Fala Produtor
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sebastião maria moraes rodrigues Pato Branco - PR 02/03/2011 00:00
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Luis carlos Pacheco Curitiba - PR 02/03/2011 00:00
Circulou na imprensa desta terça-feira declaração atribuída ao Ministro Rossi, da Agricultura, afirmando que o governo brasileiro “não vai mais financiar trigo de baixa qualidade para virar ração no exterior”. Esta declaração contém dois pontos bem distintos. Um se refere ao financiamento do trigo de baixa qualidade no Brasil, outro ao destino que é dado às exportações do trigo nacional. Como todos devem se recordar, nós também fomos contra a produção de trigo brando no Brasil durante um longo tempo, mas por motivo bem diverso. No fundo, éramos contra a produção para o governo e o apodrecimento em seus armazéns, uma vez que não serviam para panificação no Brasil e não havia outro uso significativo para o produto, porque o volume era (é) muito acima do que absorviam as indústrias de biscoito recheado, rosquinhas e afins. Até concordamos em parte com a idéia de que financiar produto para gato e cachorro no exterior parece uma imoralidade, quando milhares de brasileiros não tem o que comer. Acontece que não é nada disso. Mesmo que o governo brasileiro entenda que não deve financiar com dinheiro público produtos para pets no exterior, no fundo, no fundo, ele está financiando é o triticultor, o armazenista, o transportador, o portuário e uma porção de outros trabalhadores brasileiros que contribuem para produzir e comercializar o trigo, dando-lhe renda ou salário ou trabalho. Nós não concordávamos era com o desperdício, a falta de finalidade para o trigo brando, com o uso do dinheiro público sem retorno posterior, mas, se agora, diante de circunstâncias novas, surgiu uma excelente finalidade, um retorno para o investimento, viva! O que condenávamos era a falta de finalidade de mercado, a inutilidade de uma produção que não tinha seguimento na cadeia de alimentação brasileira. Mas agora tudo mudou. Aliás, as exportações deste ano não foram para a produção de ração animal, mas para alimentação humana no Egito, na Algéria e na Arábia Saudita.
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Fábio cagnoni Junqueira São José do Rio Pardo - SP 02/03/2011 00:00
O relatório preliminar da SBPC referente ao Código Florestal conclui que realmente o Código está defasado, necessitando de mudanças e de aprimoramento. Sugere também que suas atualizações devam ser acompanhadas de políticas de Estado de apoio à agricultura e que simplifiquem e facilitem os trâmites burocráticos visando um bem maior que é o Meio Ambiente. O relatório cita ainda que a redução de áreas produtivas, transformadas em áreas de servidão, pode resultar num gigantesco ônus para a sociedade como um todo.
Pode e deve se for o caso. Um benefício para a sociedade todos devem contribuir, remunerando o proprietário pela produção que este deixa de colher ao longo dos anos, pelas “benfeitorias” que por ventura sejam obrigados a efetuar, como cercas, aquisição de mudas, o plantio dessas, averbações e outras despesas mais.
Não vi a SBPC mencionar uma só vez as áreas consolidadas na zona rural, mas colocou que o Código Florestal deveria estabelecer princípios e limites para áreas urbanas sem ocupação consolidada, ao passo que os planos diretores municipais de uso do solo tratariam das áreas com ocupação consolidada. Áreas consolidadas na zona rural o Código Florestal, consolidadas na urbana, os planos diretores municipais. Dois pesos e duas medidas, pois o que fariam com as marginais em São Paulo, com a Avenida Paulista no topo do morro, com toda Rio de Janeiro, com todas as cidades invadindo as margens dos rios e assim por diante.
Se a APP é importante para a preservação e conservação de um rio e, deva ser implantada, ela deve ser da nascente até a foz, incluindo aí as cidades, porque não?
Quando a SBPC e o País como um todo vai encarar o problema da poluição das cidades, das invasões em áreas de risco, das apps, das ocupações das encostas, dos topos dos morros.
A SBPC precisa ser clara em seu posicionamento a respeito das áreas consolidadas na zona rural. Precisa opinar com prudência, pois isto pode representar vários setores produtivos na ilegalidade, influindo negativamente em varias regiões produtoras, semeando a incerteza, produzindo um verdadeiro desastre socioeconômico.
O produtor sabe muito bem que seu patrimônio só tem valor em função da sua disponibilidade de recursos hídricos, água limpa e pura. Sabe também que seu solo é valioso e para isso precisa dispor de técnicas que o preservem, evitando erosões.
A sociedade precisa entender que o produtor rural é também o produtor de águas, e águas limpas, ele sabe o valor que tem uma mina, pois ela é sua fonte de água potável.
Quem poluí são as cidades, olhe o índice de tratamento de esgotos dos municípios brasileiros, uma verdadeira vergonha nacional.
