura, pois qualquer outro sistema que ignore isso não é digno de ser contratado! Pagamos as contas, e dai, ficamos a pão e água? Cadê a bancada ruralista, cadê o pessoal da confederação, estão de férias com nosso dinheiro?

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    • Valdomiro Rodante Junior Porangatu - GO

      Vivi isto na pele este ano, pois a nossa região a perca foi enirme com a falta de chuva, e para completar o governo não pagou a subvensão , tive que pagar com juros e correção , nenhuma entidade vai atras para nos defender , o governo promete e não cumpre..., sabe que não temos representação , por isso que não pagam o que é prometido( subvensão)

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  • victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 01/08/2016 09:36

    Este pisca-pisca da bolsa não é normal... Amanhã cai depois sobe... alguém está ganhando com isto... Antigamente o mercado tinha mais credibilidade... Os Departamentos do Governo eram sérios e transmitiam seriedade... Hoje o sujeito vê a corrupção campeando, complô de toda especie aproveita da situação... Cadê um levantamento sério dos estragos causados pela geada??? Outro dia saiu um texto aqui mesmo dizendo que o frio não prejudicou a produção do Triangulo Mineiro... Ora, primeiro que não foi frio e sim geada e a produção que vai ser prejudicada será a do ano que vem... Quer dizer, uma notícia tendenciosa publicada aqui mesmo neste Site que se diz pro produtor rural... Em tempos normais o café com estas intempéries porque está passando já deveria com os preços muito elevados...pena o café não falar inglês como a soja, porque esta sim segue verdadeiramente aquela lei que infelizmente não esta sendo aplicada no café...

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  • Mateus Lopes Camacho - MG 01/08/2016 09:20

    Será que o café vai subir acima R$ 500 a saca esse ano??!!.

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  • Paulo Roberto Nicola Santiago - RS 01/08/2016 08:40

    A soja e o custo de produção -- Para a maioria dos produtores passou "a lo largo" a hora fixar os custos da lavoura para a próxima safra e garantir um resultado satisfatório. Certamente os mais capitalizados já o fizeram.

    Hoje no RS, para quem produz soja com média similar a média do estado, aferida nos três últimos anos (47,32 sc/ha), e pagam um arrendamento equivalente a 12sc/há ao ano, o custo para produzir um saco de soja é de R$ 70,39.

    ?O preço estabelecido pela Agropan (Cooperativa Agrícola de Tupanciretã) para contratos futuros - maio de 2017, é de R$ 80,00/sc de soja, o que resulta para o pequeno e médio produtor um lucro bruto 13,65% sobre o faturamento. Historicamente foi de 27%, o dobro da lucratividade de hoje.

    Hoje o PAB, índice que serve de referência ao preço da soja, indica uma sobrevalorização de 6% no preço atual. A tendência da soja é recuar e estabilizar-se em R$ 74,26/sc. Para um custo de R$ 70,39? Complicado.

    Com a redução na margem de lucro, mais do que nunca deveremos estar atentos à venda de nossa produção. Perspectivas de redução de estoques elevam significativamente o preço por algum período. É onde uma boa gestão pode identificar esses momentos e melhorar a lucratividade.

    Preocupam as previsões que indicam precipitações de chuva abaixo da média para a próxima safra. Baixa lucratividade e alto risco não deveriam andar juntos, ainda mais na agricultura.

    ?Outro fator a ser levado a sério em época de vacas magras é o custo de subutilização do maquinário. Em áreas plantadas menores de 400 ha, o custo por hectare vai aumentando significativamente. Custo invisível, pesado demais para atividades de baixa lucratividade. Que o digam os profissionais da indústria. É o pesadelo em épocas de crise.

    Na média a soja sempre foi uma atividade excepcionalmente lucrativa e certamente continuara a ser lucrativa, porém com margens bem menores, mas para tanto se faz necessário uma gestão financeira um pouco mais técnica e um pouco menos intuitiva.

    Mais do que nunca uma rotina bem definida para a aquisição de insumos e para a comercialização da safra se faz necessário.

    Grandes mudanças na economia exigem grandes mudanças na gestão financeira e uma reavaliação de procedimentos. Houve épocas em que a paridade entre o saco de adubo e o saco de soja determinava o momento ideal para a compra desse insumo. Foram épocas em que os fungicidas, mão de obra com seus encargos e os juros altos não representavam tanto no custo da lavoura.

    É, foram grandes as mudanças...

    A planilha com os custos e o índice PAB se encontram no site do autor.

