Fala Produtor
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jorge casarin Santo Ângelo - RS 10/11/2011 23:00
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Telmo Heinen Formosa - GO 10/11/2011 23:00
Prezado Giovanni Rezende e demais internautas preocupados com a tramitação da nova legislação ambiental: Façam o 'download' do Relatório Aprovado, aqui: http://www.noticiasagricolas.com.br/dbarquivos/codigo-florestal-novo-aprovacoes-ateh-08-nov-2011.pdf >
Em contrapartida à sua postagem sobre Direito Adquirido, quero informar-lhe de que o que mais se ouve nestas Comissões é de que em Meio Ambiente não há Direito Adquirido... a não ser que o dito direito tenha sido objeto de registro ou averbação, que é o caso, por exemplo, na região amazônica. Lá se alguém desmatou 50% da área, quando isto era permitido, e AVERBOU este fato no Cartório... Também não concordo mas quero dizer que não adianta APROVAR itens que serão julgados inconstitucionais. Ruim com eles, pior sem eles... (estes itens que não nos agradam).
Comentário referente a notícia: [b]Código Florestal: Estados poderão definir atividades de baixo impacto nas APP[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=98974
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MARCOS AUGUSTO ZAMBOM Marília - SP 10/11/2011 23:00
Sr. Osvaldo Piccinin, quero parabeniza-lo pela reportagem ALEGRIA DE POBRE..., é isso mesmo que se fazia na roça..., sou filho de agricultores, tenho saudades daqueles tempos... não morei na roça mas cansei de presenciar isto.. quero só completar: muitos sitiantes criavam e formavam seus filhos com pequenas propriedades rurais, que se tornaram médicos, doutores, engenheiros mas que hoje se esquecem das suas raizes (muitos tem vergonha) e hoje com tal globalização, verticalização; e o empresario rural não conseguem mais formar, educar seus filhos, mesmo com propriedades bem maiores..., é o mundo mudou, quiçá para melhor...
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Júlia Aparecida de Lima Ponta Porã - MS 10/11/2011 23:00
Inacreditável! acessei o site para ver a cotação do soja, e deparei-me com a frase "alegria de pobre....", acabei me cadastrando no site só para dizer a voce, Osvaldo, que essa também foi minha infância, e acredito que de muitos de nós. Isso me reportou a um tempo em que tudo era muito cheiroso! E o mais incrível é que dias atrás estavamos comentando sobre essa época, minha mãe e eu!. Muito bom! parabéns!. um abraço!
Comentário referente a notícia: [b]Alegria de pobre, por Osvaldo Piccinin[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=98750
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REGINA CELIA PECCIN OIOLI PANDOLFELLI Campinas - SP 10/11/2011 23:00
Sr. Osvaldo, nunca vivi na roça, mas sempre em cidades do interior. Suas crônicas me deixam morrendo de vontade de ter vivido no campo... Além de escritas com o coração, trazem sempre um romantismo, saudosismo e pontos para reflexão. Parabéns pelo belissimo dom de escrever e encantar... - Regina.
Comentário referente a notícia: [b]Ando devagar porque já tive pressa, por Osvaldo Piccinin[/b]
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Marcelo De Baco Viamão - RS 10/11/2011 23:00
Apesar do saldo numérico paracer suficiente, o governo estimulou o plantio de trigos classe pão e agora trouxe o PEP para o brando, o que põe em xeque o estímulo..., basta ver a diferença de preços entre o pão e o brando..., não bastasse isso o RS tem uma demanda de 85 mil ton de trigo/mês. Nossa safra será de 2,5 milhões de ton., com a maior parte de trigo pão. O espaço no porto está muito pequeno, pois temos exportação de aprox. 380 mil ton de milho, para embarque jan/mar/12, junto com o trigo. Como este ano teremos soja mais cedo, seria interessante que o governo retirasse os leilões de fevereiro e os fizesse em nov/11 e dez/11, para que tivessemos tempo de carregar os barcos. Para que os leilões ficassem otimizados o governo poderia fazer uma oferta única de trigo, por exemplo 75 mil ton. por aviso. O adquirente teria a obrigação de nominar se é para saída marítima, local se é brando ou pão em até 24 horas após o leilão. Como os prêmios já estão calculados e os valores definidos, bastaria o governo dar baixa da "conta trigo" até que fique zerado o recurso para o fim do PEP ou que o mercado se equilibre. Fiscalizar vai ter que fazer em qualquer situação... então faça o leilão mais aberto e as empresas apresentam os destinos após o leilão. Óbvio que a queda do prêmio faz com que a CONAB gaste menos, porém esta queda vai fazer com que a conta fique mais apertada e o produtor acabe por não receber o preço mínimo como é o objetivo do Programa.