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Valcir Raimundo Ghizzoni GENTIL - RS 02/03/2011 00:00
Está na hora de acabar com a farra dos povos indigenas, que querem terras não para produzir mas para arrendá-las aos antigos donos. É um absurdo o que vem sendo feito para favorecer esta ou aquela etnia. Perante a lei, todos somos iguais, mas a igualdade deveria ser por competência própria e não por favorecimentos. Será que tais etnias têm menos neurônios a ponto de não ter capacidade de concorrer de igual para igual com as outras? Quando alguém se manifesta contrário a estas mordomias é taxado de rascista, mas os discriminados somos nós... Aqui na minha região há um movimento indígena pleiteando na Justiça grande parte da área de dois municípios, inclusive a minha, um pequeno minifúndio de 16 ha. que pertenceu a meu pai que a comprou há 50 anos ou mais de pessoa idônea, com documentação legal, como todas as terras da região. Nós, agricultores da região, iremos às últimas consequências para defender o que é nosso.
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Valter Antoniassi Fátima do Sul - MS 02/03/2011 00:00
Tem gente corajosa mesmo! Pagar R$ 200 mil para Lula fazer uma palestra??! E o pior de tudo é que há platéia para isto! E depois se dizem seres inteligentes? Fala sério, seria muito mais interessante ler o recruta ZERO, ou quem sabe ver o programa do CHAVES pela milionésima vez...
Comentário referente a notícia: [b]Lula faz amanhã sua primeira palestra paga: mais de R$ 200 mil![/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=84698
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Telmo Heinen Formosa - GO 01/03/2011 00:00
Estimado Paulo Roberto, haverá leilão de PEP de arroz nesta 5ª feira 03/03/2011 e poderá ser escoado para este destino: Qualquer lugar, EXCETO Sul, Sudeste, Nordeste, Centro-Oeste, Tocantins, Pará, Roraima, Rondônia, Suriname, Paraguaia, Uruguai e Argentina... portanto será exportado com subsidio; mas equivalerá ao Brasil subsidiar a exportação do arroz dos outros, uma vez que o arroz importado do Mercosul não é rastreado. Como no Ministério Público não parece ter ninguém capaz de entender isto (malversação dos nossos recursos públicos), a caravana passa, os cães ladram mas ela não pára...
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Pedro Paulo Barbosa - Pres. Coop. Costa Doce[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=84628
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EVANDRO FONSECA SAO SIMAO - SP 01/03/2011 00:00
É UMA VERGONHA O GOVERNO NÃO TOMAR NENHUMA ATITUDE, E DEIXAR NOSSO ALGODÃO IR EMBORA, E A NOSSA INDUSTRIA TEXTIL SENDO MAIS UMA VEZ PREJUDICADA... ABRA O OLHO DONA DILMA, TOME PROVIDENCIAS ANTES QUE TODO SETOR TEXTIL QUEBRE...
Comentário referente a notícia: [b]NY: Algodão opera em alta e segue rumo a 200 cents por libra-peso[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=84684
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Marcelo Soares Rocha pedras altas - RS 01/03/2011 00:00
João Batista! Parabéns pela participação nos debates durante o mês de fevereiro. Foram de excelente norte para todos os produtores. Em especial aos arrozeiros, colocando-os a par da realidade existente em nosso País. Bom retorno.Abç Marcelo
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Paulo de Tarso Pereira Gomes Brazópolis - MG 01/03/2011 00:00
Alguém poderia me elucidar se um produtor que cumpriu todas as exigências, mesmo sacrificando sua renda, além de fazer o caríssimo geoprocessamento, não terá prioridade no acesso a financiamento em melhores condições. No caso de uma futura venda da propriedade anistiada não será preciso o comprador ter que fazer a reserva legal e APPs?
Comentário referente a notícia: [b]Aldo Rebelo afirma que alteração no Código Florestal evitará novos desmatamentos[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=84630
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FREDERICO DAVILA Buri - SP 01/03/2011 00:00
Agora garanto que os moinhos não vão botar nenhum defeito no trigo nacional. A partir de agora, tudo serve e tudo sempre foi bom! É uma vergonha a maneira que certos moinhos se relacionam com o triticultor brasileiro e o governo federal fica amuado e nada faz. Recebem em Brasília o sr. Lawrence Pih e outros figurões da indústria moageira nacional com honras e pompas e só se preocupam com o preço do pãozinho e com o desabastecimento dos estoques de trigo, nem que isso sacrifique a renda de milhares de triticultores brasileiros.
São reuniões corporativas e unilaterais, regadas à champagne francês e desfile de carrões importados dos moageiros, enquanto o triticultor padece no campo. Uma vergonha, uma esculhambação!