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  • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 01/08/2016 07:33

    O problema do Trigo (que é de décadas, e a EMBRAPA tão propalada e nada resolveu até hoje) não é durante a fase vegetativa e na fase final de floração e formação dos grãos... motivadas por geadas.. e chuvas em excesso que provocam doenças fúngicas que afetam a produtividade e a qualidade dos grãos... conheço isto desde ontem... ontem foi em 1975.. e a embrapa fez o que durante estes anos todos?? ..nada.. nada e nada.. e olha que a conta trigo pesa na balança comercial brasileira...

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  • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 01/08/2016 07:28

    A tal demanda no primeiro dia útil do mes..se escafedeu..mudou..parem de chutar..parem de viajar na maionese...é histórico(salvo algumas exceções)sobe nos últimos dias..os fundos fecham seus balancetes e cai..é so prestar atenção..

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Fiz este comentario as 7,28 da manhã...olhem a despencada neste momento...dias atraz teve um gaucho de Passo Fundo que me chamou de adivinho...e acertou...adivinho mesmo e principalmente quando afirmo que os tais analistas chutadores e jornalistas neófitos e principiantes falem que na quinta e na sexta subiu pela DEMANDA...agora inventam outras desculpas esfarrapadas pela queda...sinal que os porquinho as galinha e os boizinho entraram em greve de fome hoje..e a demanda despencou !!!!!!!!!!acordem..

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  • Lindalvo José Teixeira Marialva - PR 31/07/2016 13:46

    Nosso tempo, nosso clima..., esse é o maior inimigo da produção de alimentos... Respeitar e ser respeitado, quem zela tem sempre... Temos que aprender a estocar água, tanto no solo como nas represas..., água que vai, não volta... Tem produtor plantando de morro abaixo, assim, além da água, vai embora o solo, o adubo, vai tudo..., absurdo? pastagens, quantas tem conservação de solo??? Energia solar para irrigação??? Centro do Brasil tem sol o ano inteiro. Estamos gastando óleo diesel para tocar sistema de irrigação. Tem muita coisa para melhorar, somos amadores em sustentabilidade. Bom, de uma coisa não podemos reclamar, nossa terra é boa e nossa gente melhor ainda. Análise???

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    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      Falei em um dos meus comentários no dia 30 a situação da Bahia e do Tocantins, sobre falta dágua em suas represas e rios, a situação é preocupante Lindalvo, que é o mesmo que você está se referindo, nós mesmos estamos destruindo nossas reservas de água, sabe porque? Vou falar o que vejo em meu estado, tenho visto aqui no sul do estado de Tocantins, várias represas sem mata ciliares e sem APP, e as mesmas estão secando, vejo os solos totalmente sem palha e com pactados , não tem reserva de água nem nos solos e nem nas represas e rios, a fazenda que arrendo e moro atualmente tem uma represa de + ou - 10 há de lâmina dágua, mas em seu redor e em sua nascente existe mais de 50 há de mata, até agora com mais de 3 meses de seca intensa e ela está saindo água em seu canal de escoamento de excesso, isso mostra que podemos ser produtores, não só de alimentos mas também produtores de água..., o nosso solo por si só já é uma caixa dágua natural, mas precisa ser descompactado, e também plantar palhas, são solos degradados e de vários anos de pastagem sem renovações, podemos mudar tudo isso , temos que nos concientizar deste grave problema, falta de água, só depende de nós mesmos, pense nisso com muito carinho, depende da vontade de cada um dos produtores é o nosso futuro que está em jogo...!

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    • geraldo emanuel prizon Coromandel - MG

      Estocar água, esse é o grande problema em Minas... Não se consegue licença para se fazer barragem em Minas, pois em sua grande maioria as represas estariam em áreas de veredas. É uma legislação burra, pois onde se pode observar, as barragens construídas em veredas não afetam o ecossistema, ao contrário, em seu entorno a fauna e a flora são exuberantes. As barragens existentes são antigas, boa parte delas não seriam construídas hoje devido a esse problema. Aqui temos que literalmente observar as águas correrem pro mar sem poder usá-las. Minas que destino.... sem água e sem mar...

