Fala Produtor

  • Marcelo Luiz Campina da Lagoa - PR 03/11/2015 11:57

    Doença sem controle (que ataca o trigo de Guarapuava)? Ameaça de segurança nacional. Proibam o plantio de trigo onde esta doença ocorreu. Simples assim.

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    • luis fernando marasca fucks Giruá - RS

      Acabei de ver o seu comentário no Canal rural, João Olivi. Creio que a sua abordagem, com todo o respeito, nada mais é que a sorrateira idéia do Presidente da Aprosoja

      Brasil de preservar os lucros milionários da Monsanto. Sussurraram no seu ouvido que a alteração da Lei de Proteção de Cultivares (LPC), à maneira "deles", vai favorecer a industria nacional. Pelo contrário, apenas vai delongar sua agonia. A intenção da Aprosoja Brasil é definir critérios para que as empresas que criam variedades (nacionais e multinacionais, inclusive a Monsanto) tenham a remuneração obrigatória por parte do produtor, coisa que hoje não acontece pelas disposições da LPC, deixando a cobrança pela biotecnologia à parte, sem limite algum e sem critérios pré definidos, tais como o alcance e segurança dos testes que a empresa mesma cria e dispõe, sem qualquer tipo de fiscalização. É o que na Aprosoja RS chamamos de "cheque em branco", pois ninguém sabe onde os valores da "bioteconolgia" vão chegar e o que a multinacional fará para garantir os seus polpudos lucros. Além disso, se estabelecerá a dupla proteção sobre a cultivar, situação que no atual limbo juridico, dará margem a criminalização do produtor com pesadas multas, que superam em muito os absurdos 7,5% que a Monsanto se arbitra ao direito de cobrar, sem qualquer respaldo normativo ou jurídico. A Aprosoja RS e outras Aprosojas estaduais pensam diferente da diretoria da Aprosoja Brasil na questão da alteração da LPC e cremos que a sua alteração, na direção do que deseja a entidade nacional, não há sentido algum em mudar a Lei atual. O melhor caminho é o estabelecimento de uma cobrança no momento da primeira comercialização, que remunere o o melhorista e o evento biotecnologico, dentro da Lei de Cultivares e não sob a Lei de Patentes, no limite de Máximo de 1% para ambos (melhorista + biotecnologia). Amigos produtores, tomem muito cuidado por que sob doces e macias palavras há o risco de uma armadilha. Como se diz no futebol, há muito mais pessoas jogando bola nas costas do agricultor do que se imagina. Também como falou o Almir Rabelo, pela manhã, o produtor é uma vaca leiteira da qual todos querem ordenhar, mas sem a minima garantia de fornecimento da ração adequada, ou seja, renda. Luis Fernando Fucks, membro da diretoria da Aprosoja RS e membro do Comitê para alteração da LPC.

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    • luis fernando marasca fucks Giruá - RS

      O Programa Noticias Agricolas já fechou questão em torno do que fala o presidente da Aprosoja Brasil. Cabe ressaltar aqui que isso NÃO É FRUTO E NÃO TEM O DEVIDO RESPALDO DE QUALQUER ASSEMBLÉIA OU DEFINIÇÃO OCORRIDA COM AS DEMAIS APROSOJAS ESTADUAIS. O presidente, Sr. Almir Dalpasquale, está falando por si e passando por cima de todos os demais.

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Luiz Fernando...parabéns por suas colocações....os caras da aprosoja são uma lástima..o de antes era marionete do senador..o atual negocia pagar royaltees de tecnologia a dententora dela disse não mais cobrar..e o que é PIOR os problemas da classe que são seguro...índios..logística....bem os problemas nada fazem..os meios de comunicação bem..estes tem seus comerciais e embarcam na onda de quem manda e define e o resultado...o produtor rural paga a CONTA...

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    • Luiz Antonio Lorenzoni Campo Novo do Parecis - MT

      No Mato grosso, terra onde tudo começou a direção da Aprosoja sempre foi feudo de grupos econômicos.

      No próximo dia nove teremos eleições na APROSOJA - MT, entidade que diz representar os produtores de soja, mantida pelos produtores e que arrecada milhões de dólares por ano e "fornecedora" de políticos e de suporte a este sistema podre.

      No sistema representativo da Aprosoja, os representantes, representam a vontade dos representados? Ou há apenas um sistema de coletas de votos para candidatos pré-selecionados pelos grupos dominantes? Alguém duvida? Verifiquem as declarações do atual governo (vice-governador), do senador Maggi e dos grupos econômicos hegemônicos no MT.

      Os sedizentes representantes e candidatos da Aprosoja, deveriam espelharem-se no Imperador César "Á mulher de César não basta ser honesta, tem de parecer honesta". No caso da Aprosoja, não BASTA ser independente, tem que PARECER independente.

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Parabéns Lorenzoni pela sua coragem...a maioria aí no MT enxerga isto mas deve ter medo de falar...aliás pedi que a aprosoja colocasse neste espaço OS RESULTADOS do seu trabalho...mas até agora nada...se manifestem....

      Tem um representante dela que vejo se manifestar em Brasilia e vi dias atras passeando pelo Brasil na dita caravana das palestrinhas...este parece o Rolando Lero revestido de vasilina....tenho colocado neste espaço que no MT a única qualidade é a do PRODUTOR RURAL..o resto é resto...querem ver tem aquele do direto ao ponto que deve ser sacramentado deputado federal a mando do senador...

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    • luis fernando marasca fucks Giruá - RS

      Ao pessoal do MT, maior produtor de grãos do Brasil, sugiro que se mobilizem em seus núcleos para mudar o pano rama das eleições próximas. A minha experiência, até o momento, é de que o produtor não pode se eximir de manter vigilância constante sobre suas entidades. A desatenção do passado recente, junto a CNA e a FARSUL transformaram essas entidades em verdadeiros feudos, cujos senhores feudais detém um poder artificial fruto de representação cartorária. Por isso, ao participar como membro fundador da Aprosoja RS, junto a outros, desenhamos nosso estatuto para não permitir reeleições. Apesar de ser uma cláusula pétrea, isso de nada adiantará se o produtor, em seus núcleos, não der a sua participação, pelo menos através do voto, para eleger o representante da entidade estadual. Fica claro que, como o poder emana do povo, a construção de um ambiente político, legal e econômico para o desenvolvimento da agropecuária está definitivamente em nossas mãos. Participar, opinar e quando preciso, colocar o dedo na cara!

