Fala Produtor

  • Rodrigo Marcelo Sapiaginski Palmas - TO 29/06/2022 14:42

    O comentário do Vlamir Brandalizze está equivocado sobre os bio insumos on farm. A multiplicação pode ser feita em uma caixa d´agua com motor elétrico, acessível até para os pequenos produtores. A multiplicação é simples e o custo 30% do valor oferecido pelas multis pelas mesmas bactérias. As bactérias agem inclusive no auxílio para redução da dose do defensivo químico. A eficiência on farm é excelente, pois sai da fábrica e é aplicado. Essa lei em verdade quer tirar o lucro do produtor. É mais uma facada nas costas dos produtores. Não deveria passar.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 29/06/2022 08:07

    A distancia entre o discurso ideológico da esquerda e de parte dos ditos "conservadores", melhor seria neobolsonaristas, e a prática é uma coisa abissal.

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    • VINICIUS MORENO Umuarama - PR

      VOCÊ ESTÁ BEEEM EQUIVOCADO, EIN! SABE QUEM É O AUTOR? JAQUES WAGNER - PT/BA. LEIA AÍ.

      https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/150351

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  • EDMILSON JOSE ZABOTT PALOTINA - PR 28/06/2022 20:51

    Hoje recebi uma informação sobre Projeto de Lei n. 3668/2021 , que tramita no Senado , proposto pelo PT . O Projeto proíbe a Produção de," BIOINSUMOS " produção feita por Produtores rurais e também a Nível de Orgânicos.

    Absurdo pois essa é uma forma de reduzir custos e com resultados positivos a nível de controle.

    A máquina do lobi das indústrias de agroquímicos agindo nos porões e nós produtores sem sermos informados pelas entidades do Agro .

    Alguém pode explicar????

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    • Adilson Garcia Miranda São Paulo - SP

      Acho, que posso explicar. É que a doutrina desse partido, é contrária à agricultura. Por onde que eles passam, nem Erva Daninha cresce. Mas, onde o Messias anda, corre água e nasce flor.

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    • EDMILSON JOSE ZABOTT PALOTINA - PR

      Adilson , correta sua opiniao.

      Infelizmente temos um jogo de Indústrias que possuem como parceiros uma esquerda que não entende de Agricultura e São fáceis na negociação de acordos paralelos .

      Espero que Senadores e Deputados lembrem-se de que no Covid 19 o Agro não parou e conseguiu pagar a conta , inclusive para esta esquerda que nada produz .

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  • Ralfo B B Penteado Campinas 28/06/2022 20:36

    3,5 anos perdendo tempo, importando inflação de falsa crise e falsa escassez em um país vertical na indústria do petróleo. Até o álcool carburante foi indexado ao preço internacional mais frete. Guedes totalmente equivocado. O complexo de refino da Bahia, privatizado, pratica preços superiores ao PPI. O mercado do Guede$ boy é isto aí. Guedes também declarou para abandonar a estratégica área pois o petróleo não tem futuro. Reagir antes que tarde demais. Quanto custou aí país estes 3,5 anos de desinvestimento ?

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  • Adalberto José Munhoz Campo Mourão - PR 28/06/2022 08:31

    Bom dia pessoal esses dias postei um comentário sobre a realidade da colheita aqui no Paraná informando produtividade e pedindo para o pessoal parar de falar em alta produtividade e sim ver a realidade das lavouras só isso e pela segunda vez não postaram.

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  • Celso Siqueira 25/06/2022 22:34

    Hoje que valor a arroba

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      VEJA NO PAINEL DE COTAÇOES

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  • Getulio Coutinho 25/06/2022 19:53

    Parabéns por este e outros programas. Assim como cuidar da saúde não é tomar um monte de remédio (mas também tomar quando necessário), produzir é respeitar condições. Não é encher de NPK o solo. A superprodução precisa de elementos que não fornecemos, gera alteração no bioma solo. O aprendizado é constante.

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  • Adalberto José Munhoz Campo Mourão - PR 25/06/2022 09:52

    Bom dia todos, com relação a produtividade de milho em algumas regiões aqui do Paraná, todas estão com no mínimo quebra de 40%. Então o que está acontecendo com esse preço, apesar de pessoas noticiarem que aqui na região não tem quebra, nesse caso proponho que venham pra roça, acompanhem a colheita e ai sim, após constatarem a real situação, publiquem suas considerações .

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Sempre existe uma defasagem de tempo entre a roça e o mercado----E' o tempo que os espertinhos de mercado compram para ganhar dinheiro

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  • Laércio Santa fe de Goiás - GO 24/06/2022 20:46

    Como tenho acesso para conseguir ter um kit desses?

    Att.