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Sr. Geraldo, será que a legislação é burra? Ou é eficiente para atender a outros interesses? O ambientalismo é uma indústria que fatura muito dinheiro público. O interesse dessa gente não é discutir aspectos técnicos dos sistemas de produção e melhora-los, o objetivo é fazer muito dinheiro através do terrorismo e da chantagem, transformando a sociedade em vitima e os produtores rurais em algozes. Todas, repito, todas as medidas tomadas pelo Estado, com o auxilio e colaboração da bancada ruralista, não visam de maneira alguma resolver aspectos técnicos para preservação do que quer que seja, o alvo final é sempre os cofres públicos, para isso precisam convencer a sociedade da veracidade de suas acusações. Essa gente vive de fraude.

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  • victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 31/07/2016 12:34

    UFC é uma tremenda marmelada, a MEGA SENA dizem que tem maracutaia, as Urnas eletrônicas também, decisões do STF são direcionadas, porque a BOLSA DE VALORES vai ser santinha????, incólume aos interesses monetários deste ou daquele lugar... Depois desta violenta geada, com os cafezais destruídos, comprometendo irremediavelmente a safra futura, a Bolsa de Valores não fede e não cheira, só pode ter algum algo que eu nem quero saber...

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  • Paulo Roberto Seattle 31/07/2016 06:46

    O STF está a descumprir suas funções de um tribunal constitucional, transformando-se num tribunal de exceção parcial. A continuar desse jeito, sofrerá uma intervenção em breve, com apoio do povo brasileiro.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      xará... Intervenção no STF???... É esse SEATTLE deve ser bem longe !!! ... O Brasil é um país localizado na América Latina, mais precisamente, América do Sul e, vão-se mais algumas gerações para "atentar intervenção no STF" ...

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  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 30/07/2016 20:34

    Fui ao Banco do Brasil na quinta-feira, o gerente me disse que não vai liberar custeio para safra sem que o produtor contrate o inútil "seguro agrícola"... estão ignorando a Lei que impede obrigar a contratação! Outro detalhe importante: Também a subvenção do seguro agrícola da safra atual não foi paga ainda --, portanto o produtor vai ter que pagar integralmente o lixo de seguro agrícola que foi obrigado a contratar! o Banco do Brasil deveria ser investigado!

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    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      Estou na mesma situação aqui em Gurupi, só sai custeio com o inútil seguro agrícola, sendo contratado juntamente com a cédula, e tive que pagar a subvenção de + 68 mil reais, que não foi pago pelo governo federal na safra passada, teve uma grande promessa dia13 de julho que o dinheiro estava liberado para subvenção, mas até agora nada, tive que tirar dinheiro dos investimentos infelizmente para custear o restante do custeio da safra 2015/2016, isso é Brasil, isso é um país de malandros, quem realmente trabalha não vale mais do que uma caixa de fósforos, faço a seguinte pergunta, até quando vamos suportar essa situação? Quando vamos criar coragem e virar homens e encarar de frente esse governinho de merda? Só sei de uma coisa eles tem muito dinheiro para suportar vários anos pisando em nossos pescoço s, e nós temos muitas dívidas para pagar com nosso suor, a que ponto chegamos....

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      Esse ano não vou financiar mais em banco, dependendo de como terminar a safrinha.

      Estou comprando tudo a prazo direto com os fornecedores, o custo financeiro real é muito menor que o custo real do empréstimo bancário. Mas ainda tenho que tirar dinheiro do bolso para pagar esse lixo de seguro agrícola, que vai ficar muito mais caro ainda do que foi me passado na contratação do finame. Dinheiro que vou ter que tirar também do já combalido caixa da fazenda, que para nós reflete diretamente em cortes de despesas, mesmo que sejam despesas fundamentais, pois ao contrário das estatais não expropriamos os recursos de ninguém para recompor o caixa.

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      Essa diferença que o banco está cobrando da subvenção do seguro que não veio seria o dinheiro que iria usar para despesas do dia a dia da propriedade para chegar até a colheita da soja no que vem. Agora a única esperança é esperar que o milho suba mais para compensar essa perda extra, senão terei que procurar algum meio de emprestar esse dinheiro em algum lugar.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Guilherme, esses são os interesses especiais de que Sérgio Moro está falando constantemente. "Interesses especiais não podem se sobrepor à lei". Mas no Brasil é assim, o João Martins fala pessoalmente com o presidente, e fingem estar tudo bem. Conversinha para protocolo, midia. Ele esteve com o Temer e falou em melhorar os instrumentos de politica agricola, quando o certo seria pagar. Para eles a lei é apenas um detalhe, que importa se o financiamento não sai para o Wellington, para o Guilherme, se para eles basta um telefonema e o dinheiro está na conta?! A politica do Banco do Brasil, apesar dos slogan bonitinhos, sempre foi de concentração de recursos nas mãos de poucos, quem é que não sabe disso?, exatamente o contrário daquilo que pregam e divulgam à sociedade, os produtores ficam quietos, mas a sociedade vê. Vejam só o exemplo do Romero Jucá, participou de um evento junto com o João Batista, acho que em Roraima, e disse que estava a favor do povo, dos agricultores, que o governo isso e aquilo, para agora aparecer ao lado de um dos maiores criminosos do país, Renan Calheiros, ladrões, bandidos. E cadê as entidades representativas do agronegócio para cobrar do STF a prisão desses vagabundos? Será o rabo preso? E a outra metade dos produtores rurais quem comentam ou leêm nossos comentários que desaprovam que sequer se fale nesse assunto? Afinal quem financia a bancada ruralista, a sociedade ou os produtores rurais?

