Fala Produtor

  • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO 16/07/2016 11:53

    O Brasil está prestes a dar um grande passo em sua produção de alimentos, aliadas às grandes áreas a serem exploradas..., no país temos mais de 200 milhões de hectares de pastagens degradadas a serem exploradas em todo território, sem a necessidade de arrancar nem um ha de matas ou florestas... portanto, depende exclusivamente de nós produtores..., mas tem um detalhe, essas mazelas dos políticos não podem nos atrapalhar, porque é só o que fazem..., temos de exigir do Ministério da Agricultura e do FPA, que se cobrem dos ministros da agricultura, integração nacional e relações exteriores, que se façam acordos com outros países, abram mercados para esses países não ficarem só na mão de um só, como a China..., temos vários mercados, índia, Paquistão, África e etc...são muitos pequenos e grandes..., nos próximos em 25 anos temos de aumentar a produção em 40%, isso significa um incremento de 80 milhões de toneladas..., é fácil falar e pedir mas não fácil de fazer nas condições que estamos trabalhando, sem rumo, sem renda, sem incentivo..., não podemos aceitar tudo que o governo vem fazendo, pois ele está no caminho errado..., todos os países derreteram seus juros para incentivo de crescimento, o Brasil é o único país no mundo que só fala em aumento de impostos..., não sou economista, mas vejo que estamos no caminho errado..., temos de aquecer a economia e só a aqueceremos se houver incentivo e melhores salários em todos os setores..., devemos andar de mãos dadas com o governo, mas não aceitar tudo o que fazem..., fiquemos atentos e de olhos bem abertos...

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  • Marcelo E Luders Curitiba - PR 16/07/2016 11:25

    Admiro sempre as análises do Steve Cachia. A experiência aliada ao estudo profundo deste tema torna clara e objetiva a análise. A oportunidade e responsabilidade que está diante do Brasil se estende até mesmo ao nosso Feijão. Olho nisso, produtores.

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  • dejair minotti jaboticabal - SP 15/07/2016 22:05

    O QUE ESTE SAPO BARBUDO ESTA FAZENDO FORA DA JAULA??!!,.. VENHA FAZER UM DISCURSO DESTE NO SEU BERÇO, SÃO BERNARDO..., SERIA O PRATO SAPO EM OMELETE, POIS OVOS NA SUA CARA NÃO FALTARÃO... PONHAM ESTE FARSANTE LOGO NA CADEIA... DEIXE DE ENGANAR OS NORDESTINOS, SEU CABRA DA PESTE.

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    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      Não tinha que aposentar esse vagabundo de forma alguma, minha mãe tem 60 anos, trabalhou igual um homem o tempo todo na zona rural de sol a sol , com as mãos e braços tudo arrebentados , desvio na coluna , bico de papagaio, esporão, joelho estourado, e até hoje não conseguiu aposentar, os vagabundos do INSS, disse que ela nunca contribuiu, durante todos seus 50 anos de trabalho, e esse vagabundo não fez nada , só roubou, aposenta com 15.400,00, tem base isso, é o Brasil...

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      He! He! (risos). Sr. Wellington, só retificando a sua informação, pois o valor de R$ 15.400,00, não é exato. Veja o que foi veiculado no Diário do Poder: APOSENTADORIA ALOPRADA

      O presidente do Senado, Renan Calheiros, garantiu ao ex-ministro da Casa Civil de Dilma e ex-senador pelo PT-SP, Aloizio Mercadante, uma ótima boquinha pós-governo. Foi dada a Mercadante aposentadoria de senador: 16/35 dos subsídios ou R$18,8 mil por mês pelo resto da vida.

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    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      Obrigado sr Rensi por ter me atualizado nesses dados, fico estarrecido de tantas maracutaias que esses políticos malandros inventam cada dia, é um número diferente do outro é tanto dinheiro que eles se perdem dentro de tantas notas de 100, e minha pobre velhinha com 60 anos , nem se quer sabe o dia do seu aposento, fica só sonhando!!!

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Enquanto estivermos correndo atras das maracutaias, demonstra que a porteira está aberta para que elas continuem a serem realizadas. O que acha de começarmos a discutir em "FECHAR AS PORTEIRAS"... Um exemplo tipico é essa situação atual do país, estão trocando os artistas, mas as regras para se fazer o filme se mantem... Como podemos esperar mudanças? ... Lá na frente vamos voltar a dizer: ESSA NOVELA EU JÁ VI !!!

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  • Virgilio Andrade Moreira La Paloma 15/07/2016 20:45

    Fala sério!!!! E a soja ?? Queremos vender soja para os hindus ! Como é o mercado ??