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  • marcos roberto reis são miguel do iguaçu - PR 03/11/2015 11:00

    Há pouco tempo o dr. Tadashi (ex-Embrapa) esteve em Primavera do Leste (MT), acompanhado do João Batista, falando sobre o perigo da soja safrinha. Na ocasião disse que também estava preocupado com a safrinha de soja do Parana, devido à disseminação da ferrugem. Mas na semana passada o dr. Tadashi deu uma entrevista aqui no Notícias Agrícolas falando da proibição do soja safrinha no Paraná, e ao ser questionado sobre a safrinha de soja do Paraguai, ele respondeu: "o esporo levado pelo vento por longas distancias perde a eficacia" (??!!).. É com base nessas declarações que fazem as leis... isso é um absurdo... temos de nos unir e tentar reverter isso porque a proxima proibição vai ser o glifosato... e o dr. Tadashi, como outros pesquisadores, vão ficar surfando enquanto nós, agricultores, ficaremos no cabo da enxada. No Brasil que faz as leis não trabalha debaixo delas...

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    • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR

      Tem muito pesquisador por aí falando pelos cotovelos, mas que perdeu sua credibilidade a muito tempo. Fala o que é pago para falar. Anos atrás, quando lançaram o fungicida Fox, comprei e usei na lavoura de soja. Apliquei conforme o recomendado e com o óleo exigido pela empresa. Para minha decepção, após 15 dias, começaram a aparecer sintomas de fitotoxicidade na forma de folhas carijó. Primeiro chamei o vendedor. Ele por sua vez chamou o representante da empresa. A soja estava em pleno enchimento de grãos. Eu não era o único a reclamar. Muitos outros agricultores estavam tendo o mesmo problema. O representante da empresa produtora do fungicida disse, sem ficar vermelho de vergonha, que havia um parecer emitido por um renomado fitopatologista, que dizia que a ocorrência de folhas carijó não afetaria a produtividade. Como é que é? Perder 40% da área foliar no enchimento de grãos não vai afetar a produtividade? Mandei o representante catar coquinho na descida. estes são os pesquisadores de ilibada reputação que ficam a dar pareceres por aí. Este cidadão, mencionado acima, dizer que os esporos do Paraguai perderiam a viabilidade á longas distância é realmente risível. Pode ser para o agricultor da China, mas para nós que estamos a poucos quilômetros da divisa é fato. Os esporos não respeitam divisas ou fronteiras. Mas não vem ao caso. Paraguai é soberano para fazer o que bem entender, inclusive deixar os produtores em paz. No final das contas, vão ter que provar que estão falando a verdade. Se mentirem ou estiverem enganados, vão arcar com as consequências e terão que indenizar as receitas perdidas pelos agricultores em decorrência desta proibição, amparada pelos pareceres destes renomados cientistas. Pensem nisso senhores antes de falarem .Meu advogado já está guardando tudo que aparece na internet. Vai ser uma boa demanda.

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    • Marcelo Luiz Campina da Lagoa - PR

      O Brasil é um país imenso, onde se planta soja de setembro até dezembro. Quando em uma localidade as plantas estão em maturação, em outra não muito longe, as plantas estão iniciando o florescimento. O Paraná é um bom exemplo. No oeste, dia 15 de setembro já tem soja no campo e no sul, planta-se em dezembro. É fato que os esporos de uma região migrarão para outra. Então, e correto afirmar que a doença que infectou as plantas no oeste do Paraná poderá migrar através de seus esporos para as lavouras do sul do estado. Em teoria e muito provavelmente , em realidade, o mesmo fungo poderá sofrer a ação de fungicidas de setembro até dezembro. Com absoluta certeza isso já vem ocorrendo deste o aparecimento dos primeiros focos da ferrugem no Paraná. Nem por isso tivemos a tragédia que anunciam agora. Se apegam no fato de a indústria dizer que não tem nada a ser registrado nos próximos 10 anos. Ora, que coloquem isso por escrito e registrem. Mas e quanto aos dois novos fungicidas, inéditos , que estão nos ensaios do consórcio anti ferrugem? Não serão registrados? Que pena, pois tem controle acima de 80%. Gostaria de lembrar que os resultados destes ensaios são as médias de todos eles. Os piores resultados não poderiam ser causados por problemas na aplicação, ou condições climáticas adversas? Ou mesmo erro dos estagiários? quem já teve estagiário sabe do que estou falando.

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Carlos do Nascimento e Marcelo Luiz...escrevi neste espaço haver 3 tipos de ISPICIALISTA no setor rural...um é o quati..o preguiçoso...este tudo dá trabalho...o outro é o TURBINADO a pr........, vende a alma e defende as teorias dos que lhe turbinam...pior que a petrobras...e finalmente uns poucos que trabalham e são profissionais mas são poucos a maior culpa disto são de nossas lideranças que são fracas e parte delas dentro dos mesmos padrões dos ispicialistas....quando participarem das palestrinhas deste enrolões peçam a eles se eles assumem ônus se estiverem errados..sei a resposta...vão olha por um lado..outro e vão dizer que na natureza nada é matemático e vão fugir da resposta igual o capeta da cruz....

      È muito simples..em 20 anos dobramos a produção com ferrugem...logo o problema não tão grave como propalam...so que estes INCOMPETENTES ´so enxergam a ferrugem..não conseguem olhar a CULTURA DA SOJA...

