Fala Produtor

  • EDMILSON JOSE ZABOTT PALOTINA - PR 23/12/2015 18:49

    O que fez com que este Senador contrariar o TCU, com relação as Pedaladas do Governo do PT???. Ou melhor o que este SENADOR "levou" para propor a aprovação das Contas do Gov. Dilma?. E nós simples mortais mais uma vez vamos ter que engulir este lodo.

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  • marcilio fernandes marangoni Araguaína - TO 23/12/2015 17:47

    É uma judiação, entregue nas mãos de DEUS que ele certamente lhes trarás a melhor solução.

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    • sidinei francisco de brito Brejo Alegre - SP

      JÁ SENTI NA PELE ESSA SITUAÇÃO DESSA NA SAFRA PASSADA,,, É DOLOROSO

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    • Rudinei Luis Erpen Lagoão - RS

      Enquanto isso nos aqui no RS estamos debaixo de água. Claro q nossa situação e mt diferente da do MT, mas com absoluta certeza não iremos repetir a produção da safra14/15. Em uma andada pelo estado neste ultimos dias, tive a certeza do que já imaginava em relação a situação das lavoura. Mts delas se encontram com stand de plantas mt baixo, algumas com replante e as que germinaram bem se encontram amarelas e num porte bem menor do que deveria estar.

      Além disso se não fosse as chuvas torrenciais que caíram nas ultimas 48 hs, a previsão é de chuva intensa nos próximos 7 a 10 dias.

      Agora basta a conab rever a previsão de safra para o Brasil.

      Abraços.

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    • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA

      Enquanto isso....no Matopiba tem gente dessecando soja para colocar milho....se chover em janeiro.

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  • Carlos Massayuki Sekine Ubiratã - PR 23/12/2015 11:57

    Meus sinceros desejos para 2016 (e além): Que nossas instituições democráticas sejam firmes o suficiente para que a ordem se restabeleça. Que a história reserve a Sérgio Moro, juntamente com Joaquim Barbosa, um lugar de honra no panteão dos homens destemidos que tiveram a coragem de mudar este país. Que essa mesma história coloque Lula, Dilma e sua quadrilha em seu devido lugar, aquele reservado aos infames, mentirosos e criminosos condenados. Que não sejam esquecidos, mas lembrados sempre, como exemplo execrável de tudo aquilo que o país deve evitar no futuro. Que o suor de cada trabalhador honesto seja derramado em prol do seu próprio desenvolvimento e não para o enriquecimento de espertalhões de mãos gatunas. Que os bons ventos da democracia e da justiça voltem a soprar sobre este país.

    No mais, um feliz Natal, um ótimo ano novo, saúde e paz para todos!!! E vamos em frente!!!

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  • Valdomiro Rodante Junior Porangatu - GO 23/12/2015 11:33

    Senhor ministro , porquê a vossa excelência para dar bom exemplo aos cidadões sofridos deste país que ainda se chama Brasil, comece diminuindo os cargos de confiança no governo federal , pois em todo o mundo não há um pais com tanta gente pendurada nas tetas do governo à começar pelo numero de ministérios, porque também não mexer nas mordomias dos políticos diminuindo o numero de assessores , diminuindo as regalias impostas por eles à eles , porque só eles podem aposentar totalmente diferente dos outros cidadões , quer melhorar o país , tem que começar dando exemplo , acabando com os cartões corporativos , com este 35 partidos que estão ai só legislando em causa propria , e querendo uma teta no governo . Chego a uma conclusão , esse país não tem solução , é desanimador, se constrói museu do amanhã , mas deixa o prédio da UFRJ interditado por mais de 10 anos com risco real de ruir , é o pavilhão do hospital , onde possuía 800 leitos hoje só pode funcionar 200 , dá pra ter esperança num país como esse??

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  • Jorge Almada São José dos Campos - SP 23/12/2015 11:25

    A receita federal já deveria ter investigado as doações das empresas investigadas, assim como o ex-presidente Sarney, criou a Fundação Sarney, Lula criou o INSTITUTO LULA, são entidades criadas com finalidade sociais, mas que na realidade utilizam o CNPJ para movimentações financeiras com objetivos pessoais e políticas.

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 23/12/2015 11:19

    Kkkkkkkkk.....precisam de um Mago...