Comentário referente a notícia: [b]Trigo da Argentina tem W fraco: e agora?[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=84659
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Vinicius bortolini Erechim - RS 01/03/2011 00:00
Bom, primeiramente, acho que para ter uma alimentação balanceada e suficiente para todos, a produção deve ser feita com qualidade, sem desperdicios desnecessarios, respeitando o direito de alimentação de todos neste mundo!!! Acredito que novas tecnologias trarão mais oportunidades e menos desperdicios nos momentos de produçaõ e colheita !!! Mas nada disso vai ajudar se a distribuição de renda e projetos do governo ( SISTEMA ) falharem como estamos acostumados a ver... -
Comentário referente a notícia: [b]Alimentos para o mundo; ou “como alimentar 9 bilhões de pessoas”[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=84653
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Maria A. de Paula Fartura - SP 01/03/2011 00:00
Meus agradecimentos ao Sr. João Batista Olivi, pelo trabalho realizado em minha cidade de Fartura - SP, inteirando-se dos problemas que nos afligem, em especial do meu, de ordem ambiental. Com sua luta, garra e empenho, envolve-se em causas das mais variadas ordens no campo, tornando-o nosso líder e porta-voz num momento em que mais precisamos de alguém que nos ouça. Homem de energia positiva e de uma força incansável aproxima-se do problema para analisá-lo, com senso ético e justo que lhe moldam o caráter. Merecedor, pois, de todos os títulos que o honram e enaltecem-no. Tê-lo em nosso meio é uma dádiva que nos contempla, é compreender que não estamos completamente sós. João Batista Olivi, “Avis Rara”, Deus lhe abençoe e a toda sua família.
Angélica
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Wanderley do Nascimento Costa Sorriso/MT - MT 01/03/2011 00:00
Quero utilizar este importante canal de comunicação, em especial para o meio rural, para manifestar minha indignação com a falta de compromisso da CONAB.
Que órgãos públicos são burocráticos e lentos, isso é sabido por todos, mas a CONAB tem exagerado com a paciência dos compradores de MILHO nos leilões. Muitos compradores, principalmente pequenos consumidores e fabricantes de ração, estão enfrentando falta de produto, por morosidade na emissão da NFe de venda pela CONAB aqui no MT. Imagina você comprar um produto por necessidade imediata, pagar à vista e ter que esperar até 15 dias corridos para pegar uma nota do vendedor. Isto, sem contar que caso o comprador não cumpra sua obrigação "na risca" como pede o Aviso, é punido severamente, sem qualquer alternativa de defesa, como tem acontecido em alguns casos.
Outro fato, que exige atenção especial, é a "farra" da chamada taxa de expedição cobrada pelos armazens que tem produto da CONAB estocado. O comprador compra o milho da CONAB, paga, e para retirar tem que pagar esta Taxa de Expedição. Até aí tudo bem, se não fosse a festa que virou isso.
Não tem nenhum controle de preço, nenhuma base de referência e cada armazém cobra do jeito que vier na cabeça. Tem cobrança de taxa de R$ 3 a R$ 16,00 p/ ton.
Espero que se alguém mais se interessar pelo asssunto, possamos levar adiante esta discussão. Abraços e vamos em frente !
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 01/03/2011 00:00
Sr. João Olivi, vai começar a "ladainha": noticias numerólogas, estatísticas " quânticas", enfim "aquela manjada isca", para "fisgar" os néscios, e o mundo continua a girar, arrastando aqueles que são fáceis de serem iludidos, à condição de " TAPETE DO MUNDO !! ". Com relação ao trecho: ..." com representantes do setor produtivo pressionando o Ministério da Agricultura para que prorrogue a entrada em vigor da legislação, sob o argumento de que a disponibilidade de sementes de variedades que atenderiam ao padrão desejado não seriam suficientes para atender a necessidade.".... Acho que já " contei essa história em vários comentários neste espaço..., longe de mim querer ser o dono da verdade, mas.... . ..... " E VAMOS EM FRENTE ! ! ! " .....
Comentário referente a notícia: [b]Produção de trigo no Paraná caíra 17% para a próxima safra[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=84624
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 01/03/2011 00:00
Sr. João Olivi, os argumentos usados pelo entrevistado, informando que :
1- Os agrotóxicos usados nos Países do Mercosul estão "banidos" no território brasileiro e por isto o ARROZ produzido nestes Países não deveria ser comercializado no Brasil.
2- O custo de produção do ARROZ produzido nestes Países são bem MENORES que no Brasil, e por isto não ocorre uma "competição justa".
Pergunto: ISTO NÃO É UMA "REGRA GERAL" para todas as commodities agrícolas produzida por estes Países, integrantes do Mercosul, em relação ao Brasil ??? Inclusive o Sr. Telmo Heinen já fez em comentário sobre o possível PEP para ARROZ, dando conta que se o MINISTÉRIO PÚBLICO fizer um trabalho "correto" de investigação, isso vai dar "PANO PRÁ MANGA!!!!". ......" E VAMOS EM FRENTE ! ! ! "......
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Pedro Paulo Barbosa - Pres. Coop. Costa Doce[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=84628
Com relação a este assunto em pauta, faço minhas as palavras do compositor Alcides Girardi: "Camelô na conversa ele vende algodão por veludo, Não tem bronca porque nesse mundo tem bobo pra tudo".
Comentário referente a notícia: [b]Lula faz amanhã sua primeira palestra paga: mais de R$ 200 mil![/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=84698