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  • Celso de Almeida Gaudencio Londrina - PR 03/11/2015 08:44

    Gilberto, essa possibilidade tem que ser levada em conta - se não houver (com o tempo) a ocorrência de esclerotínea. O clima mais ameno favorece a doença como costuma acontecer aí na sua região. Mas, nesse caso, como não deve ser precedida de soja verão e sim de gramíneas, aveia, milho, por exemplo. Trabalhei em Santa Catarina na década de 60. Minha primeira contribuíção foi o lançamento de um clone de mandioca resistente à bacteriose. Na mesma época executava ensaios de soja como colaborar do Dr.Bays. Depois já nomeado por concurso, fui trabalhar na Estação Experimental de Rio Caçador capitaneada por José Oscar Kurtz.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Celso, pessoas decentes e honestas aos seus princípios, têm na humildade o seu baluarte. PARABÉNS !!! Para aqueles que não entenderem minhas palavras, convido-os a lerem o link, que é uma pequena mostra da obra que esse senhor produziu para os produtores rurais: http://www.coamo.com.br/jornalcoamo/mar10/digital/rotacao_culturas.html

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  • José Afonso Baltazar da Silveira Vitória da Conquista - BA 03/11/2015 07:20

    Esse Sibá Machado vai ter o que merece, junto com o bando de ladrões e marginais petistas. É questão de tempo. Deus é justo e fortalece o povo, encorajando- o para o enfrentamento dessa mancha vermelha de covardes e pobres coitados vendidos por migalhas. Quem viver verá. Vamos em frente.

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  • Lino Gaspar Rocha Aguiar Rio Paranaíba - MG 03/11/2015 02:18

    Devemos ser otimistas, e acreditar! Somos um país viável!

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Sim somos viável..é só SR pagar a conta do rombo o governo federal..que tal como puxa saco o SR pagar a conta..

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  • R L Guerrero Maringá - PR 02/11/2015 23:31

    Uma vez, nosso agrônomo (para enfatizar a importância das condições adequadas de humidade e temperatura para a aplicação de defensivos), veio na nossa sede e colocou o termohigrômetro no sol, no meio do pátio.

    Então, foi necessário lembrar que um termohigrômetro é um instrumento que mede a temperatura e umidade do ar a sombra, e não a intensidade de radiação solar, e que se fossemos radicais demais nos parâmetros nós acabaríamos não fazendo pulverização nenhuma e perderíamos a lavoura para as pragas.

    Desde então eu enfatizo que o termohigrômetro tem que estar na situação mais próxima possível da lavoura. De preferência no meio das linhas de soja, para que, nem se perca o defensivo por falta de condições adequadas, nem se percam as escassas janelas de tempo com condições adequadas para a pulverização, já que ambos os extremos igualmente prejudicam a melhor pulverização que podemos obter a nível de campo.

    Nem tão lá, nem tão cá, diria meu avô.

    Quando o Dr. Tadashi declarou:

    "Para que esse teste seja realmente aceitável, é necessário que os testes dos fungicidas sejam feitos em condições extremas de ferrugem que o agricultor sofre no campo. Sem isso, é muito relativo. Um baixo nível de ocorrência de ferrugem em que muitas vezes os testes e os experimentos são realizados, consequência climática da safra, né, não abona uma informação contundente a respeito da perda ou não de eficácia. É necessário testar em condições severas de ferrugem e eu sei que no Rio Grande do Sul não é muito frequente ter condições para isso por que nós temos tido muitas safras com baixas precipitações no período de verão." (grifo meu)

    Imediatamente acendeu uma luz de alerta quanto ao realismo das metodologias usadas nestas pesquisas.

    As perguntas a serem respondidas agora são:

    1. A perda de eficiência dos fungicidas é um risco a nível de condições comuns e típicas, de campo, ou é uma possibilidade aventada para condições extremas?

    2. Qual a probabilidade efetiva destas condições extremas ocorrerem em larga escala a nível de campo?

    3. Qual continua sendo a efetividade real dos fungicidas atuais nas condições típicas de campo?

    4. Se por hipótese realmente venham a ocorrer, quais os danos esperados?

    5. Qual é o prejuízo maior: matarmos no berço a opção do soja de segunda safra como lavoura comercial ou arcarmos com o risco dessas condições extremas previstas num nível acadêmico realmente ocorrerem?

    6. O quanto isto corrobora para que novas e caríssimas moléculas apareçam no mercado? Afinal, é do monopólio da patente que uma empresa de química fina faz seus lucros.

    Enfim, a metodologia dos testes é pragmática ou puramente acadêmica?

    Somando ao fato de o Dr. Tadashi minimizar o fato de que, além do kudzo que ninguém viu, existem referências sérias a múltiplos outros e bem presentes "major hosts" (hospedeiros primários, numa tradução livre), me faz sugerir com ênfase que nós precisamos de uma segunda opinião a respeito vinda de pesquisadores neutros na questão da proibição do soja safrinha. De preferência, pesquisadores estrangeiros com outras formas de verem a coisa toda, que possam emitir de forma embasada uma segunda avaliação das pesquisas sobre a perda de eficiência dos fungicidas.

    Quanto à questão dos vários hospedeiros, seguem os links:

    http://www.invasivespeciesinfo.gov/microbes/soybeanrust.shtml

    http://www.cabi.org/isc/datasheet/40019

    ? Kudzu:

    http://www.cabi.org/isc/datasheet/45903

    Major hosts (hospedeiros primários):

    ? Soja:

    http://www.cabi.org/isc/datasheet/25400

    ? Feijão comum:

    http://www.cabi.org/isc/datasheet/40626

    ? Feijão Guandu:

    http://www.cabi.org/isc/datasheet/10794

    Minor hosts (hospedeiros secundários):

    ? Erythrina subumbrans:

    (Importante por que prova que um gênero de árvores nativas de nossas matas está sendo hospedeiro.)

    http://www.cabi.org/isc/datasheet/22032

    ? Mucuna:

    http://www.cabi.org/isc/datasheet/35129

    Obviamente, a lista está incompleta. Tem uma vasta disponibilidade de publicações em inglês a respeito. Quem domine a língua, por favor, se junte e vamos destrinchar esse assunto.

    E não deixa de ser um bom tema para nossos alunos que pretendem fazer pós-graduação e doutorado.

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    • Marcelo Luiz Campina da Lagoa - PR

      Caro Guerrero,

      Tive a oportunidade de presenciar uma palestra com um fitopatologista da Embrapa, que discorria sobre a perda de eficiência dos fungicidas. Ele mostrou um gráfico, com a eficiência dos fungicidas ao longo do tempo. Notei que em dois anos, a eficiência dos triazóis(tebuconazole) foi igaul ao das misturas (opera e priori xtra). Perguntei se , na época, isso não indicaria uma melhora na eficiência dos triazóis. Ele disse que não, que tal resultado foi muito provavelmente, devido a fatores climáticos. Perguntei então, se a tal propalada queda na eficiência nagora também não seria causada por uma ocorrência climática. Ele respondeu que não. Ué ! Mas se antes foi clima , por que agora também não poderia ser? Já sei aresposta que vão dar. Fizeram DNA dos fungos e os de agora são resistentes.