    Laércio

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  • jose maria caires bomfim - zito Tanhaçu - BA 24/06/2022 11:12

    Aprovado e sancionado projeto de dá fôlego aos produtores rurais, alongamento dívida por 20 anos e com 03 de carência, teremos de fato fôlego para seguir em frente. Temos de cobrar do governo e isso é altamente favorável a ele.

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  • Geovani Salvetti Ubiratã - PR 23/06/2022 23:04

    O GOLPE TÁ AÍ CAI QUEM QUER...

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 23/06/2022 18:19

    Segundo as notícias., podemos dizer que "hoje foi um dia amargo" ... 1

    Então, normalmente o amargor vem do limão... Espera aí ...

    Não existe aquela máxima ... "FAZER DO LIMÃO UMA LIMONADA" !!!

    ESTA É MAIS UMA ESPECIALIDADE DO PRODUTOR RURAL BRASILEIRO !!!

    NÃO DESISTE NUNCA !!! ... VAMOS PARA A LIMONADA ... & ... QUE SEJA BEM REFRESCANTE !!!

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Fico aqui "com meus botões" tentando entender, como os comedores de lagostas e bebedores de vinhos campeões "enxergam"?

      Sim, é um exercício hercúleo! Pois, se transportar a uma outra dimensão e, não é "qualquer dimensão" !

      É a dimensão dos "semideuses do Olimpo" (Leia-se STF).

      Então, o Presidente do STF foi desconvidado a participar de um evento em Bento Gonçalves, agora foi a vez da dupla Carmem Lucia & Dias Tofolli em Gramado.

      Aí vem, "a nota do STF". O "cancelamento foi por motivos de segurança" dos ilustres... Vai entender !!!

      Vai chegar a hora, que eles vão determinar "por motivo de segurança" a transferência do STF para Portugal, em Lisboa. É lá que o Gilmar Mendes já tem uma "estrutura" para dar palestras e resolver os problemas mundiais.

      Quanto mais longe da "insegurança da realidade" para esses semideuses é melhor.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Muitos já ouviram falar de Wiliam Shakespeare. Ele tem uma máxima de que: "há mais coisas entre o céu e a terra do que imagina nossa vã filosofia".

      Nós temos uma noção da distancia entre o céu e a terra. Mas, quem perdeu essa noção. Qual é sua visão?

      Então, se tentarmos "enxergar" a realidade utópica de certas pessoas, que há muito tempo vivem num mundo que eles criaram com suas "canetas". Sim, são funcionários públicos, cujos poderes foram pouco a pouco, sendo fortalecidos por suas pressões políticas e/ou prerrogativas de criarem jurisprudências. E, nós o povo que paga TODAS AS CONTAS, assistíamos de longe tais desmandos, mas, bovinamente respondíamos: "quero distancia da política... não gosto de política"!!!

      Voltando ... Existe "umas castas" de funcionários públicos que há muito tempo, estão vivendo numa bolha, onde sua condição é igual a de um cidadão de classe média de uma Dinamarca ou Suíça. E, quem paga essa conta é a classe que produz as riquezas do país.

      Exemplos estão em todas as esferas de poder e, em todas as áreas (JUDICIÁRIO, Legislativo, Executivo).

      Como mudar esse estado de "coisas"?

      DEVEMOS ATACAR AS CAUSAS & NÃO OS EFEITOS !!!

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    • Leodir Vicente Sbaraine Terra Roxa - PR

      Kkk, no Sistema Político que vivemos atualmente, Jamais isso terminará.., Infelizmente , estamos Lascados , Reforma Política urgente, única maneira de Resolver o País..

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  • José Luiz Lazaron Itanhangá - MT 23/06/2022 15:14

    Parabéns pela produção, infelizmente tem muito produtor na região de TAPURAH q está colhendo bem abaixo desses números citado na entrevista, inclusive tendo prejuízos pela baixa produtividade….

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  • Othmar Heleno Rempel Cascavel - PR 23/06/2022 12:12

    Qto a notícia é boa a Reuters, "MAS....."

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  • nelson jose camolesi bauru - SP 23/06/2022 11:42

    Considerando que o ciclo da pecuária passa por 3 fases, cria, recria e engorda (terminação), entendo que o preço do bezerro não interfere diretamente no resultado da terminação. O valor do bezerro, do boi magro e da arroba de boi gordo, são determinados por fatores comuns e também por fatores que estão completamente descolados. Exemplo: O comprimento da escala de abates, que atinge drasticamente o terminador, pouco atinge o recriador e o criador. O poder de compra da população também é outro fator ao qual cria e recria parecem ser imunes. Fatores climáticos e o custo dos alimentos concentrados interferem diferentemente em cada etapa da cadeia produtiva. Enfim, mesmo estando tudo interligado de certa forma, podemos considerar que cada etapa tem vida independente. Podemos ter num determinado momento, o preço do bezerro em alta e a arroba do boi em baixa e vice versa. Existe um lapso temporal muito grande na interferência de um determinado fator em cada uma das etapas. Muitas vezes antes um determinado fator surge detonando o preço numa etapa e depois desaparece antes de atingir as outras. Neste momento, queda no valor do bezerro em nada favorece o terminador , o qual encontra-se numa situação preocupante, muito mais devido a alta no custo da alimentação e da logística necessária do que o preço do bezerro.

