Fala Produtor

  • JOSE ROBERTO REZENDE Três Corações - MG 03/03/2011 00:00

    Bom dia, JACQUES N. PORTO. Concordo plenamente com voce, só não entendo, ou melhor, não consigo acreditar na relação do Congresso com as ONGS. Quantos membros do congrsso fazem parte e/ou usam das ONGS?

    um abraço

    Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Luis Carlos Heinze - Dep. Fed. PP-RS[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=84757

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  • Mario Hisashi Misawa Estrela do Sul - MG 03/03/2011 00:00

    Se o Código Florestal não for corrigido (pois se não houver bom-senso será como colocar os dez mandamentos ao pé da letra e levarmos todos para a fogueira), ele deverá ser aplicado primeiro nas áreas de maior impacto por metro quadrado, ou seja as cidades. Cidades como São Paulo e Curitiba e tantas outras que invadiram áreas de rios DEVERIAM URGENTEMENTE (vamos dar uns 5 anos) serem corrigidos, e não vamos esquecer do aterro do Flamengo. Para isso vamos colocar um imposto para cada cidadão pagar a sua parte da localidade a que pertence. A zona rural, desconsiderando alguns excessos, são áreas de menor impacto ambiental,quase sempre protegida pelos produtores rurais, que além de estar noite e dia lutando pela produção de alimentos ama aquilo que faz e ama a sua terra.

    Toda a área de preservação é um dever de todo o cidadão - é um dever do estado e o estado deveria comprar essas áreas dos produtrores e cuida-las como se dele fosse - como de fato o é.

    mariomisawa

    Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Luis Carlos Heinze - Dep. Fed. PP-RS[/b]

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 03/03/2011 00:00

    Sr. José Eduardo da Fonseca Sismeiro , na atual conjuntura , o melhor é : SENTAR E FICAR "PUXANDO" OS FIOS DA PESTANA ..... MATUTANDO !!!!!! Quem sabe, depois de um tempo e uns poucos menos fios, na pestana, se consiga chegar a alguma conclusão .

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 03/03/2011 00:00

    Sr. João Olivi, a "ladainha" continua, e as "iscas" estão sendo "iscadas" nos anzóis próprios, para cada tipo de peixe a ser "fisgado" . Analisando :

    1 - Se planto um TRIGO, que a classificação "assinada" por um ministro "DIZ" que é TRIGO PÃO , mas o mercado NÃO COMPRA, pois para ele NÃO É TIPO PÃO ...... SOU OU NÃO SOU .... UM NÉSCIO !!!!!!

    2 - Depois fico bravo, pois não consigo VENDER MEU TRIGO para poder cumprir com meus compromissos, o governo não cumpre com a sua parte com AGF & OUTROS. aí o NÉSCIO FICA BRAVO !!!!...... ADIANTA ????

    3- Só para "refrescar" as mentes "esquecidas" .... após o plantio da safra passada, qual o "EVENTO" administrativo que foi RELEVANTE AOS PRODUTORES DE TRIGO ?? .... A DIMINUIÇÃO DO VALOR DO PREÇO MÍNIMO !!!! Inclusive a FAEP acionou seu departamento jurídico para reverter esta medida. QUAL FOI O RESULTADO ???? ...... ISTO QUE TEMOS QUE COBRAR !!!!

    4 - VAMOS PÔR "ORDEM" NESTA ...." BAGUNÇA ! ! ! ". ......" E VAMOS EM FRENTE ! ! ! " .....

    Comentário referente a notícia: [b]Nova classificação para o trigo deve ser adiada por um ano[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=84781

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  • Eduardo Soave Rio - SP 03/03/2011 00:00

    O agricultor brasileiro tem que fazer valer seus direitos, e no mínimo mostrar quanto custa cumprir seus deveres. O aumento das áreas de preservação é aumento de custo direto para a agricultura, e quando o preço final do alimento aumenta, a população fica indignada como as elevações. A população tem que escolher. Ou temos uma lei justa de preservação ambiental, sem exageros, ou a população paga o preço.

    Do mais, sobre a bandeira de estar defendendo o meio ambiente, é simples impor um exagero de regras ambientais aos agricultores, assim as explorações imobiliárias urbanas continuam impunes, derespeitando as áreas de preservação, continuando a ocultar nascentes, construindo em áreas de reserva (morros, beiras de rio, etc.).

    Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Luis Carlos Heinze - Dep. Fed. PP-RS[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=84757

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  • Humberto Diana Juína - MT 03/03/2011 00:00

    Será que chegou o momento do campo cruzar os braços e deixar de produzi??!!!r, acho que vamos ter quer chegar a esse radicalismo para que possam nos ouvir... -

    Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Luis Carlos Heinze - Dep. Fed. PP-RS[/b]

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  • JACQUES NOGUEIRA PORTO CARLOS CHAGAS - MG 02/03/2011 00:00

    A polêmica em torno da mudança no Código Florestal Brasileiro ainda vai durar por muito tempo... Realmente, a solução não está próxima, pois ambos os lados precisarão ceder para que o entendimento possa ser alcançado a contento, tanto para os produtores rurais, quanto para os ambientalistas, e para toda a sociedade brasileira, de maneira geral, que precisa DE FATO participar mais deste debate e deste "embate", pois está em jogo muito mais do que parece!