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    • Celso de Almeida Gaudencio Londrina - PR

      Marcelo sem ser especialista no assunto, será que esta aparecendo novas raças fisiológicas da ferrugem na soja, devido à recombinação gênica, caso esteja ocorrendo à hipótese levantada de DNA esta correta.

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    • Luiz Antonio Lorenzoni Campo Novo do Parecis - MT

      Esta questão tem que ser melhor debatida e com a participação dos produtores. Aqui no MT, a proibição partiu da Comissão de defesa vegetal do MAPA, composta por alguns fitopatologistas, os quais denominei "deuses do olimpo", pois, doze pessoas decidiram, o governo do estado aceitou e o Indea normatizou. Para deleite da Aprosmat. Na época (2013/14) fiz vários comentários contrário ao posicionamento da Comissão na página pessoal de um membro...kkkkk foi uma Guerra só. Um dos comentários, antes da Norma, reproduzo.

      Proibir o plantio de "soja safrinha" é a mais fácil e cômoda posição e penso que esta sim logo ali na frente a mais perversa para toda a cadeia do agronegócio. Diria, sabe-se como começa a proibição, não se sabe como termina. Hoje proibiríamos o plantio da soja safrinha, amanhã do algodão? Do milho? Ou do girassol? A proibição da "soja safrinha" seria apenas de soja sobre soja, ou de soja sobre arroz ou milho? Neste caso, qual o "argumento técnico"? Tudo indica que a "ideia luminosa" será proibir o plantio de soja após dezembro e/ou antecipar o vazio sanitário. Em minha opinião as duas hipóteses são autoritárias, de pouca eficácia e tecnicamente duvidosas. Senão vejamos: como produtores podem plantar arroz ou milho superprecoce, colher em dezembro e plantar soja, tecnicamente isso é possível, mas com a proibição de plantio em dezembro essa possibilidade deixa de existir. Antecipando-se o vazio sanitário, imaginemos de 15/06 para 15/05, mas não se proibindo o plantio após dezembro, há a possibilidade de plantio de soja até início de janeiro e colher antes de 15/05. Solução: antecipar ainda mais o início do vazio sanitário. Tudo indica que os "deuses do olimpo" proporão proibir o plantio de soja após dezembro e antecipar o vazio sanitário. Mas isso repercutirá em toda as culturas de safrinha. Tecnicamente, recomenda-se controlar as plantas daninhas ou tigueras quando estas causem um dano igual ou maior ao seu custo de controle, exceto em caso de medida fitossanitária (que seria o caso). Assim, aumentaríamos imediatamente o custo de todas as culturas cultivadas em resteva de soja. Como os controles dificilmente atingem eficiência de 100%, o produtor passaria a ter alto risco de multa ou destruição de cultivos o que acarretaria sérios prejuízos ao produtor, a cadeia do agronegócio e ao Estado. A ocorrência da ferrugem tem mais de 10 anos, é obvio que as moléculas apresentem resistência, ou melhor, tenham selecionados indivíduos resistentes, mas estas mesmas moléculas muitas vezes são usadas nas culturas de safrinha de algodão, milho, girassol e feijão com plantas tigueras de soja, a indução continuará. Com estes argumentos, em breve, com o intuito de "salvar a soja" estaremos proibindo todas as safrinhas em resteva de soja. Em outras palavras, para "salvar a soja" matamos os produtores. Não existe solução simples, para problemas complexos. E na minha opinião, a proibição é a medida mais simples.

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Lorenzoni...no MT permeia um xerox do ex governador...do pagoto...e do raposão..aquele que não aceitou ser ministro...mas manda prender..manda soltar..e ainda voces tem aí o DOUTOR GUERRA aquele do MAPA....toridade máxima...que joga tudo no lombo do produtor mas quando precisa se impor dentro do MAPA e com DNIT vira um cordeiro e reclama..chora...e não sabe resolver e ainda mais joga o ÔNUS ao produtor..estes caras se acham a rainha da Inglaterra...no jornal da BAND hoje o Boechat definiu bem o perfil destes tipos de funcionarios públicos...

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  • João Alves da Fonseca Paracatu - MG 02/11/2015 18:12

    Fazendo um trocadilho, penso que a Fíbria vai ter de expandir e fazer muito papel para que as comadres Dilma e Kátia escrevam tantas besteiras, mentiras e falsas promessas..., sabemos que o papel aceita tudo, até para limpar sujeiras... já, nossa paciência, está muito perto de estourar... Ora, por que não vão caçar o que fazer ao invés de abusar da boa fé de quem trabalha e produz.

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  • Celso de Almeida Gaudencio Londrina - PR 02/11/2015 11:01

    Sr. Dalzir, o que afirmei é que o dr Tadashi sabe do perigo mundial dessa doença. Embora eu não seja especialista no assunto, digo, porém, que esse problema não assusta. Concordo que novos problemas estão surgindo mas penso que uma das causas é a monocultura ou monocultivo... Espero que dentre os problemas novos não esteja a esclerotínia na soja safrinha. Caso ocorra incidencia de esclerotínia nas áreas afetadas poderemos ter restrição para produção de sementes, uma vez que na própria semente vai o vetor junto. Daí meu receio em produzir soja em monocultura continua, numa faixa de semeadura muito longa e com ampla variação climática, onde os vetores se multiplicam e afetam a soja em todas as épocas de semeaduras.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Celso essa doença que o senhor se refere é a podridão branca da haste?