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 23/12/2015 09:30

    Essa parábola do ilustre ROBERTO DAMATTA, nos mostra a nossa triste realidade: -- "O fato e o processo" --

    Os especialistas em sexualidade dizem que quanto mais preocupação com a técnica, menos prazer.

    Dito isto, vou à minha história.

    O reino de Jurubeba era enorme e, talvez por isso, tivesse o gosto de acasalar opostos. Daí a adoção de um regime republicano em meio a uma semimonarquia. Para muitos, foi um avanço, para outros, um passo em falso. Como conciliar ideais monárquicos com valores republicanos? Estes queriam distribuir renda pela necessidade e pelo mérito, aqueles pelo mérito e pela necessidade. O novo regime tinha afeição pela ambiguidade, sempre resolvida com muito formalismo jurídico e bate-boca.

    Um dia, ficaram sabendo que a mais fina realeza jurubebiana era traidora. Em público, a nobreza dominante dizia ser contra Corrupção, um reino inimigo, pequeno, mas forte, que fazia a fronteira esquerda com Jurubeba. Mas, na intimidade, traía-se o reino e barões e duques eram vistos recebendo e dando o que Jurubeba chamava de pixuleco.

    Apurou-se que era tudo verdade!

    Agentes secretos de Corrupção infiltraram-se em Jurubeba, disseminando o roubo e a traição. Desonravam-se títulos imortais de nobreza pelas propinas que compravam um "green card", ao passo que bilhões de pixulecos davam plena cidadania em Corrupção.

    Muitos nobres de Jurubeba eram canalhas, mas protegidos por velhos privilégios de casta. E como os privilégios impediam condenações drásticas, o Direito era uma matéria básica em Jurubeba. De fato, num reino onde tudo, até o real, era regulado e poderia ser criado e corrigido por lei, todos ? de sapateiros aos sacro magistrados do Tribunal de Suplicação ? entendiam de regimentos, constituições, códigos e regras. Mas, mesmo assim e talvez por isso mesmo, todo dia alguém era acusado de grave delito.

    Passado, entretanto, o susto da denúncia, as coisas voltavam ao normal e a casta dos acusados e delinquentes tornava-se a maior, a mais poderosa e a mais escandalosa do reino.

    Alguns diziam que, para ser uma democracia, o reino de Jurubeba tinha que mudar suas atitudes aristocráticas, mas os ladrões e traidores achavam que ser uma república com procedimentos e hábitos monarquistas era normal e até mesmo ideal. Enquanto isso, Corrupção criava seus adeptos e ampliava sua lista de quintas-colunas.

    Traição e ladroagem em alta escala, ao lado de um rei grosseiro e incompetente, incapaz de falar porque era mais gago do que o George da Inglaterra, culminaram com os escândalos do lamaçal das minas.

    A vida estava dura. A cada manhã anunciava-se um novo crime; mas cada delito tinha o seu processo legal de modo que tudo continuava na mesma. O ritual sagrado e longo neutralizava o crime e este procedimento engendrava novas acrobacias legais. Um dado juiz, que se meteu a romper com essa lógica, foi tido como traidor pela nobreza republicana da terra. As batalhas jurídicas imobilizaram o reino, preso por suas próprias leis e valores ? todos legais e ilegais ao mesmo tempo.

    Foi nesse contexto que, depois de instigar traições, Corrupção declarou guerra e, ato contínuo, invadiu Jurubeba.

    Diante da violência, o governo reagiu. Uma declaração de guerra era urgente. Mas entre a guerra (o fato) e a ação, havia o danado do processo legal, que havia de ser impecável. Instalou-se um sério e denso debate sobre como seria a declaração. Depois de muito deliberar, a Suprema Corte anunciou as condições para tal rito. Ei-las:

    Determinava-se a formação de uma Comissão de Guerra de 1.000 membros para investigar se havia mesmo uma guerra. Dava-se um prazo de 30 dias para uma pré-declaração ser avaliada pelo Real Conselho de Guerra o qual, em terceiro lugar, teria o poder de rejeitá-la o que, aliás, ocorreu com base num antigo decreto inspirado nas guerras Púnicas e bem lembrado pelo mais culto membro do Sacro Conselho Supremo, o qual só se comunicava em latim. E, finalmente, seria preciso uma consulta popular para que todo reino manifestasse sua vontade soberana!