Abraço a todos;
Marcelo De Baco.
Comentário referente a notícia: [b]Trigo: Leilão de PEP desta quinta-feira negocia 49% da oferta[/b]
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Giovanni Rezende Colinas do Tocantins - TO 10/11/2011 23:00
O Senador Luis Henrique está resolvendo os problemas dos produtores rurais de Santa Catarina e demais estados da região Sul, deixando os da região Norte, Centro Oeste e parte do Nordeste na fogueira, para agradar os ambientalistas e os estrangeiros. Os Senadores não estão pensando no Brasil.
Consolidação de áreas nos moldes da legislação vigente à época do desmatamento, ou melhor Respeito ao Direito Adquirido (Direito Individuais - art. 5° C.F., o 6° e o 7° são Coletivos - aprendam a ler a Constituição Senhores Políticos e Senhores Juizes) é o mínimo que os senhores poderiam fazer, para prejudicar menos o Brasil.
Comentário referente a notícia: [b]Código Florestal: Estados poderão definir atividades de baixo impacto nas APP[/b]
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amancio golinelli junior sta.maria da serra - SP 10/11/2011 23:00
...antes, era tudo menos complicado e tão bom... hoje, tranquilidade nem no campo a gente tem mais... -
Comentário referente a notícia: [b]Alegria de pobre, por Osvaldo Piccinin[/b]
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victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 10/11/2011 23:00
A Vale do Rio Doce, a maior exploradora de minério do pais, deveria então mudar de nome para Vale do Rio Amargo... Já que o Código Florestal deixa suas atividades livre, leve e solta...
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victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 10/11/2011 23:00
Sobre as montanhas de Minas, onde nascem os rios, inclusive o maior de todos, o São Francisco... Por que o Código Florestal não faz nenhuma referência aos estragos causados pelas mineradoras?... Basta olhar para o lado, na chegada de Belo Horizonte, pela Br-381, para ver a destruição das montanhas e das nascentes... Já pensaram nas escondidas? Por que o Código não tem uma abrangência "geral e irrestrita"?...
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victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 10/11/2011 23:00
Enquanto se discute se vão ser 10 metros, 15 metros ou sei lá o quê, os ribeirinhos na verdade deixarão de produzir... Mas em compensação em Minas , os mineiros "oferecem" uma ótima receita de "suco" para os ambientalistas para quando fizerem "jejum" no futuro...
Suco de Montanha
Pegue cento e cinqüenta metros de montanha...
De preferência que seja de Minas
Triture o ferro ate' virar pó'
Coloque tudo, diariamente em 70 vagões
Leve ao porto de Vitoria
Entregue no Japão
Derreta tudo, separando o ouro, subproduto
Construa bastante carros
Mande os para o Brasil
De preferência para
Minas...
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DJALMA JOSÉ DO ESPIRITO SANTO machado - MG 10/11/2011 23:00
Bons tempos aqueles, onde com tão pouco eramos felizes, e não faz tanto tempo assim..., as coisas hoje mudam numa velocidade incrivel e às vezes nos esquecemos de momentos tão bons como este que voce nos fez lembrar...,tenho certeza que as pessoas que vivenciaram momentos simples de vida como esse, são pessoas melhores e mais preparadas para a vida corrida de hoje.Que nunca esqueçamos de nossas raizes!!
Comentário referente a notícia: [b]Alegria de pobre, por Osvaldo Piccinin[/b]
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 10/11/2011 23:00
Sr.ª. ADRIANA FIGUEIREDO, de Rio Brilhante – MS, gostaria de fazer uma parábola sarcástica sobre a “valeta ou dreno” na área de brejo. Haja vista que a cada “lufada de vento”, são penduradas novas emendas neste “Novo Código Florestal”. Se esta sua pergunta chegar à mesa de estudos dos Senadores não será de admirar de ser “anexadas” as seguintes possibilidades :
1ª – Verificando-se que a água está em movimento ( água corrente ) dentro da “valeta ou dreno” prevalece a condição da recomposição, dos 15 metros, de cada lado, com espécies arbóreas nativas.
