Fala Produtor

  • Rodrigo Polo Pires 17/06/2021 05:52

    Existe uma opinião bastante comum, a de que o produtor planta hoje sem poder saber a quanto vai vender amanhã. É uma meia verdade, eu mesmo conheço hedge, pelo menos a parte conceitual, desde que tinha 15 anos de idade. Para que o produtor saiba a quanto vai vender o produto, antes mesmo de plantar, para isso existe a bolsa de valores.

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    • Nadir Sousa Gameleira de Goiás - GO

      Rodrigo polo pires, minha safra sempre com contratos, vejo meus custos e não especulo em cima de dívidas.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Não acredito em você. Pois se assim fosse você não estaria fazendo dobradinha com outros comentaristas com a mais descarada intenção de esculhambar com o Cristianismo e com os Cristãos, ao mesmo tempo defendendo agendas LGBT e Ideologia de Genero. Se fosse realmente um produtor preocupado com o bem comum, de todos os produtores, iria colaborar com o João Batista Olivi e com o Mauricio, que aceitam criticas muito bem e por isso e muito mais são excelentes pessoas.

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    • Nadir Sousa Gameleira de Goiás - GO

      Rodrigo polo pires, sou produtor a vida toda, pequeno, endividado e olho o mundo com olhos para todos os lados, não coloco aquele negócio que colocam na cara do cavalo de tração. O mundo é plural tanto nas idéias , comportamento, não cabe a nós julgarmos quem é bom e ruim baseando nas nossas crenças e nossas idéias. O mundo não é só roça. Ainda bem

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  • Rodrigo Polo Pires 17/06/2021 05:22

    Amigos João Batista e Mauricio. Não estimulem uma fé inabalável na crença. Crer por crer, quem vende PUT acredita que vai subir e quem compra PUT acredita que vai cair. Não é possivel ensinar os produtores vendedores a operar opções sem os conceitos básicos, inclusive da análise tecnica. Pois bem, dito isso amigo João Batista, eu li ontem aqui comentários bastante rancorosos de produtores vendedores que achavam que o preço ia subir até 40 e não venderam, dizendo que só deviam operar aqueles que definitivamente a muito decidiram NÂO operar, os vendedores rurais. É preciso antes de tudo João, acabar com a mistificação de que operadores como o Mauricio tiram dinheiro do "suor do produtor". Não, o produtor não deve ser um operador como o Mauricio, operando na bolsa por crença ou por análise técnica, tanto faz. O produtor deve fazer hedge, esse é o interesse, e um otimismo voluntarista pode desaparecer do dia para a noite, quando ao invés de ganhar 10 mil dólares ou 50 mil reais, antes de tudo apenas uma possibilidade, o produtor vendedor perder os 4 ou 5 reais por saca que colocou nas opções. A bem da verdade, não existe modelo, ou setup como queiram, que funcione 100% das vezes. Um operador de bolsa que pode entrar e sair de uma operação quando quer não pode ser confundido com um produtor rural que faz hedge. São coisas distintas, o produtor deve buscar proteção, operadores buscam lucro. Parece paradoxal, mas não vou explicar filigranas, quero apenas dizer que estimular um comportamento de apostador, de jogador, nos produtores rurais tem tudo para fazer do grandioso esforço de vocês, uma coisa inútil.

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    • leandro carlos amaral Itambé - PR

      Não Rodrigo, não e assim que funciona, quem discorda do Sr. Não precisa se chamado de rancoroso ,pois não tenho rancor, e estimular o produtor virar um jogador pode ser uma faca de dois gumes onde se levou uma vida para construir pode se acabar em uma safra....presta atenção ...

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Sr. Leandro, eu não falei especificamente do SEU comentário, muito menos o chamei de rancoroso, disse que os comentários é que são rancorosos, ou no minimo, parecem rancorosos ao não querer permitir que especuladores participem do mercado.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Antes de querer me passar pito, voce devia admitir que a verdade é que muitos comentaristas aqui desse espaço esculhambaram o João Batista Olivi, e toda hora acham-se no direito de esculhamba-lo, assim como o Vlamir Brandalizze. Agora estão bravinhos por que deixaram de ganhar, e nervosos por que aqueles que operaram a favor da baixa ganharam.