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    • Aloísio Brito Unaí - MG

      Sr Nelson Camolesi, concordo com a sua interpretação, mas… acredito que a baixa do preço do bezerro favorece o novo ciclo para o terminador, quando ele ja fez a operação de venda dos bois e está com o capital pronto para reinvestir ou repor os animais do próximo ciclo.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Gente eu tenho uma curiosidade, considerando que produtores de leite substituíram o concentrado por pasto irrigado com elevado teor de proteína----Será que algum confinador já experimentou esse método de engorda???

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    • Aloísio Brito Unaí - MG

      Sr Carlo Meloni, existem sim, projetos de engorda a pasto irrigado, principalmente com pivôs centrais. Lembrando que na atividade leiteira a escala é muito inferior aos níveis de produção de carne. Sabendo-se que a limitação de operação desses projetos de irrigação para engorda de bois acima de 100 unidades é muito complicado. Lembrando que engordar bois abaixo ou até essa quantidade de animais, a viabilidade econômica fica ameaçada.

      Corrigindo: a limitação é grande*.

      A viabilidade econômica é muito difícil e muito arriscada.

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    • nelson jose camolesi bauru - SP

      Sr. Aloisio Brito, boa tarde. Em relação ao momento em que citou, ou seja, quando o terminador vendeu seu gado e vai reiniciar outro ciclo, considero que este é o momento crucial, em que o cálculo deverá ser feito para se avaliar o resultado. Tomemos por exemplo a venda de 100 bois com um determinado peso. O valor liquido desta venda tem que ser suficiente para a compra de 100 bois magros mais o valor das despesas necessárias para engorda-los até o peso dos bois da referida venda. Se precisar por mais dinheiro, a operação deu prejuízo e se sobrar, deu lucro. Quanto sobrou ou quanto faltou é o tamanho do lucro ou do prejuízo. Então pouco importa o preço do bezerro porque ele não entra nesta equação. Os preços que importam são os dos bois magros e das diárias, sejam de boitel ou por conta própria. Não estou considerando como Terminador aquele pecuarista que atua também nas outras fases do ciclo (cria e recria). Muitos deles costumam exportar os lucros das fases anteriores para transformar o prejuízo do confinamento em lucro.

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    • nelson jose camolesi bauru - SP

      Boa tarde Sr. Meloni. Brilhante a sua colocação. Acredito que a sobrevivência do confinamento terá que passar por mudanças drásticas na sua essência, pois estamos vivenciando situações novas e determinantes que alteraram os valores dos alimentos a nível global e de maneira aparentemente duradoura. Não dá para afirmar que o valor dos alimentos concentrados vão regredir no curto ou médio prazo. Notadamente o milho, que na forma de grãos ou silagem é um forte componente das dietas dos bovinos confinados. Tão pouco a soja e seus derivados voltarão a níveis de preços que tínhamos a 3 anos atrás. Alimentos alternativos como PCP, gérmen de milho, casquinha de soja etc.etc, também acompanharam os primeiros e chegam e custar mais caro ainda, se for levado em consideração o valor nutritivo. Bovinos, suínos, aves, peixes, pets e humanos se forem colocados numa escala de competitividade, teremos a seguinte ordem. Primeiramente humanos, depois pets, peixes, aves, suínos e por último B O V I N O S. Assim sendo, caso haja

      falta de alimento, não haverá espaço para tratar bois em confinamento, na escala que hoje estamos vendo. Temos que pensar em sistemas alternativos e mais eficientes para a produção de elevados volumes do alimento que somente o boi come e não tem como sofrer competição de outros consumidores mais eficientes. Este alimento é o capim. A irrigação e também outras técnicas serão utilizadas para atingir este objetivo.

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    • Hilario Bussolaro Cascavel - PR

      Sem dúvida a vida no Brasil não é pra amadores, e mais uma vez vemos a mídia falar e falar, esse dias uma notícia mostrando um armazém de grãos transbordando em mato grosso e claro isso é usado pra derrubar o preço do milho, esse que o agricultor plantou com preço altos , esperando recuperar o prejuízo do soja , ou seja, o agricultor brasileiro tenta produzir mais, pra recuperar e se enterra mais ainda, será que se reduzíssemos as áreas de soja, reduzíssemos as áreas de safrinha e se preocupasse em fazer rotação de culturas não seria mais lucrativo, produzir mais c menos, riscos sem loterias e preservar nossa poupança no solo, a mídia e o governo usam o agro pra tudo afinal sem comida o mundo para e o tal ser humano vira um bicho incontrolável

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