2ª - Verificando-se que a água está parada ( represada, constituindo um lago artificial ) dentro da “valeta ou dreno”, sendo a somatória das áreas de corpo d’água represadas maior que 20 ha, no brejo em questão, prevalece a condição da recomposição, dos 100 metros, de cada lado, com espécies arbóreas nativas.
O melhor negócio, na seara do agronegócio, será tornar-se produtor de mudas da flora nativa dos diversos biomas brasileiros !!
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Adriana Figueiredo - Contadora - Rio Brilhante/MS[/b]
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Telmo Heinen Formosa - GO 09/11/2011 23:00
Senhor Geraldo Martinelli, com relação ao Projeto do novo Código Florestal, TUDO pode acontecer, inclusive nada. Todos os pontos já aprovados, continuam podendo ser emendados e até substituidos. Primeiro, estamos lutando para que, casos como o seu e de muitos similares, tenham a área agriculturada CONSOLIDADA. Se isto não passar, provavelmente a obrigatoriedade de recomposição de APP e formação da Reserva Legal terá um prazo de 20 anos, tendo que fazer 10% a cada dois anos. Atualmente pode-se adquirir áreas na mesma Bacia Hidrográfica. Pelo Projeto da Câmara, seria possivel no mesmo Bioma e atualmente as emendas e proposituras concorrem para que 50% seja no mesmo Estado e os outros 50% em outro Estado, mas multiplicada por quatro. Na hipótese anterior, caso um paulista com obrigação de 20% de Reserva Legal, se quizesse formá-la na região Amazônica, teria que multiplicá-la por quatro pela simples razão de que lá a Reserva Legal é de 80%, assim como seria proporcional a 35% quando fosse feita no Cerrado da Amazônia Legal. Além disto há outras hipóteses em discussão: plantio de 50% de arvores exóticas, assim, misturadas como já é possivel atualmente no Estado de São Paulo, plantar laranja nas APP's e quando estas árvores morrerem não poderão ser substituidas. Veja bem, não é 50% da área e sim 50% das mudas (misturadas). Quanto às Áreas de Preservação Permanente, poderá ir se preparando para cumpri-las no local concernente. Talvez seja possivel contá-las no cômputo da Reserva Legal. O importante é ficar atento, mas não precisa ficar agoniado.
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Geraldo Martineli - Produtor Rural - Brotas/SP[/b]
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Wanderley Sucigan:. São Vicente - SP 09/11/2011 23:00
Pergunto: Como pode o Reitor da USP sustentar não-alunos? Quem vai pagar pelos estragos? Ninguem será responsabilizado? Como pode aceitar repetente de 8 anos? Tudo isso pago com o nosso dinheiro... Não seria o caso de processa-lo por malversação de verba publica??? Se ele, que é o Reitor não sabe o que se passa lá dentro, então não cuida do dinheiro publico... -
Comentário referente a notícia: [b]Eles odeiam o povo. Eles odeiam os pobres. Eles precisam é de cadeia, não de escola gratuita![/b]
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Falta aos nossos senadores um que imponha respeito, pois não aguento mais ouvir tanta besteira sobre o novo Código Florestal..., ignoram totalmente quem mantem este pais em pé, dão ouvido a um bando de nulidades e esquecem de ouvir quem realmente merece falar..., o governo tem dinheiro aos montes para desviar, mas para compensar financeiramente quem manteve a floresta em pé, não há receita...., isto é incrivel, pois juquiral não gera renda, e enquanto isso não podemos usufruir da terra..., devemos nos conformar com a miséria, sem poder gerar através do nosso trabalho a qualidade de vida que almejamos???, isto é um crime, se não posso usar a minha terra em meu beneficio, qual a solução? direito na justiça? a verdade é que estou de saco cheio....
Comentário referente a notícia: [b]Código Florestal: Estados poderão definir atividades de baixo impacto nas APP[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=98974