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    • leandro carlos amaral Itambé - PR

      Como o Sr. mesmo disse "não querer permitir que especuladores participem do mercado", com tantas opções que tem nas bolsas comprem ações de empresas aí vc vira sócio dela,compre bioticons a moeda virtual,vc compra soja sem te soja...soja virando moeda virtual...

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    • alexsandro peixoto leopoldino canarana - MT

      Produtor, é feito para produzir, quem produz bem e tem gestao de custos sobreviverá sempre, entender de bolsa é pra economista, como disse o dono da Ambev, sao preciso 30.000 horas de investimento para nos tornarmos um verdadeiro conhecedor de um assunto. O pato nada corre e voa mal....Vamos focar na produtividade..... O mercado é regulado numa linha media, o pulo do gato é aproveitarmos o momento, reduzir nosso endividamento, e melhorarmos nossa produtividade......

      Mais uma colocação, o mercado nos tras muitas oportunidades alavancado em expectativas,, por eexmplo o que ocorreu na semana passada com a soja, com base em expectativas negativas do clima americano, melhorando nossas margens....

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    • Rodrigo Polo Pires

      Sr. Alexsandro, no primeiro parágrafo de seu comentário concordo com algumas coisas e discordo de outras, o segundo no entanto é exemplar.

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    • Rodrigo Polo Pires

      Sr. Leandro, eu posso dizer que nós compramos o que vier pela frente, especulador quer ganhar dinheiro, e perde também, bolsa não é um jogo de soma zero. O que aconteceu hoje por exemplo foram os fundos seguindo seu conselho, disseram...não queremos mais ficar comprados em soja...e venderam. Agora estão fora do mercado e é provável que fiquem fora sem comprar por um bom tempo. Isso é bom ou é ruim para o produtor. Fora isso, o comentário do Alexsandro me deu uma boa oportunidade de reafirmar o que digo a toda hora...para o produtor a bolsa serve para garantir preço. Ponto final.

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    • Aloísio Brito Unaí - MG

      O texto do Sr Rodrigo Pires foi muito bom, para se pensar e avaliar. Muito bem escrito, de fácil interpretação.

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  • Getulio Coutinho 17/06/2021 00:30

    Juros mais altos para dólar baixar e gringo e bancos ganhar juros e levar embora.

    O dólar alto e a inflação são conjunturas internacionais. Vamos atrasar a retomada, aumentar dívida pública e tranferir dinheiro do setor produtivo para bancos e investidores internacionais. Dólar baixo para importar e viajar para Disney

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  • Rodrigo Polo Pires 16/06/2021 20:16

    Nada é tão exclusivo quanto a unidade. Ora, ouvi a palavra de São Paulo: "Unus Dominus, una fides, unum batisma". Há, no céu, um só Senhor: "Unus Dominus". Esse Deus cuja unidade é seu grande atributo, deu à terra um só Símbolo, uma só doutrina, uma só fé: "una fides". E esta fé, esta doutrina, Ele confiou-as a uma só sociedade visível, uma só Igreja, cujos filhos são, todos, marcados com o mesmo selo e regenerados pela mesma graça: "Unum batisma". Assim, a unidade divina que esplende por todos os séculos na glória de Deus, produziu-se sobre a terra pela unidade do dogma evangélico cujo depósito foi confiado por Nosso Senhor Jesus Cristo à unidade hierárquica do sacerdócio: Um Deus, uma fé, uma Igreja: "Unus Dominus, una fide, unum batisma".

    Um pastor inglês teve a coragem de escrever um livro sobre a tolerância de Jesus Cristo e o filósofo de Genebra (Jean-Jacques Rosseau) disse, falando do Salvador dos homens: Não vejo que meu divino Mestre tenha formulado sutilezas sobre o dogma". Bem verdadeiro, meus irmãos. Jesus Cristo não formulou sutilezas sobre o dogma, mas trouxe aos homens a verdade e disse: se alguém não for batizado na água e no Espírito Santo; se alguém, recusa-se a comer a minha carne e a beber o meu sangue, não terá parte em meu Reino. Confesso que nisso não há sutilezas, há intolerância, a exclusão a mais positiva, a mais franca. E mais, Jesus Cristo enviou seus apóstolos para pregar a todas as nações, isto é, derrubar todas as religiões existentes para estabelecer em toda a terra a única religião cristã e substituir todas as crenças dos diferentes povos pela unidade do dogma católico. E prevendo os movimentos e as divisões que esta doutrina vai incitar sobre a terra, Ele não se deteve e declarou que tinha vindo para trazer não a paz, mas a espada e acender a guerra não somente entre os povos, mas no seio de uma família e separar, pelo menos quanto às convicções, a esposa fiel do esposo incrédulo, o genro cristão, do sogro idólatra. A afirmação é verdadeira e o filósofo tem razão. Jesus Cristo não formulou sutilezas sobre o dogma.(...)

