Fala Produtor

  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 07/06/2013 00:00

    Caro Fabiano Dal Asta, não leve muito a sério minhas opiniões..., como escreveste, sou um MATUTO FAREJADOR... Cansei de perder ouvindo pessoas que, com certeza, tinham outros interesses que não eram os meus..., então fui buscar informações..., a dificuldade sempre foi a triagem, por isto o FARO é essencial... Meu guru sempre foi o Liones Severo..., este sim, devemos dar atenção à sua opinião.

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  • tiaraju caraça pontão - RS 07/06/2013 00:00

    Gostaria de dizer uma coisa! um produtor rural foi morto pelos indios, está no facebook..., quer dizer que nao acontece nada para eles? a guerra ja começou! mas o governo está tapando o sol com a peneira, para que ter presidente ? se nao decide nada... quantos vao morrer com isso? quem produz o alimento é morto! então tem que fazer justiça com as proprias mãos, pois se depender do governo estamos mortos..., está escrito na bandeira Ordem e Progresso... a presidente jurou isso em sua posse!!??

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  • Luiz Carlos Pasquim Sobrinho Acreuna - GO 07/06/2013 00:00

    ALBERTO MARIA BENTO | DOURADOS - MS, parabéns, foi de uma lucidez fantástica! A culpa é nossa, somos frouxos, gananciosos, se não chover no vizinho, ótimo, compro sua fazenda baratinha.

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  • Ruy Sant\\\'Anna dos Santos Campo Grande - MS 07/06/2013 00:00

    Feudalismo do governo, índios e MST - Por, Ruy Sant’Anna -- Os produtores rurais devem tomar cuidado com as investidas do governo federal que, como sempre, pratica sua política de morde e assopra ou muitas vezes só morde..., sinalizando com o feudalismo aos que tiraram o país do sufoco econômico.

    Foi graças à potência agrícola dos agropecuaristas brasileiros, e à força do agronegócio, que o país saiu-se muito bem das recentes crises econômicas que afetaram a economia mundial.

    Por isso, ao contrário que quer que pareça a presidente Dilma, destaco que o agronegócio inicia e conclui esse processo desenvolvimentista no campo. Seja na agricultura ou na pecuária. No campo!

    Sob o sol que muita vez torra a terra e quem sobre ela trabalha, ou sob a inclemência da chuva que arrasta ou inunda as plantações.

    O agronegócio apesar do jeitão burocrático não nasce em escritórios refrigerados ou artimanhas palacianas. Feijão, cana, soja, arroz, etc. não nascem em escritórios palacianos.

    É preciso muito trabalho e riscos com o clima e atraso na liberação de empréstimos, prejuízo com a perda da produção, além das ameaças do governo federal.

    Mais recentemente apareceram os indígenas instruídos pela FUNAI, CIMI e ONGs; e mais agora o MST. Tudo para “melhorar” a vida de quem trabalha e produz para o povo e o País e para o crescimento próprio. Por que não? Nem relógio trabalha de graça.

    Quando me refiro ao feudalismo, falo de todos os brasileiros e em especial dos produtores rurais que têm de trabalhar os cinco primeiro meses do ano só para pagar impostos. Muito mais do que os da Idade Média que trabalhavam dois meses para pagar seus senhores.

    Além de trabalhar cinco meses para pagar impostos, os produtores rurais ainda tem a chaga das invasões e destruições induzidas por manipuladores dos índios, que pelas táticas de barbarismo, pretendem que sigam às manobras do MST.

    Lembra da história dos mascarados no meio dos índios, na Fazenda Buriti? Essa é uma das formas do MST destruir, o que não constrói. Os “amigos” dos índios, pelo jeito, pretendem que eles sigam as táticas e manhas dos “emeessetistas”.

    Eles não caíram do céu. Fazem parte de planos e promessas, de alguém ou algum lugar. Não posso afirmar. Mas, é estranho, não?

    A sanha maldita da terra arrasada, não é do costume indígena. Isso parece coisa ensaiada, enquanto aguardavam a chegada desse reforço mentor, mais radical.