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    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      Lá fora meus amigos, paise que nem a índia,Paquistão , África, estão pedindo clemência para nós produtores, pedindo socorro alimentar, e o que fazemos , nada, nossos ministros estão segos , e sem rumo, desse jeito, ficaremos a mercê de nada...

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    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      Desculpem: países e cegos.

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  • Cácio Ribeiro de Paula Bela Vista de Goiás - GO 15/07/2016 16:02

    Se nossos governantes nao atrapalharem, chegaremos la!! Com um fator importante agregado: RENDA PRA TODAS AS CADEIAS PRODUTIVAS LIGADAS AO AGRO. E mais: COM SUSTENTABILIDADE!!

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  • LUIZ CARLOS SOBRINHO Aparecida de Goiânia - GO 15/07/2016 15:03

    Na verdade a situação do milho é assustadora. Se o governo, por meio do ministério da agricultura, não encontrar uma saída, até a próxima safra muitos avicultores , suinocultores , bovinocultores vão fechar as portas e ai sim a economia estará comprometida de vez.

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    • elcio sakai vianópolis - GO

      na minha humilde opinião, a única solução é a importação de milho do hemisfério norte, se as cooperativas e industrias de carne (ave, suíno e boi, etc) não o fizerem neste segundo semestre, pra que haja milho importado no final do ano, a própria safrinha do brasil (queda de no mínimo 25%) não irá conseguir atender a demanda do mercado interno. iremos ver novamente milho a R$50,00, independe da importação, no entanto com a importação, acredito que este preço, só deve ser atingido lá pra março, já sem a importação acredito que em dezembro já teremos estes picos de preços.

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  • Roberto Cadore Cruz Alta - RS 15/07/2016 13:53

    Talvez o governo chinês tente forçar agora uma queda no preço da soja, leiloando seus estoques, na expectativa de comprar mais barato com o aumento da oferta de uma grande safra norte-americana. Se o estoque chinês for realmente de 5 milhões de toneladas de soja, essa notícia por si só já deve ter influenciado o mercado.

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  • leandro frizzo São Miguel das Missões - RS 15/07/2016 13:47

    Matéria interessante (Demanda por alimentos é forte e crescente apesar da turbulência financeira, diz analista ao NA). Analistas de plantão, favor lerem com atenção...

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  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 15/07/2016 12:49

    Só falam em mais interferência estatal, que, consequentemente, demanda maior arrecadação, ou seja, mais impostos... Não se ve ninguém abordar os reais motivos do sucesso do seguro agrícola nos EUA, onde todo seguro é baseado nas premissas do livre mercado, somente o governo entrando para pagar parte do premio através da subvenção.

    O maior problema aqui é que não existe pratica de seguro que garanta a produção real do produtor de acordo com seu histórico de produção e não com medias e índices determinados por um burocrata socialista na capital federal.

    Esse é o maior problema do seguro no Brasil, o produtor ser obrigado a contratar um seguro que usa media de produção do município todo, sendo que sequer sabemos se esse dado foi corretamente aferido e ainda aplicado um índice de cobertura de 60% a 70% sobre ele.

    Minha media de produtividade de soja nos últimos 16 anos nunca foi inferior a 31 sacas por ha, na melhor das hipóteses o seguro atualmente esta cobrindo 30,8 sacas pelos índices da conab. No ano que colhi 31 sacas o seguro cobria 25 sacas.

    Não faz sentido algum comprar um seguro desse tipo, não importa o quanto custe e quanto o estado subsidie... Nunca vai ajudar.

    Lembrando que a situação nos EUA é feita de acordo com a media da propriedade auferida nos ultimos 5 anos, se o produtor tem media de 55 sacas por ha, por exemplo, é esse o valor que ele tem garantido, sendo que o valor da saca no contrato de dezembro da bolsa de chicago é usado para segurar o preço, o que faz o seguro de garantia de renda.

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    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      Essa é minha luta no estado de Tocantins, Guilherme, juntamente com Aprosoja TO, estamos numa luta danada sobre o seguro rural que cobre só 31,4 scs por há, no nosso estado ainda é mais difícil porque a média e pelos municípios , e não a média do estado, no caso de Sucupira é 2900 kgs por há, Figueirópolis é 3575 kgs, peixe 3300 kgs e Gurupi 2490 kgs ambos pode se contratar 65%, 70% e 75%, todos esses municípios são ligados um no outro, e essa diferença toda, fica muito difícil quando contratamos o seguro, mal, mal paga o custeio do banco do Brasil, nosso pedido para as lideranças é que se mude o seguro, fazendo com que se cobre pelo menos o custo por há mais o arrendo, no caso de arrendatário, tenho certeza que juntos conseguiremos mudar essa quantia, somos mais de 500 produtores na Aprosoja, vamos lutar juntos pelo mesmo ideal, não podemos ficar dando mole para esses políticos sem futuro, afinal somos nós que damos o sangue é a saúde por essa agricultura, juntos somos fortes , cada vez mais...