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Gaudencio...a maioria dos agentes públicos adoram normatizar...mostrar sua autoridade..e a maioria das vezes são grandes incompetentes...vaja o caso do GUERRA no MT..o homi deita e rola e na hora de se impor frente e DNIT para acabar com a soja guacha em rodovias federais ele simplesmente joga o ônus ao produtor...conheço bem o estado do Paraná...são pequenos e médios produtores de soja e para ter RENDA...LUCRO...OTIMIZAÇÂO e CUSTOS BAIXOS a safrinha é imporescindivel..ora pra que intervir!!!!procurem uma solução!!!! ajudem e não atrapalhem...produção rural é um negócio não é uma brincadeira...te pergunto..porque não proibem a BRF na região de Toledo a um vazio sanitário em aves e suinos de 60 dias...e olha que aves e suinos tem mais problema que soja quando explorado de forma intensiva!!!!!!claro em TOLEDO daria impacto na produção..na renda..etc..e nos pequenos e médios produtores do seu estado!!!!!!! em SC..no RS...MS..MT...tem um funcionario da ADAPAR que era do MAPA..quem coordenou o trabalho..ora conheço o MAPA prnicipalmente o SIF e suas correlatas...a pouco tempo atras era pior que a Petrobras...então gente não tirem o ganha pão do produtor...busquem soluçoes..e te digo mais..não sou produtor de soja mas conheço o negócio desde década de 70...detesto que prejudiquem quem trabalha..ande pelo interior dos estados do sul e veja o quanto trabalham e numa canetada voces tiram o pão da boca de gente humilde..honesta..trabalhadora..ora um grande produtor pode resolver fácil seu problema de soja safrinha...mas o medio produtor do Paraná não..ponham a mão na conciencia..olhe o artigo do Fries abaixo..andava no sudoeste do Paraná a cada 60 dias na década de 80...parem de engessar o produtor..deixe o mercado regular...parem de s e meter onde só criam problemas...

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  • Valdir Edemar Fries Itambé - PR 02/11/2015 09:27

    SOBRE A SOJA "SAFRINHA" (2a. safra) - Estou gostando do debate, e nós, produtores rurais, devemos participar para evitar o domínio que o lobby dos detentores da biotecnologia tentam nos impor, seguido, em igual intensidade, pelos "ideologistas de carteirinha"... O assunto SOJA SAFRINHA é pertinente, e sempre teve espaço aberto aqui mesmo, no nosso site NOTICIAS AGRÍCOLAS... Lideranças do setor soja (que acompanham o NA), não podem dizer que não foram convidados para o debate -- em relação a PROIBIR O PLANTIO DO SOJA SAFRINHA..., é o mesmo que assumir a falta de compromisso diante do setor produtivo da soja. Nós, produtores rurais, mais os pesquisadores da EMPRAPA, representantes do Ministério da Agricultura, principalmente os do MATO GROSSO, e tantos outros profissionais e produtores rurais, muito temos debatido este assunto aqui mesmo no site como também no canal rural... O assunto não é novidade, uma vez que muitos comentários foram publicados aqui neste mesmo espaço, do FALA PRODUTOR... Dura verdade!!!, No entanto, o que temos visto é que o MARKETING de grandes empresas, somado ao lobby das multinacionais feito junto às instituições governamentais, tem levado o poderio público tomar tais decisões. Lamentável... Infelizmente o poderio público optou pela simples proibição. Proibido está a partir da safra 2016/2017 (menos mal)... Ao menos temos tempo para tentar reverter a questão... O que temos que fazer? ... Em especial os amigos produtores rurais de Pato Branco (minha terra natal) e todos os produtores rurais do sudoeste do Paraná que, por tradição, tem cultivado SOJA na segunda safra, é aproveitar a oportunidade que resta, e com o plantio da soja ainda liberado para a segunda safra (neste ano de 2015/2016), devem tirar proveito e realizar o mais profundo acompanhamento técnico para reverter tais decisões... O site NOTICIAS AGRÍCOLAS nos deu espaço, já debatemos em muito aqui no fala produtor em relação ao artigo (http://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-principais/139765-proibir-o-cultivo-da-soja-safrinha-ou-investir-em-tecnologia-para-viabiliza-lo-por-valdir-fries.html#.VjdBR7erTcs)... O que devemos é buscar solução, e a SOJA segunda safra, se bem conduzida como opção na sequencia do cultivo do milho verão, é sem duvida uma das melhores opções para os produtores rurais do sudoeste do Paraná, que há tantos e tantos anos tem cultivado, e mostrado que em nenhuma das safras já realizadas as doenças fúngicas chegaram a comprometer a produção... Devemos cobrar do Governo é investimento em pesquisa... o simples fato de proibir não é a melhor solução... Ao que parece, e tudo indica pelo que estamos vendo, é o domínio das multinacionais sobre as lideranças governamentais..., até porque, ao mesmo tempo em que o poder público decreta atos PROIBINDO determinadas praticas, as mesmas autoridades acabam também decretando a liberação de determinadas tecnologias introduzidas em cultivares de determinadas culturas, colocando o mesmo grau de risco e de comprometimento da produção.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Valdir o senhor fala com propriedade, pois é um grande conhecedor do assunto. PARABÉNS!! Ocorre que esses representantes da sociedade brasileira no parlamento não representam ninguém além de seus próprios umbigos. Haja vista os índices que aparecem em pesquisas, quando os eleitores são perguntados se confiam na classe política, somente 22% confiam nos parlamentares, isso quer dizer que 78% não confiam. SETENTA E OITO POR CENTO NÃO É MAIORIA? Na democracia as decisões não são tomadas pela maioria. O QUE ESTAMOS ESPERANDO PARA TIRÁ-LOS DO "TRONO"!!! SÓ FAZEM KG@DÁ !!!

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Muito bom Valdir, embora tenha feito uso de luvas de pelica, o recado foi dado. Traduzo para uma linguagem mais direta. Liberação dos transgênicos, seguida de proibição de cultivos, é o balcão de negócios em pleno funcionamento. Aqui as entidades representativas, organizações, empresas estatais, servem como meio para a prática de corrupção e roubos, não para servir e oferecer produtos de qualidade aos produtores.

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  • Ezio Antonio Seabra Uberaba - MG 02/11/2015 08:20

    JOAO BATISTA VEJA COMO SAO AS COISAS,ASSISTI UMA PALESTRA NO YOUTUBE SOBRE SEMENTE DE MILHO E DE SOJA COM UM PROFESSOR REALIZADA EM 2015 , JOAO SABE QUANTO ACESSOS 15 com o meu é incrivel assim é o Agricultor no Brasil .