    Se a Guarda Nacional demorar na ação objetiva de reter esses grupos, a guerra a que se referem os índios como já iniciada, pode ser observado como um erro de avaliação. Os produtores rurais, todos titulados, sem grilagem, nem ilegalidades, ao sentirem o marasmo do governo federal, seus avanços e recuos, não estão dispostos a entregar o que é seu, aos mãos grandes.

    Aí, se a Justiça não definir o lado da balança e ou o governo federal não agir rápido, a guerra realmente pode começar com a reação dos lavradores e pecuaristas, diante de novas, e sangrentas invasões.

    Os índios não tinham feito acordo de não invasão? Não passou um dia e quebraram a promessa.

    Está mais do que na ora de enxergar o X da questão e por o pingo nos i. Sofismar, ou contemporizar nessa hora, é prejuízo na certa. Já assistimos entristecidos a mortes, sim mortes e feridos, do lado dos índios e dos produtores rurais.

    Esse recuo da decisão da justiça, em reanálise judicial, só está alimentando a vaidade vesga de protetores inteligentes e instruídos, que podem repassar tal decisão como “um pano quente”, a “mão na cabeça” dos indígenas. O que não é, em hipótese nenhuma.

    Mas, se tem alguém que prefere a desinformação, esse é um prato cheio. Por isso a urgência na decisão é super necessária.

    Meu espaço é curto e o tema é vasto. Queira o Grande Arquiteto do Universo, o Deus único e universal, que a Justiça se faça, sem muita demora e que sobretudo a União a quem cabe o poder de decisão assuma essa responsabilidade, de vez.

    Que finalmente a paz da civilidade, do respeito mútuo, da justiça e da condição de trabalho e desenvolvimento, volte para Mato Grosso do Sul, sua gente e governo estadual. Todos merecemos essa paz. Nessa questão não deveria ter lados.

    Com esse firme pensamento e atitude, dou-lhes bom dia, o meu bom dia pra vocês.

    Jornalista e advogado.

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  • delvio kava do nascimento schiesler laranjeiras do sul - PR 07/06/2013 00:00

    Gostaria de fazer algumas correções... de principio, existem somente 60 indigenas caingangues, e nao 150, como está descrita na reportagem. E são mais de 120 familias de produtores que geram empregos diretos e indiretos, e lucros para o BRASIL e alimentos para o Exterior. A Funai não tem com que pagar os valores de nossas terras e pelas benfeitorias..., estamos há mais de 100 anos com escrituras publicas registradas em Cartorio, quanto em Laranjeiras do Sul como em Guarapuava/Pr, e nunca (até o ano de 1940) se ouviu da existencia de indigenas em nossas areas..., a partir de 40 foi que iniciou-se a vinda destes, pois comecaram a fazer uma passagem entre Nova Laranjeiras para a aldeia de Marrecas. Isso ficou explicito no relatorio realizado pela antropologa da Funai. Só que ela esqueceu de verificar nossas escrituras. Nao foram feitos sequer laudos, assim como podem expedir decreto afirmando que a terra pertence aos indigenas???. Varios são os motivos pela nossa permanencia, um deles exigimos que sejam pagos o valor da terra nua, ou uma permuta com a mesma quantidade de terra, que consta em nossas escrituras. Se os indigenas tem o DIREITO, onde está o nosso???. Onde ficam os nossos direitos, DIREITOS HUMANOS, onde estão? Quanto à IGREJA, os BISPOS devem ter mais respeitos conosco, pois eles tambem tem parte nisso, sao autores, um dos principais, é so olhar as expedições da Igreja, e verão que ela tambem tem culpa... Nao podemos nos omitir, escondendo nossos erros do passado..., mas também somente ver o indigenas como coitados..., coitadinho somos nos que labutamos dia-a-dia, e pagamos com os impostos para eles estarem onde estao. A nossa situacao é tranquilha, as 60 familias aqui sao a favor que o ESTADO NOS INDENIZEM, ou TRANSFIRAM os indios para outro local..., nós nao queremos conflitos, somente queremos o que é de nossa parte, e que eles tenham o que é de direito deles.