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Você está certo Guilherme, e tenho acompanhado essa sua idéia a bastante tempo, e é muito bom que mais pessoas se juntem em torno das boas idéias, o Sr. Wellington que diz, "juntos somos mais fortes, cada vez mais...", "não podemos ficar dando mole para esses politicos sem futuro". Concordo com os dois comentaristas e os parabenizo pela postura, seriedade e visão da necessidade de ação por parte dos produtores, que devem ditar os rumos da politica para os politicos e não o contrário. Chega dessa história de "autoridades", lideranças, ficarem nesse joguinho de elogios, em que um elogia o outro, para depois o um ser elogiado pelo outro. É um truquezinho muito vagabundo esse, que esconde idéias vazias, sem conteúdo e não raro recheadas de más intenções. É dificil ver um sujeito como o Fabricio Rosa, em sua última entrevista ao Noticias Agricolas, falar com consistência e conteúdo, tratando com seriedade os problemas da agropecuária, sem utilizar o recurso retórico do eu te elogio, depois você me elogia. Chega desses demagogos mediocres.

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    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      Peço, Rodrigo e Guilherme, a todos os produtores desse nosso Brasil maravilhoso, seja vc pequeno de 5 há ou grande de 10000 ha ou mais, somos todos produtores rurais , cada um tem um papel importante dentro do sistema produtivo cada um com sua contribuição, cada um com seu suor, sua força de vontade, sua fé em Deus, de sua opinião, participe, expõem suas idéias e seus ideais , e muito importante para todos ouvir sua participação, atrás de seu pensamento pode ter grandes soluções para nosso setor, vomos nos unir, num só ideal, salvar nossa pele, salvar nosso emprego.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      A humanidade tem ao longo do tempo promovido inúmeros progressos. Qual é o progresso na área rural? Hoje vemos agentes (produtores rurais) cujo perfil está em constante e, acelerada modificação. Além de apresentar um espírito guerreiro, deve ser paciente em aguardar o ciclo da cultura por longos meses e, a cada dia a natureza lhe traz às vezes boas condições e, muitas vezes adversas. Deve ser conhecedor de fundamentos de ciências biológicas, exatas, humanas e, sob algumas condições, transcender metaforicamente em entes mitológicos, como por exemplo: Fênix, o pássaro da mitologia grega que, quando morria, entrava em autocombustão, renascia das próprias cinzas. No caso, após eventos que frustra parcial ou total sua renda, coisa que é muito comum na vida da maioria, ele renasce das próprias cinzas e, continua a fazer o que só sabe fazer: TRABALHAR !!!

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      Rodrigo, lembrando que isso que eu expus não é uma ideia, é como funciona o seguro agrícola nos EUA, eu tive a oportunidade de conhecer in loco com produtores dos EUA o seguro agrícola em 2013.

      O seguro tem que ser feito com base na media do talhão ou da propriedade em questão, não em media municipais que distorcem a realidade dos bons produtores.

      A intervenção estatal no seguro rural dos EUA não existe, apenas parte do subsidio de parte do premio, que esta na lei agrícola do país.

      E em 2013 quando eu estava por la o premio era paga em torno de 60% a 65%pelo produtor e o restante pelo subsidio da Farmbill.

      estou falando o que vi em uma apólice de seguro de uma fazenda em Illinois.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Guilherme estou falando da idéia de abordar o assunto tendo como premissa o seguro americano. Entendi como uma proposição de idéia, não uma simples exposição.

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  • Welbi Maia Brito São Paulo - SP 15/07/2016 12:39

    A agropecuário tem sido salvação da lavoura da economia. Manteve empregos e impulsionou a exportação. O governo Alckmin tem incentivado pesquisas para melhorar a produção e apoiado o pequenos e médios produtores e a agricultura familiar, que são fundamentais para manter este bom desempenho do setor no estado.

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  • Valdomiro Rodante Junior Porangatu - GO 15/07/2016 12:03

    Maior como? Este ano tive que pagar a subvenção que o governo não pagou, é sempre assim o governo nunca cumpre o prometido!!!