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 02/11/2015 06:28

    Vejam se não vivenciamos o "ESTAMENTO BUROCRÁTICO"!! (A tomada do Estado por grupos no poder).

    No Senado Federal existem 2.840 servidores efetivos e 3.364 comissionados, que são nomeados sem concurso, dá uma média de 77 funcionários para cada um dos 81 senadores. Agora vem a noticia mais impactante, os salários dos comissionados podem superar os R$ 22mil.

    Na Câmara Federal existem 10.347 secretários parlamentares, não concursados. Todos são indicados e muitos nem aparecem para trabalhar. Cada deputado tem direito a 25 secretários parlamentares, com salários que chegam a R$ 17 mil.

    Agora vem a "cereja do bolo"! Os partidos com maiores números de comissionados são: PT, PMDB e PSDB. Juntos, as três lideranças têm mais de duzentos secretários.

    O que foi citado acima é o mínimo do malefício imposto à República, o pior é a "divisão" da administração pública entre os partidos e, como é de conhecimento de toda a população, os partidos com maior poder ficam com os ministérios que dispõem dos maiores orçamentos.

    Agora vem a pergunta que não quer calar:

    PORQUEEEEEEEEE ??????

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    • gerd hans schurt Cidade Gaúcha - PR

      Porqueeee? Por que os idiotas permanecem sentados no sofá. Simples assim.

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 01/11/2015 19:45

    A foto que aparece na matéria do Estadão, onde o lula ridicularizou sobre as investigações sobre a sua família. Só que a foto trás um detalhe, não sei se é premunição do fotografo, ou o quê. Vejam a foto no link http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,lula-faz-ironia-sobre-investigacoes-envolvendo-filho-e-nora,10000000884

    Notem que há um "signo" em destaque na foto, atrás da cabeça do "gozador", este "signo" é: REU (não consta o acento agudo, mas dá para subentender o significado, não?)

    Não devemos nos esquecer de que o tesoureiro do PT, Delúbio, também ridicularizou no inicio as investigações do "mensalão".

    LULA!! O QUE É "SEU" ESTÁ GUARDADO !!!

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    • EDMILSON JOSE ZABOTT PALOTINA - PR

      Está ultima frase " LULA O QUE É SEU ESTÁ GUARDADO " É a maior das verdades e deve ser lembrada todos os dias .Parabens sr. Paulo Roberto por ter definido muito bem o Desprezo do Lula com a Justiça que tarda mas não Falha. Lembramos tambem do Sr. André Vargas que desafiou o Juiz O Sr. Joaquim Barbosa (hoje ele faz curso de canarinho ) em uma gaiola . O PT precisa lembrar disso .

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      He! He! (risos). Falhei, mas o "nosso" amigo do NA que corrige os "pequenos" erros dos escrevinhadores, também falhou, mas eu o perdoo, pois sou um "velhinho que dá muito trabalho"! Na mensagem acima, onde lê-se: ...não sei se é premunição.. Leia-se: ...não sei se é premonição... Pois, premunição, significa:resistência a uma infecção e, premonição significa: visão do que está para ocorrer, pressentimento. Só mais um lapso de um pretenso escrevinhador. Desculpem-me.

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 01/11/2015 12:04

    Foi divulgado, pela Deutsche Welle, o falecimento do protagonista que precipitou a Queda do Muro de Berlim, Günter Schabowski.

    Então porta-voz do governo da então Alemanha Oriental, Schabowski presidia uma entrevista coletiva convocada na noite de 9 de novembro de 1989 para anunciar, entre outras medidas, uma nova legislação sobre viagens do país. Pouco antes das 19h, praticamente quando a coletiva já se aproximava do final, Schabowski puxou uma folha de papel do bolso e leu uma anotação sobre um decreto afirmando que os vistos seriam concedidos gratuitamente para aqueles que quisessem viajar para fora do país.

    "A partir de quando?" perguntou um jornalista italiano. Schabowski hesitou e, então, improvisou. "Tanto quanto eu sei...a partir de agora, imediatamente."

    A coletiva era transmitida ao vivo pelas redes de televisão e, em poucos minutos, os noticiários estavam proclamando que "o Muro caía".

    A noticia provocou a ida de milhares de berlinenses orientais aos postos de controle que levavam a Berlim Ocidental, onde, perplexos, guardas de fronteira da Alemanha Oriental, sem saberem o que fazer, ligavam para seus superiores para pedir instruções.

    Quando as multidões iam se tornando cada vez maiores, uma barreira foi aberta e berlinenses orientais, em êxtase, passaram para o lado ocidental de Berlim, abrindo, de forma não planejada, as fronteiras entre os dois países.

    Vejam que quando multidões caminham em busca de seus direitos, não há governo que as detenham.

    Neste dia 15 de Novembro, aniversário da Proclamação da República, vamos às ruas para transformar esse País numa verdadeira República.

    FORA DILMA ! FORA PT !! FORA FORO DE SÃO PAULO !!!

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  • José Roberto de Menezes Londrina - PR 31/10/2015 19:09

    A descoberta, ao leigo pertence. A safrinha de milho do Paraná, o algodão de Olacyr de Morais, a safrinha de feijão de Irati, são exemplos de catástrofes sanitárias que viraram soluções. Os benefícios da segunda safra de soja em algumas regiões do Paraná superam os riscos. A área é pequena e a severidade da doença, na somatória das duas safras do Paraná, é menor que a de uma safra do Mato Grosso. A soja é a principal cultura anual da agricultura brasileira e a ferrugem uma doença com grande potencial de danos de fevereiro a março. Um problema da agricultura brasileira e um benefício para os concorrentes. Portanto, o grande risco da produção brasileira de soja não está na safrinha do Paraná, mas em pautar o controle da ferrugem asiática nos fungicidas de Empresas Norte Americanas. Não seria o momento de utilizarmos a safrinha como um grande campo experimental para implantar e acelerar o controle integrado da doença, com ênfase no melhoramento genético. A fitopatologia brasileira necessita de um choque de modernidade.