    O procedimento estava em debate quando Jurubeba se rendeu ao solerte inimigo. Muitos nobres, acusados de ser "reais realistas", disseram que foi bom por que, afinal, Corrupção já era mesmo a potência dominante. Outros choraram de indignação. Mas poucos, muitos poucos, atinaram que a pátria fora morta pelo processo.

    Isso ocorreu num Natal.

    *

    PS: Qualquer semelhança desta fábula com algum grupo ou pessoas, vivas, semivivas, sonâmbulas ou mortas, é mera coincidência. Feliz Natal, amados leitores que fazem o cronista.

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  • Angelo Miquelão Filho Apucarana - PR 23/12/2015 08:33

    Como bem disse o amigo Sergio Boff, mesmo que a chuva venha, algumas situações são irreversíveis, a soja já não recupera mais sua capacidade de produção! Senão vejamos, aqui na região de Apucarana o excesso de chuva e a falta de luz fizeram com que a soja não se desenvolvesse a contento, a planta está nanica, não cresceu e certamente as perdas chegarão fácil a mais de 20%! Por onde se anda aqui, nas conversas, o assunto, a preocupação é a mesma: a redução da produtividade devido aos volumes de chuvas. No ano passado, nesta época, a soja já batia na cintura, agora mal chega ao joelho... Há de se ter cuidado, pois os números podem não serem e não serão os anunciados, pois tem muitos interesses e interessados em contarem os ovos na galinha, e este ano a galinha ainda está pintinho!

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 23/12/2015 07:51

    Estamos num momento de reflexão, antevéspera do nascimento de Cristo e o término de mais um ano civil.

    Culturalmente são datas de confraternizações e de desejos futuros a serem realizados, renovação de forças vitais, a procura da felicidade, enfim, desejos...

    Aos leitores desse espaço, deve-se renovar a certeza de que não somos os proprietários de nossas terras.

    Calma é só um conceito filosófico.

    Nós só as temos emprestadas de nossos descendentes, pois devemos entregá-las em suas mãos, conservadas e produtivas.

    FELIZ NATAL A TODOS !!!

    E que os "presentes" dos nossos filhos continuem preservados !!!

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 23/12/2015 05:28

    Fazendo a conta aqui, 2,7 trilhões à juros de 20% ao ano, vai à 540 bilhões de juros por ano, ou 1,5 bilhão por dia. È o governo dos pobres, onde cada brasileiro tem que pagar 7,5 reais por dia, para que o governo consiga cobrir os juros dessa divida. Daria para distribuir 225 reais por mês para cada um dos brasileiros, mas o PT retira dos brasileiros esse dinheiro todos os meses, de todos os brasileiros, e ainda quer ser o governo dos pobres.

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    • Telmo Heinen Formosa - GO

      Apesar deste custo financeiro todo dia, ainda tem gente que acredita em Lei de Responsabilidade Fiscal. Ela deve existir sim para Estados e Municipios que são incapazes oficialmente para instituir novas formas de arrecadação mas é INÚTIL para o Governo Federal. Neste caso quem deve decidir o limite do endividamente são os Emprestadores. Também "arcar" com as consequências...