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    • Valdomiro Rodante Junior Porangatu - GO

      Gostaria de ter alguém para me informar , porque o BB me cobrou a subvenção do seguro, inclusive com juros?

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  • miguel moura abdalla piraju - SP 15/07/2016 11:35

    Clima muda com grande intensidade da massa polar fria. Característica de formação de GEADA

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Miguel, vejo que a geada lhe traz muitas preocupações, penso que o Sr. seja cafeicultor na região de Piraju-SP e, como tal região que está sujeita a essa intempérie climática. Nos anos 80/90 na região próxima, mas mais ao Sul, era responsável por uma bela cultura de café e, também vivia meus dias & noites de "aperreio". Conversando com um pesquisador do IAPAR, José Carlos Dias Chaves, ele me deu uma boa dica: No IAPAR, os pesquisadores faziam suas experiências nas mudas de cafés com resistência a geada, colocando-as dentro de geladeiras e fazendo com que as temperaturas atingissem o ponto de congelamento que se inicia a +4ºC para baixo. Aí ele me falou que faziam uns testes com mudas pulverizadas com Cloreto de Potássio (KCl), sim aquele grãozinhos cor de rosa, numa concentração máxima de 1,5%, ou seja 1,5 Kg do produto em 100 litros d'água. O principio é simples, quando você aumenta a concentração do soluto você altera os níveis de congelamento e ebulição. No caso é só se lembrar das máquinas de picolé, que vários bares tinham, a água que circulava fora das formas não congelava, mas as águas dos picolés de groselha, limão, congelavam, pois a água externa era uma salmoura, haja vista, que a maioria das máquinas apresentavam corrosões das chapas metálicas, pois o "sal é um remédio para metais". Enfim, é só um palpite e, você pode fazer isso em sua lavoura, aumentando a concentração de soluto nas folhas de café, no caso seria o aumento do Potássio (K) e, com isso uma lavoura que poderia sofrer o congelamento do seu liquido intra foliar numa temperatura de 0ºC, com a pulverização você abaixaria o ponto de congelamento para -2ºC, por exemplo. Ah! estou dizendo isto, pois segundo os meteorologistas, há possibilidade de ocorrerem ondas de frio tardias esse ano. Ah! Outro ponto que deve ser levantado, o pior inimigo do frio, para a planta são so nitrogenados aplicados tardiamente, pois ele vai produzir a vegetação (crescimento) das folhas e ramos e com isto vai tornar o "suco" (liquido) das folhas menos concentrado e, daí o ponto de congelamento sobe alguns graus. Só um exemplo prático, quando a água para fazer o café está fervendo, se você colocar o açúcar, ela para de ferver imediatamente. O que ocorreu? Aumentou-se a concentração de soluto, no caso o açúcar e, o ponto de ebulição daquele liquido mais concentrado aumentou alguns graus, sendo necessário mais fogo para se chegar a nova temperatura de fervura. Ah! Na época, eu fazia pulverizações mensais a partir de Maio, até Julho/Agosto e, depois parava.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      He! He! (risos). Onde lê-se: José Carlos Dias Chaves... Leia-se: Júlio Cesar Dias Chaves...

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Na época existiam pesquisas que demonstravam que mais de 60% das lavouras cafeeiras paranaenses eram deficientes em Potássio, não sei como estaria hoje. Nas lavouras de café é um nutriente muito requisitado, pois a sua demanda é igual a do Nitrogênio.

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  • Felipe Loeff Chapadao do Sul - MS 15/07/2016 10:11

    Segundo o USDA a China deve consumir durante ano safra 2015/16, 95,25 milhões de ton da soja, 300 mil ton, é um pouco mais do consumo diário do pais, dificilmente vai resolver a situação de aperto na oferta domestica chinesa. Vamos continuar de olho, abraço a todos.

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    • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA

      Bem colocado Felipe, se edta leiloando ou é edtoque velho e ou não estão conseguindo manter o fluxo de importações

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    • Roberto Viel Lacerdópolis - SC

      O USDA também cá pra nós, já não tinha soja a 60 dias atraz, agora continua exportando nunca acaba, deve ser soja brasileira, só pode, ou tem coisa errada, informação que não procede.

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    • Roberto Viel Lacerdópolis - SC

      Pelo que sei grão não dá cria, ou será que já conseguiram alguma fórmula mágica.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 15/07/2016 09:34

    De vez em quando sempre olho as tabelas da Abiove, em termos de preços são as melhores. Para demanda e oferta, a Conab. E o que as tabelas da Abiove dizem é que houve redução do preço médio da soja em todos os meses do ano de 2016 em relação á 2015 até junho do corrente ano. -7% em janeiro, -11% em fevereiro, -12% março, -10% abril, -9% maio, -7% junho, em dólares por tonelada.