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Caro José...os ESPECIALISTAS tem diversos tipos...um tipo não gosta de trabalhar pois quanto mais plantar mais trabalho vai ter então melhor não plantar...outro tipo é dentro do mesmo esquema da PETROBRAS...quem paga mais leva a teoria de quem paga...e uma minoria que trabalha...mas uma minoria..esta nem aparece...é engolida pelos da preguiça e pelos cerveró...outro exemplo é o soja no cerrado...se não fosse os BOMBACHUDO por tentativa e erro...os especialistas ainda hoje estariam dizendo..não pranta!!! não pranta!!!!outra coisa estes especialistas de plantão não sabem o que é uma propriedade rural...não sabe o que é OTIMIZAR mão de obra...máquinas ..equipamentos..terra.. nao sabem o que é liquidez....etc..logo não sabem fazer conta...daqui a pouco vou cobrar neste espaço quando os problemas de ferrugem acontecer os tais especialistas sobre o não plantio da safrinha...aí bem aí vão viajar na maionese...ah o crima..ah o calor..ah o.......

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    • Fabrício Morais Brasília - DF

      Sugiro ouvir o que diz o professor Tadashi. Não é uma questão de fronteiras, se aplicar fungicida na soja no fundo do quintal, em 1 hectare ou 500 alqueires o resultado será o mesmo, uma nova raça de fungo resistente. Ele se manterá vivo nas sojas figueiras da região, nos pátios de armazéns e voltará com força na emergência da soja no ano seguinte. Isso não vai acontecer? À afirmação do professor Tadashi e do José Renato é: "isso já está acontecendo". A dispersão do fungo vindo do Paraguai não é o mais relevante, sim o que fazemos com o fungo aqui no Estado.

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    • Fabrício Morais Brasília - DF

      Corinho figueiras no meu texto por tigueras

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      E daí.... a ferrugem está presente a mais de 10 anos...sobre ouvir o tal doutor Tadashi..pra que se o homi é incompetente para resolver plantando...para resolver não plantar não preciso ouvir ninguém....99,9% dos não especialistas sabem...sobre as balelas do fungo como técnico da área sei como atuam...logo a soja safrinha em nada vai interferir na ferrugem...

      Me respondam..quando da vinda da ferrugem na soja não se plantava soja safrinha!!!!! e ela se espalhou do mesmo jeito...portanto poesia..balela..ladainha... não combina com eficacia...esperem pra ver..daqui a 12 meses voltemos ao assunto e o problema da ferrugem continuará o mesmo...tem coisas que devemos buscar uma solução e não simplesmente não fazer e neste caso não plantar...Pelé foi um grande especialista em futebol...quando teve que dar diagnostico e ou prever algum resultado ERROU TODAS..iguas aos Tadashi da vida...

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Dalzir, pensei em não falar mais nesse assunto, mas decidi falar para você. Nosso novo comentarista, Sr. Celso Gaudencio, não gostou quando eu disse que o pessoal da Embrapa, na falta de ter alguma coisa para apresentar, apresentam-se eles mesmos, como salvadores da pátria. Ele disse que não, que não era isso, e tal... Logo em seguida em outro comentário ele afirma que os pesquisadores salvaram a sojicultura... Como é que se discute com gente assim? O cara fala uma coisa e no momento seguinte, diz exatamente o contrário do que tinha acabado de afirmar. Isso é ideologia. Os funcionários públicos e agregados, agarrados nas partes baixas das "autoridades", criaram um país só para eles. Capitalismo de compadres para eles, e socialismo para nós.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Veja o que disse Mises, algumas décadas atrás, em seu livro, A ação humana. "O homem comum não especula sobre grandes problemas. Ampara-se na autoridade de outras pessoas, comporta-se 'como um sujeito decente deve comportar-se', como um cordeiro no rebanho. É precisamente essa inércia intelectual que caracteriza um homem como um homem comum. Entretanto, apesar disso, o homem comum efetivamente escolhe. Prefere adotar padrões tradicionais ou padrões adotados por outras pessoas porque está convencido que esse procedimento é o mais adequado para atingir o seu próprio bem estar. E está apto a mudar sua ideologia e, consequentemente, o seu modo de ação, sempre que estiver convencido de que a mudança servirá melhor a seus interesses".

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    • Fabrício Morais Brasília - DF

      Os fungos são os organismos mais avançados na terra porque são capazes de se reproduzir em sucessivas gerações em curto espaço de tempo. A possibilidade de surgir um indivíduo adaptado ao meio é muito alta. Isso significa que raças resistentes aparecem independente do que fizermos. A questão é diferente. É preciso rotacionar os princípios ativos e diminuir a pressão de seleção. Mas vivemos em um país livre e de fiscalização ineficiente. Isso significa que cada um seguirá sua consciência...

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Fabricio..o que voce coloca acima todo o mundo sabe...a séculos...só que além de algumas verdades técnicas temos que analisar...custos...otimização..liquidez...rentabilidade e demais fatores que compoem o negócio e especialista é um técnico sem visão GERENCIAL....sem visão do conjunto...

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Rodrigo..os pesquisadores da EMBRAPA tinham alguns bons no passado.. conheci alguns no Centro Nacional de Suinos e AVES...mas tinha um monte que eram um zero a esquerda...lembro que em 76 fui a centro de pesquisa de trigo e soja em P. Fundo no lançamento de um pacote para trigo..e ainda hoje os problemas são os mesmos...belo trabalho em em 40 anos...andamos igual a caragueijo.. de ré..

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Fabricio, ferrugem é uma coisa que não precisa de fiscalização, se não controlar, o produtor quebra, e fim de papo. Os experimentos em rede da Embrapa, não comprovam a perda de eficiência dos fungicidas. Em condições ideais de desenvolvimento do fungo, é muito dificil o controle, e é só isso o que os experimentos comprovam. No campo, aplica com 40, 45 dias, e depois monitoramento direto, lupa com aumento de 100 vezes, e aplicações logo no surgimento das pústulas, urédias, ou como queiram chamar, alguns produtores chamam de vulcão. Antes da abertura, isso é muito importante, e não vai ter ferrugem na lavoura. Se chover direto, complica, e aí sim, os fungicidas perderão residual, e dependendo das condições de aplicação, se com vento forte, folhas úmidas, enfim, nessas condições o resultado não é bom. O baixeiro vai pro pau, e sete dias depois, pode entrar de novo. Os produtos preventivos não são sistemicos no sentido de circular dentro da planta e descer para a área mais baixa, quando muito atravessam a folha. São produtos de contato, onde não há contato, não tem controle. E esses detalhes Fabricio, fazem com que a uniformidade de aplicação, deva ser um fator a ser considerado. Duvido que as multinacionais donas das marcas comerciais, não consigam provar a eficácia dos produtos em condições ideais.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Vai ai uma comparação que muitos vão dizer "NÃO TEM NADA A VER"! É de conhecimento o surgimento das superbactérias em ambientes hospitalares. PORQUE NÃO APARECEU NENHUM "CIENTISTA" RECOMENDANDO O FECHAMENTO DE HOSPITAIS PARA PREVENIR O SURGIMENTO DAS SUPER BACTÉRIAS ???