    Falam da tolerância dos primeiros séculos, da tolerância dos apóstolos. Mas isso não é assim, meus irmãos. Ao contrário, o estabelecimento da religião cristã foi, por excelência, uma obra de intolerância religiosa. No momento da pregação dos apóstolos, quase todo o universo praticava essa tolerância dogmática tão louvada. Como todas as religiões eram igualmente falsas e igualmente desarrazoadas, elas não se guerreavam; como todos os deuses valiam a mesma coisa uns para os outros, eram todos demônios, não eram exclusivos, eles se toleravam uns aos outros: satã não está dividido contra si mesmo. O Império Romano, multiplicando suas conquistas, multiplicava seus deuses e o estudo de sua mitologia se complica na mesma proporção que o da sua geografia. O triunfador que subia ao Capitólio fazia marchar diante dele os deuses conquistados com mais orgulho ainda do que arrastava atrás de si os reis vencidos. A mais das vezes, em virtude de um Senatus-Consulto, os ídolos dos bárbaros se confundiam desde então com o domínio da pátria e o Olímpio nacional crescia como o Império.

    Quando aparece o Cristianismo (prestem atenção a isso, meus irmãos, são dados históricos de algum valor com relação ao assunto presente), o Cristianismo, quando apareceu pela primeira vez, não foi logo repelido subitamente. O paganismo perguntou-se se, ao invés de combater a nova religião, não devia dar-lhe acesso ao seu seio. A Judéia tinha se tornado uma província romana. Roma, acostumada a receber e conciliar todas as religiões, recebeu a princípio, sem maiores dificuldades, o culto saído da Judéia. Um imperador colocou Jesus Cristo assim como Abraão entre as divindades de seu oratório, como viu-se mais tarde um outro César propor prestar-lhe homenagens solenes. Mas a palavra do profeta não tardou a se verificar: as multidões de ídolos que viam, de ordinário sem ciúmes, deuses novos e estrangeiros serem colocados ao lado deles, com a chegada do Deus dos cristãos, lançam um grito de terror, e, sacudindo sua tranqüila poeira, abalam-se sobre seus altares ameaçados: Ecce Dominus ascendit, et commovebuntur simulacra a facie ejus. Roma estava atenta a esse espetáculo. E logo, quando se percebeu que esse Deus novo era irreconciliável inimigo dos outros deuses; quando se viu que os cristãos, dos quais se havia admitido o culto, não queriam admitir o culto da nação; em uma palavra, quando se constatou o espírito intolerante da fé cristã, é aí então que começou a perseguição.

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  • Rodrigo Polo Pires 16/06/2021 19:57

    Faz parte da essência de toda verdade não tolerar o princípio que a contradiz. A afirmação de uma coisa exclui a negação dessa mesma coisa, assim como a luz exclui as trevas. Onde nada é certo, onde nada é definido, pode-se partilhar os sentimentos, podem varias as opiniões. Compreendo e peço a liberdade de opiniões de coisas duvidosas: "in dubiis, libertas". Mas logo que a verdade se apresenta com as características certas que a distinguem, por isso mesmo que é verdade, ela é positiva, ela é necessária e por conseqüência ela é uma e intolerante: "in necessariis, unitas". Condenar a verdade à tolerância é condená-la ao suicídio. A afirmação se aniquila se ela duvida de si mesma, e ela duvida de si mesma se ela admite com indiferença que se ponha a seu lado sua própria negação. Para a verdade, a intolerância é o instinto de conservação, é o exercício legítimo do direito de propriedade. Quando se possui alguma coisa é preciso defendê-la, sob pena de ser despojado dela bem cedo.