    Comentário referente a notícia: [b]Paraná tem 7 áreas sob risco de conflito entre índios e produtores rurais[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=123391

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  • Ezio Antonio Seabra Uberaba - MG 07/06/2013 00:00

    João Batista, falar até papagaio fala, mas vá tirar dinheiro para custeio, vai lá para você ver..., é uma dureza... você tem que puxar o saco do gerente, comprar tudo o que ele enfia em voce goela abaixo, e tem casos em que você tem que dar até a sogra de garantia.... É uma novela... na tv é muito bonito mas na pratica é outra coisa..., João, para você financiar um trator que custa R$ 132.000 a juro de 3.5% você tem que dar garantias de 150% do valor e ainda arrumar avalista... é uma dureza, pois são poucos... logo, só os grandes é que vão conseguir aproveitar esse plano... então entrevista um especialista e você comprovará. Abraços aqui de UBERABA, o maior produtor de milho do mundo e não tem uma feira agro.

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  • Silvio Marcos Altrão Nisizaki Coromandel - MG 07/06/2013 00:00

    Amigos agricultores de todo o Brasil, infelizmente estamos presenciando o "ESTUPRO" de nossa democracia..., mas engana-se quem acredita que isso é obra do acaso, de algo que se iniciou do simples interesse dos indios conquistarem mais terras, vamos aos fatos:

    1- Governo Boliviano desapropria refinaria da Petrobras em seu território (roubo), e o governo federal nada fez.

    2- Governo Brasileiro é obrigado a ceder aos interesses do Paraguai quanto à binacional Itaipu.

    3- Argentina retalia as importações de produtos brasileiros.

    4- Brasil doa aviões para Venezuela, Bolivia, etc...

    5- ONGs, financiadas pelo governo federal, mandam mais no congresso Brasileiro que nossos próprios deputados e senadores.

    Alguém tem duvida do que esta acontecendo.......

    BRASILEIROS ABRAM OS OLHOS,...

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  • walmirhuzioka Papanduva - SC 07/06/2013 00:00

    CADÊ A BANCADA RURALISTA PARA AJUDAR OS AGRICULTORES??? AGORA O GOVERNO QUER QUE EMPLAQUEMOS TODOS OS TRATORES. EM VEZ DE AJUDAREM A QUEM PRODUZ E DÁ RENDA PARA O PAIS QUEREM ARRUMAR MAIS UM IMPOSTO PRA NOS PAGAMOS. É UMA VERGONHA..., O PT QUER TIRAR DINHEIRO DE QUEM PRODUZ PARA MANTER SUAS VERGONHOSAS CESTAS BASICAS....TEMOS QUE PROTESTAR LA EM BRASÍLIA CONTRA ESSA ROUBALHEIRA. UM ABRAÇO A TODOS DO NOTÍCIAS AGRÍCOLAS...

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  • Gabriel Cordeiro Stefanello Dourados - MS 07/06/2013 00:00

    Me parece que o governo federal já tomou uma atitude sobre a questão indigena, mostrando o seu lado... derrubou a liminar de reintegração de posse, manteve os invasores com se fossem deles mesmo a terra, trouxe um exercito armado para proteger os invasores e nosso governador nao se pronuncia sobre a reunião que teve com o ministro da Justiça..., nao podemos esquecer que já existem 65 propriedades em litígio indígena no estado de MS, e a FUNAI ainda tem mais estudos antropológicos a fazer..., isso parece nao fim, pois o problema é bem agudo, pois, além dessas áreas pretendidas, temos de saber quantas mais a FUNAI quer de volta, pois as já invadidas abrem caminho para muitas outras... afinal está fácil demais tomar a terra dos proprietários, uma vez que os invasores tem apoio incondicional de toda a sociedade, desde que morreu o índio Oziel Gabriel, o "guerreiro" que tinha direito de atirar e matar os outros..., enquanto o produtor que morreu em Douradina (MS) foi torturado pelos indios e o governo nao mandou policia nenhuma para pacificar nada..., vamos montar uma guerrilha igual a deles, pois me parece a única saída... os criminosos estão acima da lei enquanto nós vamos ser expulsos da terra que abrimos e onde fizemos o progresso.

