Fala Produtor
-
Paulo Mano Júara - MT 12/11/2009 23:00
-
Climaco Cézar de Souza Taguatinga - DF 12/11/2009 23:00
QUEM ACREDITA NOS CONTOS DE CAROCHINHA DA MONSANTO?
PORQUE A MONSANTO QUER, VELADAMENTE, ASSUMIR A ABRAMILHO?
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Rodrigo Almeida[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=57543
-
jose renato da silva Uberlândia - MG 12/11/2009 23:00
Boa tarde Sr. Hilario Casonato,
Os leilões de PEP e PEPRO e outros, são instrumentos inteligentes, elaborados por pessoas e orgãos competentes que buscam garantir preços mínimos aos produtores. Prova disto que para o estado do MT, é um intrumento interessante que o governador de seu estado Blairo Maggi, esteve em Brasília esta semana buscando recursos para novos leilões de PEP junto a SPA e Conab. Imagina o que seria preço de milho aí no MT hoje se não houvesse esse escoamento de 3.000.000 de toneladas dos ultimos PEP? Outro fator a ser considerado, é a liquidez do produto, pois os pagamentos são realizados antecipadamente a retirada do produto, isto significa risco zero de recebimento ao produtor.
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com José Maria dos Anjos[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=57493
-
Hilário Casonatto Lucas do Rio Verde - MT 12/11/2009 23:00
SR. JOSE, POR FAVOR RETIRE O MT DO SEU COMENTARIO, POIS TODOS OS NEGOCIOS ENVOLVENDO PEP PARA O MT FORAM DEVOLVIDOS PARTE DO VALOR..., PEP É UM SISTEMA FALIDO, REGIDO POR PESSOAS INCOMPETENTES QUE NÃO SABEM DA REALIDADE E FICAM DENTRO DE ESCRITORIOS RECEBENDO POLITICOS E PUXA-SACOS DE TRADING QUE FATURAM EM CIMA DOS INCOMPETENTES (MAPA E CONAB). O MAIOR INIMIGO DO PRODUTOR É O GOVERNO QUE NÃO CUMPRE O PREÇO MINIMO. NO PAPEL O PRODUTOR RECEBE R$ 13.20, MAS SÓ NO PAPEL... --
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com José Maria dos Anjos[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=57493
-
jose renato da silva Uberlândia - MG 12/11/2009 23:00
Boa tarde,
O questionamento do Sr. Telmo Heinen, deve ser avaliado com bastante critério. Este produtor que está tendo algum deságio, é melhor verificar se o seu produto está bem armazenado? local fácil acesso? Pois aqueles produtores que tem seus produtos bem armazenados e com fácil acesso, são os primeiros a serem procurados pelo adquirente de PEP para a venda de seus produtos. Além do que todo produtor recebe integral em suas contas o valor do preço mínimo de garantia e ainda assinam uma declaração de recebimento sem nenhum desconto, documentos exigidos pela Conab na comprovação para recebimento do prêmio. Outro detalhe é que ao contrário, quando o mercado sinaliza alta, estes produtores cobram o valor da diferença do preço mínimo para o preço de mercado praticado. Vejam que só nos últimos leilões de PEP de milho, foram escoadas mais de 3.000.000 tons. Imagina se não houvesse esse escoamento? que preço estaria hoje? Outro fator relevante de PEP, que o produtor tem recebimento antecipado.
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Telmo Heinen[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=57535
-
jose renato da silva Uberlândia - MG 12/11/2009 23:00
Quanto aos questionamentos de produtores do MT, GO, PR e MS de que estão sofrendo descontos nos leilões do PEP (deságio na venda de trigo e milho nos leilões da Conab), isto pode ser em alguma condição, pois o produtor receber na sua conta corrente o valor integral do preço mínimo de garantia e ainda assinam a declaração de recebimento sem quaisquer descontos, documentos exigidos pela Conab para a comprovação do escoamento para recebimento do prêmio por porte do adquirente. Vale lembrar que, em algumas situações, quando o mercado tem alguma ocilação para cima, os produtores exigem o pagamento da diferença do preço mínimo para o preço de mercado. Da mesma forma que pode acontecer com alguns que não depositam suas suas safras em armazéns e vendem em silos-bolsa e bags com algum desconto..., é também a mesma forma de agir daqueles podutores que depositam suas safras em locais adequados, produto de qualidade e que nada mais justo ser melhores remunerados.