      Ademais é nossa tarefa diaria "admitir" que o Governo do PT promoveu sim muitos avanços sociais.... [Todos com dinheiro emprestado!] Esta frase tem que esfregar toda hora na cara dos repórteres e esquerdistas em geral.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Rodrigo, concordo com tudo e, me entristeço ainda mais pelo fato que mais de 70% dos alunos brasileiros não entendem o que o Sr. escreveu e, provavelmente 100% não têm a mínima ideia da lógica dessas contas. Vem daí esse estado de coisas no País, que se perpetuam e, não há exigência de mudança.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Sr. Rensi, realmente esse é um problema muito sério, mas não culpo os jovens por isso. E ás vezes fico pensando que a culpa é da elite, penso um pouco mais e acho que nem a elite é culpada. Explico, em um País de analfabetos funcionais, de empresários que pensam em "serviços sociais", emprego, renda, e não naquilo que vai sobrar, ou ao menos não vai faltar para cobrir os custos e despesas. Veja você que um tal de Acir não sei das quantas, da Rondônia, dono da Eucatur, deputado federal, aprovou as contas fraudulentas da Dilma. Mais um que pensa que o governo deve "ajudar" empresários que não sabem fazer contas, mas que pensam estar fazendo um favor às pessoas, mantendo empresas deficitárias com dinheiro público. O que move empresários a defender um governo como esse, senão o poder de manter suas empresas deficitárias usando o que é público, de maneira ilegal, enquanto os concorrentes vão à falência?! A todo momento leio noticias de que a Bunge, a Cargill, sofreram prejuizos, alguém já viu noticia semelhante em relação ao Grupo Maggi? Não, o apoio aos criminosos se deve ao fato de passarem incólumes pelas crises, enquanto todo o País quebra. São refinanciamentos, vantagens, privilégios, juros subsidiados, quando não, simplesmente as contas não são pagas e desaparecem na tal "divida pública". Há dois dias o grupo Minerva, frigorifico, anunciou a venda de ativos para os Árabes, 20% dos papeis por 750 milhões, o que acho muito bom pois não esfola os brasileiros pegando dinheiro via BNDS. Mas o que o Mapa fez com essa noticia? Emitiu nota dizendo que o negócio ocorreu graças á quem? Ela mesma, a super Kátia Abreu. E ela não tem vergonha, ninguém do meio dela tem, de anunciar publicamente que usou dinheiro público para "alavancar" um empresa privada, ou seria público privada? O que eu acho disso? Acho que é mentira do Mapa, mentira da Kátia Abreu, eles simplesmente tiraram vantagem politica do fato, mais nada. Pode acreditar Sr. Rensi, Kátia Abreu não sabe fazer contas, melhor que um aluno analfabeto funcional, educado pelo sistema público brasileiro.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Sr. Rensi, meu comentário ficou incompleto na parte da explicação, que termina com..."para cobrir custos e despesas"...Bem isso se deve ao fato de que os "grandes"... bostas... terem uma mentalidade de que a produção é justificável a qualquer custo, não é. Então o sujeito com conexões politicas resolve construir armazéns, silos, etc... sem ligar para o amanhã, ele não tem dinheiro, por isso financia mesmo sabendo da inviabilidade, afirmando que se não for assim ninguém faz nada, então se associa ao governo, aos parasitas, e quando entram no "esquema", fazem de tudo para perpetua-lo, são esses que impedem as mudanças estruturais que o País precisa, pois sabem que sozinhos não são capazes de nada e que se secar o leite de pata governamental, quebram com certeza.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      He! He! (risos). É o "PATRIMONIALISMO", plantado com a Lei das Sesmarias em solo fértil e, em 1534 Dom João III, transmutou-a na Capitânia Hereditária. O "método" de misturar o público com o privado, encontrou solo fértil e, está sendo cultivado a séculos pelos "jardineiros" brasileiros.

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 22/12/2015 23:22

    Meu amigo João Batista, como se vê, as vicissitudes no campo são muitas. A principal é esta, a seca no centro-oeste. Trata-se de uma industria a céu aberto e há uma única solução para minimizar os prejuizos: SEGURAR a lavoura. Pois é... os matogrossenses lamentavam pelo valor da sua contribuição nos prêmios "uma vez que dificilmente" faltaria chuva para nós...

    Melhor saída: Universalizar a adesão ao seguro, admitindo-se variações nas taxas de acordo com o risco da região....

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  • Mansueto de Araújo Jaragua - GO 22/12/2015 21:18

    Parabéns pelas as informações do tempo... sou de Jaraguá (Goiás), e estas previsões prolongadas ajudam muito o planejamento do produtor rural !!!

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  • Gilberto Alves Rodrigues Piquet Carneiro - CE 22/12/2015 19:00

    PAÍS DE VAGABUNDOS E LADRÕES, A COMEÇAR PELOS GOVERNANTES.

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  • SERGIO BOFF São João - PR 22/12/2015 17:59

    Pois é... só a simples especulação de chuvas no norte de mato grosso faz o preço do soja ter reflexo em Chicago..., e esses dias todos sem chuvas (que já causaram prejuízos incalculáveis) não acontece nada...