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  • antonio jose magalhaes de mello cafelandia - SP 07/06/2013 00:00

    Em visita à 35.a edição da Feira da Citricultura de Cordeirópolis (SP) vi o declive do setor, e como todo citricultor e as empresas de insumos agricolas estão desacreditadas... todos com quem conversei estavam ali peguntando uns aos outros se valia a pena ficar na citricultura..., todas as respostas eram unanimidade, que nossa citricultura está inviabilizada de ser tocada desde o ano passado para todos os citricultores que nao tinham contrato com as industrias... até antigos amigos compradores de grandes industria se questionavam e diziam não entender o que aconteceu com as industrias.

    Na parte da tarde fui assistir às palestras..., na primeira, do sr. Flavio Viegas, da Associtrus, um homem que sempre se empenhou em prol da nossa citricultura, mas creio que já está na hora de mudar um pouco sua postura, de parar de só criticar e sim tentar somar com os citricultores e outros orgaos representativos, enfim parar de só ficar brigando e sim representar nossa classe com propostas modernas e somar pela união da classe que hoje se encontra jogada às traças, esquecer o passado e correr rapidamente com o tempo, se nao a hora que houver um acordo, vai ser tarde demais para os liderados que ele representa... afinal todos ja quebraram,...

    Depois veio o Marco Antonio dos Santos um homem lutador, que conquistou com muita luta no ano passado alguns beneficios para a nossa classe. Por exemplo, a prorrogacao das dividas por 5 anos aos citricultores, além do beneficio de R$ 150 mil para cada produtor pagar em 5 anos, com juros de 3 porcento ao ano, e, finalmente, os leiloes de Prepo, que ou nao, nos ajudou um pouco tentar romper esta crise que parece nao ter fim..., mas acho eu que deveria ter mais gente ao seu lado para ajuda-lo a conseguir mais coisas para nossa citricultura.

    Depois veio sr Joao Sampaio, por sinal uma pessoa que pode ser uma grande ponte entre os citricultores e o governo, uma pessoa com uma grande ligacao com varios politicos, alem que tambem ja foi secretario da agricultura do Estado de São Paulo. Ele veio representando o Consecitrus e abrindo as portas a todos para um entendimento com todos representantes para formar um Consecitrus que possa realmente unir as industrias e produtores a planejar uma citricultura mais justa para todos -- na qual toda a cadeia ganhe, nao só as industrias que nos ultimos 2 anos se enriqueceu, mas nao deixando o preco do suco cair la fora, só que milhares de produtores quebraram aqui dentro, e que foram sendo deixados de lado.

    Depois tivemos uma palestra com sr Leandro Fukuda, um engenheiro lutador, dotado de grandes conhecimentos de custos, com trabalhos direto do campo, na qual ja tive oportunidade de trabalhar com ele e conheço a seriedade e o compromisso que ele tem com a citricultura. Resumindo o que ele falou, hoje para todos os citricultores que nao tem contrato torna-se inviavel continuar na citricultura nas condicoes de preço em que o mercado se encontra... e mais, quem persistir vai quebrar de uma forma que terá que vender seu patrimonio.

    Depois a sr Margarete Boteon apresentou as perspectivas para proximas safra. Ela nos deu a boa noticia que chegamos no final da curva de declinio, e que comecaremos a partir de 2014 (se as industrias deixarem) comecar a ter uma retomada de precos que quem estiver vivo ( nao quebrado)... ate la vai comecar ter alguma melhora... enfim, foi uma otima palestra...

    Finalmente, na final, presenciamos um debate na qual se mostrou mais uma vez a nossa desuniao de classe... representantes de entidades querendo apenas levantar o egos de sua entidades e nao propor alguma coisa para que a situação mude para o bem da citricultura..

    Por isso uma coisa tem que ficar claro: se nós, produtores, ficarmos brigando juntos com nossos representantes, nessa briga o governo vai ficar assistindo de camarote, sem fazer nada, e quando terminar essa briga nos citricultores já estaremos quebrados e mais uma vez a industria vai se beneficiar da situacao e colher os frutos que sobram,... entao é importante que de cada uma das entidades parem apenas de olharem interesses proprios e se unam e vao à luta para tentar ver se teremos tempo de salvar alguma coisa.