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com José Maria dos Anjos[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=57493
-
Climaco Cézar de Souza Taguatinga - DF 12/11/2009 23:00
COMO SÃO FABRICADOS DESMATAMENTOS NA AMAZÔNIA (UM ABSURDO). Segundo depoimento neste site, na década de 70, o Brasil pagou US$ 20 milhões para uma empresa americana mapear toda a Amazônia e os seus minérios E O GOVERNO SABE DISTO (PROJETO RADAM). Todo o material foi processado nos laboratórios nos EUA, que depois enviou ao Brasil, os mapas geográficos, da vegetação e mineralógicos. Com os enganos constatados nos mapas do RADAM, que mostra floresta densa onde NUNCA existiu nada além de cerrados, lavrados e imensas clareiras naturais, fica desmascarada essa história freqüente de acusar o Brasil de ter desmatado lugares que a gente conhece bem, e sabe que não é e nem foi floresta de nenhuma espécie, em ocasião alguma. Como é feita a coisa? Muito simples: apresentam-se antigos mapas do RADAM e as atuais fotos de satélite. Como o satélite mostra campos naturais ou cerrados, e o mapa do RADAM mostra extensa área colorizada de verde (floresta densa), BERRAM acusando de desmates. E AGORA?
Comentário referente a notícia: [b]Governo institui operação Arco Verde para controle do desmatamento[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=57537
-
Dodson Martins de Lima Rondonópolis - MT 12/11/2009 23:00
Engraçado, às vezes fico pensando..., eu não tenho muito estudo, não sou doutor, não sou PHD em nada, mas sempre tive a visão que o clima muda naturalmente e vai continuar mudando sempre..., as geleiras vão derreter como já vem acontecendo há milhares de ano..., só os burros de nossos politicos que não vêem isso né? Presidente, ministro MMA..... Ontem mesmo vi uma noticia que os EUA vai ampliar a produção de Etanol deles, enquanto o Brasil vai diminur por causa da Burrocracia ou Burrologia dos governantes (zoneamento da cana). Veja o que diz o ex-reitor da Universidade de Brasilia (um fato lógico que os politicos não enxergam ou não querem por interesses):
Mudanças Climáticas foi o tema da palestra do ex-reitor da Universidade de Brasília, José Carlos de Almeida Azevedo, durante a qual ele teceu duras críticas ao Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que divulgou notícias alarmantes sobre o “efeito estufa”, mostrando ser uma ameaça à vida na terra motivada pelo aumento da concentração do CO² na atmosfera. “Qualquer ramo do conhecimento que pretenda ser científico e prever o futuro deve explicar o passado, o que não faz o IPCC”.
Azevedo afirmou que os geólogos têm registros de temperaturas e de níveis de carbono na terra ao longo de bilhões de anos que contradizem o IPCC: sempre houve variações no clima e na concentração de CO² antes da Era Industrial e não há correlação entre as variações da temperatura e as do CO², exceto quanto ao seguinte: a concentração de CO² sempre aumentou depois de a temperatura aumentar e há milhões de anos houve concentrações de CO² superiores à atual.
Piquenique - Segundo Azevedo, as mudanças climáticas são normais, sempre existiram e não há como alterá-las, pois envolvem quantidades fantásticas de energia, acompanham ciclos astronômicos e sofrem influência das radiações cósmicas. “Cinco vezes, mais de 70% de todas as espécies foram extintas e ressurgiram de novo, desde o aparecimento das primeiras formas de vida”. Para ele, o que existe nessas previsões e projeções climáticas são alarmes falsos, discursos, artigos ocos e manifestações de burocratas sem qualquer preparo científico. “Neste aspecto, Copenhague não vai passar de um festivo piquenique”.
Tudo o que ouvimos não passa te lorotas que querem impor aqui no Brasil!!!!