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    • Ricardo Menarim Castro - PR

      Sr. Sérgio, concordo plenamente, infelizmente estamos desprovidos de instituições com capacidade de prever eventos meteorológicos com uma precisão, no mínimo, razoável.

      Aqui, nos Campos Gerais do Paraná, plantamos +/- 20% da soja fora da janela ideal, agora estamos lutando para fazer os pós-emergentes, e fungicidas nos talhões mais velhos. Mas, temos perdido muitas aplicações por falta de um modelo de previsão de chuva mais micro-regionalizado.

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    • Ricardo Menarim Castro - PR

      Plantar fora da época ideal e atrasar (ou perder por chuva) a primeira aplicação contra ferrugem, parece não ser muito importante para os operadores da CBOT.....nós, produtores, sabemos a consequência.

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    • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR

      Ontem recebi uma cópia de email. Veio de um conhecido que atua no centro oeste. Não diz quem foi o cidadão que escreveu. Se tivesse o nome colocaria aqui. Diz apenas que é de um negociador de cereais. Provavelmente das grandes compradoras do Mato Grosso. Neste email, ele, o comprador, diz que as perdas causadas pela seca não são tão grandes, e estão muito restritas a pequenas micro regiões. Diz que , estão anunciando um desastre, mas por trás disto está a intenção dos produtores de não honrar os contratos de soja feitos á preços mais baixos. Repito, se eu soubesse o nome do cidadão colocaria aqui, para que os amigos do Mato Grosso dessem uma carona para ele, primeiro passando pelas áreas atingidas. Daria uma trena para ele e mandaria medir o tamanho da área afetada. Depois o levaria até a divisa com a Bolívia e pediria para nunca mais colocar os pés naquele estado. Este tipo de vagabundo manda estas notícias para a matriz e certamente impacta no mercado. É bom saber como pensam os abutres dos silos.

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    • Antonio Carlos Thomazini Pires do Rio - GO

      Carlos concordo com voce, é por causa desses vagabundos que nós produtore sofremos tanto com esse mercado, se eles soubessem o quanto sofremos com os intemperes do clima vem dificultando as nossas progeçoes para quitar o nossos débitos anteriores ou mesmo pra fazer algum investimento, e vem esses pilantras dizendo que tudo está mil maravilhas.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Antonio, o "mercado" é movido por interesses. Veja o que ocorreu em 2008, a crise financeira que obrigou os bancos centrais injetarem no "mercado" US$13 TRILHÕES para que o "mercado" financeiro mundial não colapsasse. Esse é um número divulgado para nós, os "simples mortais", agora imagine o que se acertou atrás das portas dos gabinetes. Enfim esse é o "MUNDO*" em que vivemos. (*)- Pode-se ler "M&+#@"!!!

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Entendo o questionamento do Sergio..do Carlos..mas temos que lembrar que os países estão abastecidos..as perdas pontuais de 4 a 5 milhoes de tons não interfere no total ou muito pouco..e não tem muito peso para balançar o mercado..lembro que há áreas de perdas mas há áreas de menos importantes no contexto que ano passado as perdas foram grandes e neste ano se apresenta safra normal...portanto acho que as perdas atuais não conseguem fazer o preço decolar..não que queira isto mas é a forma que vejo..

      Outra coisa esta semana vi o HOMI da aprosoja de Goiás peocupdo com plantio após 31 do 12...ora devia ter visto antes agora não adianta chorar...deixaram ENGESSAR por FRESCURAS..agora seja galos e guentem o rojão..faltou competencia e atuação para discordar do tamanho do vazio..agora sejam HOMENS E VEJAM A BURRADA QUE FIZERAM...OU SEJA AGORA ELE FALA EM SOCIAL E ECONÔMICO...antes de engolirem o vazio não olharam o social e econÕMICO..SÓ O FRESCURAL....DOS CIENTISTAS DE MEIA TIGELA...

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  • Jorge Almada São José dos Campos - SP 22/12/2015 15:44

    Um ex: presidente que se esconde de declarações quando questionado (Petrolão, Mensalão) através de divulgação do INSTITUTO LULA, USA O CNPJ para falar em seu nome..., sendo assim não passa confiança e merece ser chamado de bandido, ou melhor " PODEROSO CHEFÃO".

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