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    • beto palotina - PR

      Isso ai e tudo jogada o produtor pagou suas contas e se capitalizou. Essa foi a maneira de fazer com que ele queime o pouco d caixa q fez .

      pq.pq.pq. e a pergunta

      Para dai venderem seus produtos pois as empresas especuladores cooperativas estao preecisando comprar barato e com o produtor capitalizado nao conseguem...

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Rodrigo, diz-se que as leis seguem os costumes e as tradições de um povo.

      Na Constituição de 1824 o Art. 99 declarava que a "pessoa do Imperador é inviolável e sagrada; ele não está sujeito à responsabilidade alguma". No caso, a figura do Imperador está de uma forma difusa ou, bem escrachada dos presidentes e presidentAs salvadores da pátria, quase que sagrados, pois é um sacrilégio ousar acusá-los de algum malfeito.

      Quanto aos 3 poderes, comum em sistemas democráticos, tínhamos naquela Constituição e, acredito que até hoje, pois os costumes no âmbito político no Brasil são imutáveis, o "quarto" poder, O PODER MODERADOR.

      O Poder Moderador é o que se sobrepõe aos poderes Legislativo, Judiciário e Executivo, cabendo ao seu detentor força coativa sobre os demais.

      Não está na hora de exigirmos... MUDANÇAS !!!

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    • Angelo Miquelão Filho Apucarana - PR

      O famigerado seguro agrícola só vai fazer sentido quando realmente cobrir os interesses dos produtores, e não apenas os das instituições financeiras, cooperativas e lojas de insumos! Será que é tão difícil fazer ou entender, que o agricultor precisa, que ele sobrevive da renda de suas lavouras? Precisamos de um seguro de renda, que possa garantir a nossa continuidade na agricultura, pois qualquer outro sistema que ignore isso, não é digno de ser contratado! Pagamos as contas, e dai, ficamos a pão e água? Cadê a bancada ruralista, cadê o pessoal da confederação, estão de férias com nosso dinheiro?

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      Beto, é mais ou menos isso, o governo quer dar um jeito de manter o produtor eternamente refém (ou dependente) do Estado e de entidades "paraestatais".

      Se o produtor se capitaliza e deixa de depender do custeio oficial como esses bancos vão arrancar em torno de 25% a 30% de juros ao ano (esse é o valor que tenho pago somando tudo que cobram na contratação do custeio, que no final das contas, são todas taxas e juros, pois nada traz beneficio real ao produtor.

      Juros, IOF, seguro agrícola que não "assegura nada", seguro de vida onde o banco é o beneficiário, cartório, imposto (IOF), aplicações financeiras e as perdas inflacionarias das mesmas, consórcios com mesmas perdas (custo de oportunidade do capital), taxa de 0,75% sobre liberação do dinheiro (BB agro), etc etc etc...

      É como em toda ditadura comunista que precisar manter o povo refém, dependente do estado.

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      "Deixe-me dizer em que acredito: no direito do homem de trabalhar como quiser, de gastar o que ganha, de ser dono de suas propriedades e de ter o Estado para lhe servir e não como seu dono. Essa é a essência de um país livre, e dessas liberdades dependem todas as outras." Margaret Thatcher

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      "Os socialistas gritam ?Poder ao Povo' e erguem o punho cerrado enquanto o dizem. Todos nós sabemos que o que realmente querem dizer é ?Poder sobre as pessoas, Poder ao Estado?." Margaret Thatcher