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Caro Rensi...é fácil tripudiar sobre o produtor rural..ele é dócil..manso...ruim de briga..aceita a CANGA..e as lideranças que deviam assumir o papel em defesa da classe ou são pelegos..ou despreparados...ou sem competencia..sem argumentos...então quarqué ispicialista de meia tigela tipo estes citados nas matérias acima com diproma di dotô..e com as costas quentes de algum cargo público e com ego da rainha da Inglaterra se arvora e decide as coisas sem analisar todo o contexto...bem aí quem perde é o PRODUTOR RURAL...vejo ainda hoje falarem em inoculação de semente....ou seja a aprosoja vai ao interior com palestrinha de jardim de infancia em vez de RESOLVER OS PROBLEMAS DA CLASSE...

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      e o que é pior o canal rural vai junto como se tivessem fazendo um papel fundamental....e boa parte dos produtores entra na onda e o verdadeiros problemas da classe são deixado de lado...e por aí vai...

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      faço aqui uma pergunta....os ispicialistas em mercado de soja que diziam que não vinha a 8 o buschel..e sim iria a 12 estão onde!!!!!! sumiram...

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    • Valdir Edemar Fries Itambé - PR

      Estou gostando do debate, e deve ser através dele que nós produtores rurais devemos nos ater para buscar as soluções do que nos impõe através do lobby, seguido pelos "ideologistas de carteirinha"... O assunto SOJA SAFRINHA, já é pertinente, e sempre teve espaço aberto aqui mesmo no site NOTICIAS AGRÍCOLAS... Lideranças do setor soja (que acompanham o site noticias agrícolas), dizer que não foram convidados para o debate em relação a PROIBIR O PLANTIO DO SOJA SAFRINHA, é o mesmo que assumir a falta de compromisso diante do setor produtivo da soja. Nós produtores rurais, pesquisadores da EMPRAPA, representantes do Ministério da Agriculura, Pecuária e Abastecimento do MATO GROSSO, e tantos outros profissionais e produtores rurais, muito temos debatido este assunto aqui mesmo no site como também no canal rural... O assunto não é de hoje, muitos comentários foram publicados aqui neste mesmo espaço do FALA PRODUTOR... Dura verdade, mas o que vimos hoje é que o MARKETING de grandes empresas, somado ao lobby das multinacionais feito junto às instituições governamentais, tem levado o poderio público tomar tais decisões. Lamentável... Infelizmente o poderio público optou pela simples proibição. Proibido esta a partir da safra 2016/2017 (menos mal)... Ao menos temos tempo para tentar reverter a questão... O que temos que fazer? ... Em especial os amigos produtores rurais de Pato Branco (minha terra natal) e todos os produtores rurais do sudoeste do Paraná que por tradição tem cultivado SOJA na segunda safra, é aproveitar a oportunidade que resta, e com o plantio da soja ainda liberada para o plantio de segunda safra nesta ano de 2015/2016, deve-se tirar proveito e realizar o mais profundo acompanhamento técnico para que possamos reverter tais decisões... O site NOTICIAS AGRÍCOLAS nos deu espaço, já debatemos em muito aqui no fala produtor em relação ao artigo (http://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-principais/139765-proibir-o-cultivo-da-soja-safrinha-ou-investir-em-tecnologia-para-viabiliza-lo-por-valdir-fries.html#.VjdBR7erTcs)... O que devemos é buscar solução, e a SOJA segunda safra se bem conduzida como opção na sequencia do cultivo do milho verão, é sem duvida uma das melhores opções para os produtores rurais do sudoeste do Paraná, que a tantos e tantos anos tem cultivado, e em nenhuma das safras já realizadas, as doenças fúngicas chegaram a comprometer a produção... Devemos cobrar do Governo é investimento em pesquisa... o simples fato de proibir não é a melhor solução... Ao que parece e tudo indica, e é o que vimos, é o domínio das multinacionais sobre as lideranças governamentais, até porque ao tempo que o poder público decreta atos PROIBINDO determinadas praticas, as mesmas autoridades acabam também decretando a Liberação de determinadas tecnologias introduzidas em cultivares de determinadas culturas, colocando em mesmo grau de risco o comprometimento da produção.

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Mais uma vez vou questionar o que chaman de ISPICIALISTAS..só que agora os e mercado...diziam que o soja iria a 12 o buschel...disse que viria a 8 o buschel e também disse proque..e agora os Tadashi de mercado!!!! o espaço está livre...produtores rurais fiquem atentos ao dolar..se continuar com safras normais e a economia mundial devagar e fizerem um ajuste fiscal bem feito e consistente os preços em real vão despencar...fiquem atentos..abram o olho..cuidem investimentos...enxuguem despesas...

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  • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 31/10/2015 17:08

    Se a BRF está vendendo mais baixo que vendia qual será o motivo....acho que sei a concorrência com a Seara...ou seja está tentando apertar a Seara no preço baixo para não perder mercado...trabalhei em duas delas...uns 8 de Seara e uns 12 de Perdigão...a Sadia deitou e rolou com dinheiro no bolso e a Perdigão da mão pra boca...quando a Perdigão tomou fôlego..comprou a Sadia...a Seara na parte de produção de aves e suinos sempre teve custos mais baixos..face a melhores índices de conversão ..ganho de peso..e mortalidade..a Perdigão era a mais ágil..rápida...e a Sadia...parecia o time do São Paulo atual..cheio de medalhão e parecido com carangueijo....

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