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  • ademir fontana santa terezinha de itaipu - PR 06/06/2013 00:00

    Se a terra é pouca por que nao fazem como todo mundo: vai trabalha e compra, e não fica invadindo terras dos outros depois de tudo pronto. A constituiçao é clara: terras tradicionalmente ocupadas pelos indios ate 1988 devem ser demarcadas e nao terras invadidas depois...

    Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Basílio Jorge - Cacique - Aldeia Lagoinha[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=123519

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  • Esau Paul São Mateus do Sul - PR 06/06/2013 00:00

    Aplausos... Concordo plenamente com todas as suas colocações, Salazar Barreiros Júnior!!!

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  • Alberto Maria Bento Dourados - MS 06/06/2013 00:00

    Os indígenas estão anos luz em termos mobilização à frente dos produtores rurais..., nossos sindicatos só se prestam a promover SHOWS com artistas de renome e que nada tem a ver com o agronegócio..., nós, produtores rurais, servimos a juventude de nossos filhos acima das nossas posses, proporcionamos a eles festas do sertanejo-universitário nas feiras agropecuárias onde o sentido maior é cantar o desperdício, a gastança e a esbórnia..., ao contrario dos filhos da MAIORIA dos produtores, os indígenas estudaram, fizeram Doutorado, Mestrado e se aperfeiçoaram nos caminhos da luta pela terra..., nós, produtores, não ensinamos nossos filhos a defenderem o que lhes fornece o sustento, pelo contrario ensinamos a eles que o CAMARO AMARELO deixado pela HERANÇA do meu velho é a a coisa mais importante do mundo..., nos lascamos por sermos super-Pais, por não passarmos a nossos filhos a cultura do trabalho do agronegócio..., sou produtor rural sim, mas sou realista e o caminho é a decadência do ruralista perante à sociedade Brasileira. Nós criamos esse mundo, nós vamos pagar por isso como em tempos passados aconteceu com os barões do café e com os coronéis dos seringais, da cana de açúcar e do cacau..., a nossa imagem é a imagem que nossos filhos passam festando.

    Comentário referente a notícia: [b]Força Nacional ficará 6 meses em MS. Patrulha em Sidrolândia começa nesta sexta-feira. Indios prometem não invadir as fazendas[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=123473

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  • FABIANO DALL ASTA Canarana - MT 06/06/2013 00:00

    CARO VILSON AMBROSI, SEMPRE ACOMPANHO SUAS OPINIÕES E, TOMARA QUE VOCE ACERTE NOVAMENTE, "MATUTO FAREJADOR"....

    EM RELAÇÃO AO ALAGAMENTO NO MILHO NOS EUA, EU CONHEÇO MUITO BEM ESSE PROBLEMA. AQUI EM NOSSA FAZENDA EXISTEM ÁREAS QUE ALAGAM O MILHO, TODO O ANO. E APÓS ISSO ACONTECER (CHAMAMOS DE BREJAR), PODE DAR 40 DIAS DE SOL QUE O MILHO JÁ PERDEU 60 % DE RENDIMENTO PRA MAIS.

    ISSO QUE NOSSAS TERRAS POSSUEM 35 % DE ARGILA E NADA DE MATERIA ORGANICA, O QUE NÃO ACONTECE NOS EUA.

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  • Cesar Bonamigo Amambaí - MS 06/06/2013 00:00

    Sr Dalzir, de Uberlandia: Não costumo defender políticos, mas, no caso do governador aqui do MS, André Puccinelli, abro uma exceção. O Governador sempre defendeu os produtores rurais, pelo direito a propriedade, nunca ficou em cima do muro. Inclusive hoje ele deu uma entrevista no Bom Dia MS... vale a pena assistir.

    Aproveitando: vamos lembrar dos deputados da FPA nas próximas eleições, estive em |Brasília e ví o quanto eles apertaram a ministra Gleisi.

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