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  • Ana Freitas Fartura - SP 02/03/2011 00:00

    A justiça ambiental está aplicando à metafísica, querendo que os produtores busquem a lógica através da seguinte equação. Vejam: Ela diz que você cometeu um crime irreparável, mas espera que você repare. Ela embarga sua propriedade, impedindo sua entrada, mas espera que você a recupere com plantio de árvores. Alguém aqui conhece as leis da metafísica ao ponto de recuperarmos o irrecuperável e chegar ao objeto sem passar por ele? Vejam que está ficando complicado para os agricultores raciocinarem com a lógica deles. Se alguém conhece a fórmula, nos ensine, porque eles não contam como se transformar em deus.

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  • Flavio Schirmann Formigueiro - RS 02/03/2011 00:00

    Como aderir a um programa que não leva em consideração as peculiaridades regionais. Ex: No Pampa Gaúcho nunca teve mata nativa...por decreto vão querer plantar árvores onde sempre foi campo? Eu acho que cada estado, ou melhor, cada município deveria ter sua legislação ambiental específica!

    Comentário referente a notícia: [b]Nenhum produtor rural aderiu ao programa Mais Ambiente[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=84551

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  • Flavio Schirmann Formigueiro - RS 02/03/2011 00:00

    No caso do Código Florestal, se forem mantidas as exigências atuais aos produtores rurais, o que vai ocorrer é que milhares de propriedades ficarão na ilegalidade ( como no caso do desarmamento, em que os órgão estaduais responsáveis deixaram de fazer o controle das armas já existente em poder da população, juntamente com as novas contrabandeadas do Paraguai). Com o "caos" vem a redução na produção de alimentos e a tão temida inflação.. quem sabe assim as coisas sejam recolocadas nos seus lugares!

    Comentário referente a notícia: [b]Aldo Rebelo afirma que alteração no Código Florestal evitará novos desmatamentos[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=84630

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  • Flavio Schirmann Formigueiro - RS 02/03/2011 00:00

    Esta "marolinha " ainda vai dar o que falar! O governo está sem rumo! "Com um pé pisa no freio (aumento da Selic) com outro no acelerador (mantendo os investimentos no PAC). A inflação aumenta porque não se cuidou da agropecuária, não se investiu em infraestrutura como deveria se feito... não tem nada a ver com aumento de consumo. "Bem feito", cada povo tem o governo que merece. Enquanto isso as "Forças Ocultas" assaltam o Brasil, com sempre...

    Comentário referente a notícia: [b]Lula faz amanhã sua primeira palestra paga: mais de R$ 200 mil![/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=84698

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  • Jose Eduardo da fonseca Sismeiro Goioerê - PR 02/03/2011 00:00

    João Batista, estive nas cooperativas nas quais sou associado e fiz algumas perguntas. Nós não colhemos nossa área de soja e, mesmo assim, fomos orientados a comprar todos os insumos para o milho safrinha, porque iriam subir de preço, então seria um bom negocio. Todas as orientações eram para investir em alta tecnologia pois os preços são favoraveis. Agora mesmo, sem ter ideia da colheita do soja e desta safrinha de milho que está mais do que atrasada, nos orientam a comprar adubo e semente de soja - o que representa mais de 50 % do custo de produção. Te pergunto, será que estas cooperativas que são nossas, pelo menos no dialogo, estão nos colocando no rumo certo ou estão pensando apenas nelas? Se um grande vendedor tiver um não quanto à compra de seus produtos por estas que representão um volume expressivo, com certeza o preço não irá subir, mas se eles conseguirem se posicionarem nestes que, pelo que me parece, estão sendo seus parceiros e não dos produtores, com certeza os preços subirão. É claro que se nós, produtores, tambem não fossemos às compras isto não aconteceria. Me posiciono totalmente contra a esta roleta russa que estão fazendo com os agricultores, pois este revolver só tem seis buracos no tambor e sete balas na agulha.

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  • JOSE ROBERTO REZENDE Três Corações - MG 02/03/2011 00:00

    Sou Engenheiro Agronomo e produtor rural, achei muito pertinente essa posição do Dep. Heinze.., deveríamos sim, nos mobilizar quanto a esse codigo florestal. Como diz o Boris, "isso é uma vergonha". Não podemos trabalhar nessa insegurança por conta de algumas ONGS..., isso nos faz pensar que este PAÍS não tem dono e que ninguem olha por Ele. HOJE SOU UMA PESSOA DEFICIENTE, FIZ TRAQUEOSTOMIA, impossibilitando, portanto, de falar ao publico, mas gostaria muito estar no Congresso e poder gritar bem alto "a força da terra"

    para que nossa povo entenda melhor a situação. Deixo um grande abraço ao Dep. Heinze e ao jornalista João Batista Olivi, uma pessoa que adimiro muito e amigo do produtor. Que Deus esteja conosco nessa luta.

    Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Luis Carlos Heinze - Dep. Fed. PP-RS[/b]

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  • LEANDERSON GARDINGO Matipó - MG 02/03/2011 00:00

    FICO INDIGNADO COMO OS BONS PAGAM PELOS RUINS..., PREÇO DE CAFÉ LÁ NAS ALTURAS E ESTAMOS TENDO A MAIOR BUROCRACIA PARA VENDER NO MERCADO FUTURO DEVIDO AO FATO DE PRODUTORES NÃO TEREM SUSTENTADO SUA VENDAS DE 2010 DEIXANDO OS COMPRADORES A VER NAVIOS . OLHA , VOU DIZER UMA COISA QUE APRENDI DE MEU PAI : NINGUÉM É OBRIGADO A DIZER "TÁ FEITO" MAS SE DISSE DEVERIA CUMPRIR .

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  • Nádia Feres Vilela Ituiutaba - MG 02/03/2011 00:00

    Os ambientalistas dizem que o projeto do dep. Aldo Rebelo anistia os desmatadores. No caso de Mato Grosso, no bioma amazônico, que tinha, alguns anos atrás, 50% de reserva, e hoje é 80%, e que além dos produtores “perderem” 30% da área, que já estava consolidada na produção de alimentos, ou de energia, estariam sendo obrigados a replantar árvores nos 30%, sozinhos. O relatório de Aldo Rebelo considera que seria uma medida dura e preconceituosa, pois penalizaria muito os produtores e a produção de alimentos, que teria a área diminuída e como conseqüência, a elevação dos preços e do desemprego. Isto não seria bom para o país, nem para o mundo, ainda mais quando a FAO, agora, já alerta para a escassez de alimentos, nos próximos anos. Então, o projeto aponta como saída, a consolidação destas áreas como produtoras de alimentos e desmatamento zero dali pra frente. Razoável e menos traumática a solução. E para garantia de que não haveria mais desmatamento, ou abertura de novas áreas, o uso de modernas tecnologias, como o plantio direto, e de novas sementes mais produtivas, desenvolvidas pela Embrapa, o que já vem acontecendo, aliás, há anos, em quase todo o país, justificando o aumento considerável da produção brasileira, que tem dado sustentabilidade econômica, na balança comercial.

    Além disso, vai ser muito difícil definir, punir, multar os “desmatadores”, sem cometer injustiças. Por isso, o relatório de Aldo Rebelo, coloca uma data-limite, julho ou agosto de 2008. O problema é que o desmatamento começou a ocorrer bem antes de 1965, data do Código Florestal. E quase ninguém tem os porcentuais exigidos pela lei. Não é à toa que 90% dos produtores ainda não averbaram suas reservas. E entre os poucos que já averbaram, são raros os que tinham os percentuais exigidos. Foram averbadas áreas que já estavam desmatadas, consolidadas em lavouras ou pastos, e que hoje estão em regeneração ou que foram replantadas, sem medidas compensatórias, em contrapartida. Não é por acaso que, praticamente, 100% dos produtores rurais apóiam o relatório do dep. Aldo Rebelo, que prevê medidas compensatórias, e que durante mais de dois anos, estudou a fundo a questão e procurou harmonizar a realidade verificada à necessidade de preservação, levando em conta também a produção de alimentos, e sem preconceitos pré-estabelecidos, com todo o respeito e seriedade que bem o caracterizam.

    A maior parte das áreas desmatadas foram abertas na década de 50, no triângulo mineiro, por ex, na época do JK, enquanto governador de Minas, e depois, enquanto presidente da República. Era o período desenvolvimentista, progressista do país. Não havia consciência ambiental e nem se falava nisso. Mesma coisa, na época do Jango. Mais tarde, na ditadura militar, e já com o Código Florestal (1965), o próprio governo incentivou o desmatamento, a abertura de novas fronteiras agrícolas, em nome ainda do crescimento econômico, e também da “segurança nacional”, mais para o norte do país, no bioma amazônico. Hoje, as regras mudaram. Assim sendo, não pode o produtor ser o único responsável e criminalizado por “erros” passados. Seria crueldade, um exagerado preconceito contra quem merece mais respeito, por produzir alimentos para todos, roupas inclusive (algodão, lã, linho, seda).

    A verdade é que o Código Florestal nunca foi respeitado, nem aplicado, nem sequer fiscalizado e muita gente só soube da existência dele, há poucos anos, quando se começou a falar a respeito. As conseqüências estão aí, alguns rios já secaram por falta de matas ciliares, ou do mau uso da utilização do solo, e hoje, o produtor rural sabe disso, mais do que ninguém. Ele não é contra a natureza, pelo contrário, ele depende dela e muito, no seu trabalho. Sabe que precisa preservar de um lado e continuar produzindo, de outro. Daí o uso de novas tecnologias, como o plantio direto, de novas sementes, mais produtivas, para se ter renda.

    O projeto do dep. Aldo Rebelo tem de ser votado mesmo em março. O produtor não agüenta mais trabalhar cercado de tantas inseguranças jurídicas.

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