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  • Rodrigo Polo Pires 16/06/2021 19:51

    Não se esqueçam de que a vida do homem será sempre um combate; as virtudes guerreiras sempre terão o seu lugar, pois o mal sempre adquirirá novas faces e disfarces. Para a boa violência, à serviço da verdade e do bem, sempre haverá emprego. O homem se reduz com a paz falsa: O que tiraríamos de uma espécie de tranquilidade no pântano? Não devemos esquecer, enfim, que toda facilidade exterior que não cria uma exigência interior, degrada o homem. Não devemos nos iludir. Enquanto existir o mal, o bem não poderá jamais se defender sem um mínimo de violência

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  • Rodrigo Polo Pires 16/06/2021 19:38

    Hoje em dia é exatamente o oposto: as crianças são pequenos deuses que aprenderão todas as coisas de modo espontâneo, com boa vontade, tudo será maravilhoso. -- É assim que fazemos delas uns monstrinhos.

    Existe uma violência repressiva, representada pelos organismos da terapêutica social que são, para citar alguns, a polícia e a justiça penal. Como ensinava Santo Agostinho: "o castigo é a ordem do crime". Sua função é reeducar os delinquentes.

    Exista uma última forma de violência que é muito legítima: a violência defensiva, que consiste, por exemplo, em resistir a agressão anticristã, ou na revolta de uma nação contra outra, ou contra uma casta opressora. Há também a guerra justa, ou a sublevação desencadeada contra uma tirania.

    Há no homem faculdades e tendências que exigem um mínimo de violência. De um lado, os mecanismos da sensibilidade e dos humores precisam ser adestrados e disciplinados; de outro, a inclinação ao mal que deve ser freada ou, no limite, extirpada. E aos indivíduos ou às coletividades que se mostram incapazes de exercer essa violência sobre si mesmas – em outras palavras, de curar-se desde o interior – é legítimo e mesmo benfazejo que lhe sejam impostas desde fora.

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  • Rodrigo Polo Pires 16/06/2021 19:34

    Um mínimo de violência

    Maio 23, 2021 escrito por admin

    Pe Xavier Beauvais, FSSPX

    Diz-se que a violência é condenável por atentar contra a liberdade do outro. Ora, isso imediatamente suscita uma questão: A que nível se situa essa liberdade, e que uso se faz dela? O mau uso é considerado por todos os moralistas como uma alienação da liberdade. Esquece-se muitas vezes que a liberdade não é um dado imutável e definitivo: costuma-se ser pressuposta quando deve ser buscada. A liberdade no homem é um esboço sempre aperfeiçoável e sempre ameaçado; é um começo sem fim, uma elaboração contínua, e a violência sempre tem um lugar aí. Uma absoluta não-violência nesse domínio só poderia resultar no triunfo de todos os instintos de preguiça e anarquia, ou seja, na ruína de toda a liberdade real.

    Daí a necessidade e mesmo a legitimidade de certas formas de violência, não só para melhorar o indivíduo, mas para proteger a sociedade.

    https://permanencia.org.br/drupal/node/5996

    Pessoal, tirei esse texto de um site Católico, foi escrito por um Padre, se não quiserem cair na conversa mole de gente fingindo uma educação e cultura que não possuem...leiam...

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  • Rodrigo Polo Pires 16/06/2021 19:12

    Pessoal, eu andei olhando agora a pouco, os dados da soja já consolidados. A industria até o mes de abril comprou 33,3 mi de ton, e pretende moer mais ou menos 45 mi de ton. Pela média diária calculei aproximado o total do mes de junho, de janeiro a junho desse ano mais 60 mi de ton. A dona Conab e a gloriosa Abiove estimam 85 mi de ton exportadas. Para quem é bom em cálculo, como o Sr. Meloni por exemplo, já entendeu tudo. Ou se não, é preciso acrescentar que de uma safra estimada de 127 mi de ton em 2021, a Conab acabou embarcando na canoa da Abiove e subiu para 137 mi de ton de produção. Sobram portanto com os dados que tenho até agora, 44 mi de ton disponiveis no mercado para a indústria e para os exportadores. Lembro que isso aqui é cálculo estatistico senhores, e se confirmado a estimativa de exportação, vão sair ainda mais 25 mi de ton para o exterior, para a indústria mais 12 mi de ton em um total de 37 mi de ton. Esses 10 mi de ton a mais na produção, ou na estatistica, fizeram muita diferença.

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  • sandro gardin piccin Júlio de castilhos - RS 16/06/2021 17:53

    Como, nós, produtores, podemos proteger nossa safra fazendo "hedge"?