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    • Roberto Viel Lacerdópolis - SC

      Rodrigo, alguma coisa está florescendo agora nos EUA, e já fazem o que querem com o mercado , hoje que manda é o clima, aí eu coloco o seguinte, vamos ter lá Ninha. Os estoques baixos, não seria nós que tinha que dar as cartas, afinal somos os maiores exportadores de soja in natura.

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    • Roberto Viel Lacerdópolis - SC

      Afinal que prostituição é essa?

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    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      Demanda forte de papéis, essa é a prostituta, simples assim em 2008 existia no arquipélago de Malta apenas 4 fundos de participação no mercado de commodities, hoje atualmente são 600 fundos , olha como eles arrasam com o mercado , e outro detalhe muito bem munido de informações até na tampa, muito bem amparado, tá acabando com nosso mercado de oferta e procura.

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    • Roberto Viel Lacerdópolis - SC

      Mas é isso, lei da oferta e procura, que seria a ordem normal das coisas isso acabou. Isso é uma verginha

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Roberto, são dados da Abiove, entidade que representa os compradores brasileiros de soja, afinal o mercado não é somente China, temos um mercado interno muito forte. Sendo comprador já fico com uma pulga atrás da orelha, eles querem baixar o preço. É só ver as estimativas de produção deles, é sempre maior que as outras. Por exemplo, se as indústrias de SP querem moer soja do MT paga imposto, se for para mandar para a China moer não paga. Outra coisa, toda hora lemos que os americanos estão tomando prejuizo com a soja, que as margens das indústrias chinesas são excelentes, etc.. e tal, sugiro que faça um apanhado das coisas que lê na midia e escreva em um papel, organizadas elas te darão outra visão, mas só se você comparar sempre com o que acontece com o preço, e é aí que dá dor de barriga em muitos, pois os cálculos são dificeis, e a maioria quer tudo mastigado. O produtor que segue preço, deve saber por exemplo que variações nos preços internos das soja, milho, algodão, estão ligadas ao cambio. Por exemplo, se o real se desvaloriza 30%, e a soja permanece em 10 dólares o buschel, isso significa que o preço interno vai subir 30% independente de demanda, oferta, clima, fundos ou o que for. Nessa hora é que aparece o analista picareta e diz, viram? A soja subiu... e pode alegar o que quiser. Acontece o que então? A indústria nacional diminui o consumo pois passa a pagar mais caro pela soja do que a China, que tem o câmbio controlado pelo governo, que consequentemente passa a comprar mais, pois está mais barato. Entendeu? A cadeia de carnes, os granjeiros e as indústrias quebram para beneficiar os chineses. Por isso tem tanta gente furiosa comigo aqui no site, eles não querem que vocês saibam disso, uma coisa é o que o MAPA discute em público, outra é o que discutem internamente, reservadamente.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Sr. Wellington, vou fazer um comentário aqui de uma coisa que acho muito interessante, e talvez lhe interesse também. Vamos supor que o milho esteja 18 reais, e o ministro da fazenda, do planejamento, do BC, o presidente da república comece a dar declarações públicas de que vai desvalorizar o câmbio. Desvaloriza 4%, pois bem, isso não passa imediatamente para o mercado fisico, pois o primeiro impacto é no preço futuro, na bolsa. O comprador vem lá de fora e compra 5 milhões de toneladas de milho em contratos a 20 reais, então o preço pode ir à 100 reais no Brasil, o preço que o sujeito comprou é de 20 reais e fim de papo. Ele precisa desembolsar o valor total dos contratos? Não precisa, somente a margem. O sujeito segura os dólares, liquida os contratos a 50, põe 30 reais de lucro por saca no bolso. Troca os dólares por reais recebendo 30% a mais e leva o milho. Por isso o milho em Campinas está mais de 6 dólares o buschel e em Chicago 3,5. É claro que na prática não é tão simples assim, mas existem pessoas que conseguem fazer.

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  • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO 15/07/2016 08:44

    Demos um novo passo..., nesse congresso de malandros, com a vitória do Maia, o rumo das condutas deve mudar..., pelo menos é o que acredito, isso por falta de elo com Eduardo Cunha... Rodrigo Maia, precisa saber demandar, ter pulso firme, para organizar aquele antro de corrupção dentro do congresso..., são muitos projetos parados , projetos importantes para o Brasil voltar a andar, e seguir o seu caminho..., voltar a dar confiança ao mundo.

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