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 30/07/2016 15:57

    O presidente da CNA João Martins, junto com a diretoria da entidade, esteve reunido com o presidente Michel Temer. Levou dez medidas ao presidente, entre elas, a que chamou mais minha atenção, "entende como prioritário para fortalecer o segmento a ampliação do alcance da política agrícola para todos os produtores rurais, independente de seu porte". Isso no mínimo é mal explicado, uma coisa genérica que pode significar qualquer coisa..., eu, por exemplo, entendi que a mesma politica aplicada aos pequenos e médios deve ser estendida aos grandes. Não concordo com isso, o sujeito quer ser empresário que vá ser por sua conta e risco..., ou não é verdade que todos os empresários, de todos os setores, correm riscos? Como é que vai garantir renda para um produtor que planta mais de 1.000 ha? Outro ponto é a "melhoria nas condições de acesso ao crédito rural e desburocratização dos instrumentos de política agrícola". Ué, mas quais são os problemas com o crédito rural? E quais são as melhorias propostas pela CNA? Queremos saber, nosso consentimento não é para que vocês negociem em nosso nome qualquer coisa que quiserem, e mais: sobre a desburocratização das politicas agricolas, vão modificar quais instrumentos? Com o apoio de quem? Quais são os politicos envolvidos nessas negociações e qual instituição pública é responsável por essas politicas e quem é que manda, o nome do sujeito? Ainda há a modernização da legislação trabalhista, que é outra proposta da CNA, mas quem é que vai apoiar a modificação da famigerada CLT, a bancada ruralista? Dentro da bancada ruralista quais serão as dificuldades e quem serão os deputados contra? O problema da comunicação não é entre a sociedade e produtores, é entre os produtores e seus lideres.

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    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      Não, cade a soja dos fundos, não tava bombando, preços caindo, cheio de blá blá, sera que nós produtores somos um bando de trouxas e não temos nenhuma informação, nós não conversamos uns com os outros, no Brasil inteiro..., e fala se em aumento de área de soja para a próxima ssfra, com que dinheiro, qual recurso, se nós não estamos recebendo do inútil seguro agrícola..., no meu caso falta mais de 100 mil reais para receber, fomos obrigados a pagar a subvenção, que o governo vagabundo não pagou, porque não tem dinheiro, 200 milhões de reais, sendo que se gasta 1 bilhão em um estádio elefante branco nesse país, estamos totalmente endividados, com nossos investimentos atrasados..., povo brasileiro, sociedade brasileira, vocês dão um jeito de acordar que a situação é séria, e esse governinho de merda tá pensando que é apenas uma marolinha, igual a do fila da puta do LULA, comecem a aprender a plantar em seus quintais, em seu lotes, apartamentos, latas, vasos, sei lá onde quiserem, a coisa tá seria demais e do jeito que tá não vai dar para continuar, infelizmente, sou produtor rural a 23 anos , isso tá no DNA e no sangue que corra em minhas veias, mas não tá dando certo , não vamos suportar mais, ficar trocando seis por meia dúzia, pesso a todos os produtores que estão no notícias agrícolas , sei que muitos de vocês, leram nossos depoimentos e não gostam de se exporem com suas ideias, ideais, críticas, sugestões, agradecimentos, elogios..., enfim vamos nos unir, unidos seremos mais fortes, contra tudo e contra todos, lembre-se estamos no mesmo barco se ele afundar, afundamos juntos, aproveitem esse espaço para sua luta pela dignidade e a vida, não para ficar pondo defeitos naqueles que expõem suas idéias, temos que respeitar uns aos outros somos bem maduros, muitos são pais e até avós, temos que ser espelho para nossos futuros seguidores, estou só ouvindo e vendo reportagens, ama atrás da outra, estado da Bahia, mais de 72 mil há de pivôs não estão plantando por falta de água, grupo SLC na Bahia vai reduzir mais de 20 mil há de plantio essa safra, produtores de 5 mil há na Bahia estão parando com seus plantios, rio urubu no estado de Tocantins está seco, rio formoso também seco, enfim é muito mais sério do que vocês pensa, vamos parar de ser egoístas e correr atrás de melhoras, mesmo aqueles que por ventura Deus abençoou e colheram bem está safra e safrinha, somos todos irmãos filhos e jardineiros de Deus, amanhã pode ser vocês que estaram com dificuldades, desculpem o meu desabafo , mas estou preocupado com a segurança alimentar desse país, não adianta dinheiro sem alimentos para comprar, comida não nasce nem no prato e nem nos supermercados de todo o Brasil e do mundo, deixe o orgulho de lado e vamos em frente, parar talvez sim, mas desistir jamais.

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