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. SANDRO, primeiro devemos entender o "COMO" e, pra isso o Sr. JOÃO BATISTA está, junto com o MAURICIO BELLINELO, tentando que o maior número possível de produtores rurais, se libertem das amarras de "passageiro" do mercado e, se torne um "guerreiro" protegendo o seu capital... Que na realidade não é soja, milho ou qualquer coisa que o valha ...MAS O SEU DINHEIRO !!! Que é o final de todo o seu trabalho ... ... TENTE ASSISTIR O TEMPO & DINHEIRO às 12:30 hrs, onde o SEO JOÃO explica "direitinho"

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    • leandro carlos amaral Itambé - PR

      O agricultor corre todo risco da lavoura, compra insumos, sofre pena com as leis trabalhista, ambientais, sofre pra pega financiamento, paga um absurdo com seguro da safra... pra um esperto fica no ar condicionado com um celular nas mãos comprando papel de grãos ...conta outra... tem que arrumar um jeito de taxar esse povo, e taxar forte ..

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    • Luiz Fernando Ehlers Cidade Gauchá - PR

      Estão aproveitando as notícias frágeis prá comprar tudo nas baixas novamente,... e vamos em frente.

      0
  • Marcos Paulo Dambros Itapejara D´Oeste - PR 16/06/2021 16:52

    Dolar caindo, soja despencando. O que deveria acontecer? insumos baixando junto! O que acontece na realidade? Dolar cai, soja cai junto e fertilizantes e defensivos seguem subindo sem precedentes. Aí, nos, produtores vemos as margens de lucro igualarem as épocas de soja a R$ 60,00 e milho a R$ 30,00 a saca.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. MARCOS, a soja é uma commodity agrícola e, estamos numa fase de preços praticados no mercado próximos dos picos históricos (US$ 17/bushel). Enquanto os fertilizantes têm um comportamento semelhante à mãe das commodities, o petróleo. Então não existe correlação, NEM DE LONGE, entre esses ativos. ... ...

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Com um detalhe, o "BAQUE" vai ser a desvalorização do dólar frente ao real, até o próximo ciclo - plantio da safra 2021/2022 - A gritaria vai ser geral. ... Ah! essa desvalorização já está precificada pois, o governo está aumentando a taxa SELIC e, os investidores trarão seus dólares para trocar por real. Para investir no Brasil. Isso não tem como torcer contra ...É O MERCADO !!!

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Dê uma pesquisada em Yara International ASA ... Dá para só começar a entender o tamanho do "barulho" que é o mercado de fertilizantes...

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    • Leodir Vicente Sbaraine Terra Roxa - PR

      Isso aí Sr. Paulo, o Mercado é Cíclico, tempos em Alta, outros em Baixa... Igual diz o João Batista.., Vamos em Frente!!!

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    • Leodir Vicente Sbaraine Terra Roxa - PR

      Isso vale pros Insumos também, ou somos profissionais ou estamos lascados, ... a cada safra vendemos em 3, 4 xx, e cada compra de insumos Idem, ...

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  • Geovani Salvetti Ubiratã - PR 16/06/2021 13:16

    Aonde vai parar os insumos? Maioria dobrou e triplicou de preço um ano pra cá,... como vamos conseguir plantar?

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    • Edmundo Taques Ventania - PR

      Meu pai era produtor desde a década de 70, eu e meu irmão começamos na década de 90 e desde que me conheço por gente meu pai dizia, em épocas como a desse ano: "Lá vem o Malho"!!! Interessante é que agora o MALHO é "explicado" com gráficos, powerpoint e etc como fez o consultor do artigo. Só gostaria de saber o seguinte -- a China agora vai fazer também um movimento mundial contra a especulação nos preços dos insumos?!? Ops claro que não né, são eles que produzem a maioria deles!! Aí meu amigo Jeferson Souza não precisa de gráfico, nem nada mesmo, basta dizer a verdade que todo mundo no campo já sabe e a muito tempo, trata-se apenas de puro Malho!!!!

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  • joão Lunardi SÃO JOSÉ DOS QUATRO MARCOS - MT 16/06/2021 12:55

    Engraçado esses analista falando sobre mercado do boi relacionando dólar em preço do boi futuro. Se Não tiver oferta e o mercado demandar por carne o preço rompe os 400.00 reais.

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  • Aline Albano Nunes campo verde - MT 16/06/2021 10:19

    Será que Chicago esta em queda por conta do clima mesmo?

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  • Keli Virginia Ebert Cuiabá 16/06/2021 10:07

    Ah, e tenhamos cuidado de não confundir "coragem" com falta de respeito e empatia. Corajoso é aquele que busca entender sobre os seus próprios conflitos para melhorar enquanto ser humano, que defende o direito à vida e pratica o bem.... Não deturpem a linguagem

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    • Nadir Sousa Gameleira de Goiás - GO

      Kelly Virginia Ebert. Infelizmente vivemos na era do confronto e da falta de civilidade.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Um artigo no jornal da Gazeta do Povo, tem como título "A definição de "coragem" mudou muito desde a Normandia".

      Domingo passado marcou o 77º. aniversário do Dia D. Naquele dia teve início a Operação Overlord, a invasão aliada da Europa que daria início ao fim do regime nazista. Ao menos 4.400 soldados aliados morreram e 10 mil ficaram feridos no desembarque da Normandia.

      Enquanto a invasão tinha início, o presidente Franklin Delano Roosevelt ocupou as ondas de rádio para pedir que os americanos se juntassem a ele em oração: "Deus Todo-Poderoso, nossos filhos, orgulhos da nação, neste dia assumiram uma responsabilidade enorme para proteger nossa República, nossa religião e nossa civilização, e para acabar com o sofrimento da humanidade (...) que nossos corações resistam, aguardem a provação e suporte os sofrimentos que se seguirão. Transmita nossa coragem para os nossos filhos, onde quer que eles estejam".

      Quase oito décadas mais tarde, o presidente Joe Biden não tinha nada a dizer sobre o aniversário do Dia D. Rompendo um precedente apartidário, Biden ficou em silêncio quanto ao assunto. No dia seguinte, contudo, Biden tuitou algo digno de nota sobre coragem: "Aos norte-americanos trans de todo o país – sobretudo os jovens, que são os mais corajosos – quero que vocês saibam que seu Presidente está ao seu lado".

      Coragem em 1944: jovens se lançando nas águas revoltas do Canal da Mancha, alcançando as praias cheias de corpos da Normandia sob tiros para libertar um continente.

      Coragem em 2021: homens se identificando como mulheres, e vice-versa.

      Nossas definições de coragem mudaram drasticamente.

      Nossa antiga definição de coragem tinha a ver com a ideia aristotélica de virtude. A virtude da coragem - andreia, ou masculinidade, em grego — reconhecia os riscos da busca por fins heroicos.

      "O homem corajoso suporta e teme o que é necessário [temer e suportar], sob a justificativa da justiça", explica Aristóteles. "A coragem é um risco calculado e sereno pelo bem do que é nobre e bom".

      Não mais.

      Hoje em dia, a coragem está na autenticidade. Não faz muito tempo que autenticidade passou a ser associada à coragem. Na verdade, a autenticidade costuma ir na direção oposta da coragem. Afinal, ceder ao ego é algo que vai contra as demandas dos objetivos nobres.

      Atualmente, nossa maior virtude não é defender algum padrão civilizacional, correndo riscos. A virtude está em encontrar nossas verdades pessoais e depois exigir aplausos do restante do mundo. O heroísmo está em obrigar o mundo a se curvar diante de suas ideias subjetivas quanto à verdade e decência.

      Ou talvez haja outra possibilidade. Talvez a nova definição de coragem sirva, sim, a um objetivo maior: o de destruir a antiga definição do bem.A verdadeira coragem está em rejeitar velhos sistemas de pensamento e verdade objetivas, juntando-se a outros para exigir que todos os sistemas de poder sejam destruídos. Nessa luta, o que é pessoal é político. O subjetivismo não é o inimigo da coragem, e sim uma nova forma de coragem, já que o objetivo final a ser buscado é a destruição da verdade em si.

      Um dia saberemos se uma civilização obcecada pela ideia de destruir suas instituições continuará sendo civilizada ou se uma civilização que descarta a velha coragem em favor da "bravura" da autenticidade é capaz de se manter.

      Os primeiros sinais são desanimadores. Quando chamada a enfrentar os verdadeiros inimigos da liberdade, a civilização precisa de homens dispostos a invadir praias em nome de verdades maiores, não homens focados em encontrar suas "verdades interiores", muitas das quais sem contato com a realidade. Usar a mesma terminologia para descrever os dois fenômenos é trair a verdadeira coragem.

      Ben Shapiro é apresentador do "Ben Shapiro Show" e editor-chefe do DailyWire.com.

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