-
Telmo Heinen Formosa - GO 12/11/2009 23:00
Ô Blairo, está muito simples levar esta idéia adiante. Diga aos investidores para montarem fábricas de etanol no Mato Grosso já que pelo Zoneamento do Minc a Cana de Açúcar não pode mais ser plantada. Os americanos também fazem etanol porque o milho SOBRA e não por esporte como pensam o Lula e o Minc. Que mincada!, quer dizer, mancada.
Comentário referente a notícia: [b]Milho: Maggi pede mais ações para reduzir estoques[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=57511
-
Rodrigo Lampugnani Lucas do Rio Verde - MT 12/11/2009 23:00
Aviso aos Produtores da região de Mato Grosso. Saiu no site www.expressomt.com.br de Lucas do Rio Verde a informação de novos leilões de milho , fiquem atentos.
http://www.expressomt.com.br/noticia.asp?cod=46883&codDep=6
-
Sérgio Édison Sorriso - MT 12/11/2009 23:00
Sorriso (MT): Produtores de soja devem ficar atentos ao cenário internacional para efetuar fechamentos
Amália Fernandes - ClicHoje
Produtores de todo o Mato Grosso e principalmente, Sorriso, município referência na produção de grãos, nesta semana, estão na expectativa que promete ser decisiva para os preços da soja.
O cenário internacional pode manter as cotações em alta e os produtores brasileiros deverão ficar atentos e já começar a efetuar seus fechamentos.
De acordo com o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do MT (Aprosoja), Glauber Silveira, os dados levantados até o momento são de 3% de renda negativa.
Ele ainda adiantou que esteve em um encontro internacional, e que as projeções passadas foram de US$ 8 devido a irregularidade das chuvas nos EUA, e a seca na Argentina, podendo afetar em torno de 5 mil hectares.
Glauber explica que esses dois fatores podem ser preponderantes nos preços. “Em virtude desses dois cenários pode se inverter o mercado. Essa semana é muito decisiva em relação o que acontecerá no mercado internacional”, diz.
Nos EUA, as chuvas estão comprometendo a qualidade, afetando assim na exportação do produto. “Não será aquilo que se pregava, ou seja, uma super safra mundial. A tendência é que ela seja um pouco menor. O quanto menos nós não sabemos”, avalia Glauber.
O sojicultor mato-grossense precisa receber, pelo menos, US$ 10 elo bushell da oleaginosa e o câmbio estar acima de R$ 1,75 menos que esse valor, segundo Glauber, pode haver prejuízo.
“O custo da logística está muito alto. O frete é caro. Nós temos uma diferença de 200% em relações aos outros, em custo do frete. Isso vai depender da safra americana e dos hectares da Argentina, que talvez não se configure,” explica.
-
Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 11/11/2009 23:00
Muitas cooperativas do Paraná estão cobrando "propina" dos triticultores para vender o produto deles no leilão. O preço pago aos produtores fica ao redor de R$22,00 a saca para trigo superior e R$14,00 para trigo baixo padrão. Argumentam que tem que pagar taxas, armazenagem, expurgo, frete... Só falta tirar o treis-oitão da cinta e meter na nossa cara. Pedir para o agricultor denunciar é piada. Já denunciamos. Querem o que mais??? Gravação?? Camera escondida??? É só ligar para um entreposto de cooperativa aqui de Campo Mourão e perguntar quanto pagam pelo trigo do leilão.
Chega de palhaçada deste povo do MAPA.
-
joao ferreira de lacerda Maringá - PR 11/11/2009 23:00
Devemos parabenizar e apoiar o sistema de bolsa ecologia, pois se a preservação é para todos, não é justo que só os produtores (principalmente os pequenos) paguem essa conta. Alem do que isto estimulará que os pequenos (que não tem recurso para faze-lo) o faça direito..., e para os grandes que não cumprirem as normas, fiscalização é o melhor caminho.
Comentário referente a notícia: [b]`Bolsa Ecologia´ para produtor que preservar[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=57492
-
Walter Ferreira Lima Centenário do Sul - PR 11/11/2009 23:00
Ao conversar com um amigo agricultor o questionei sobre o que o motivava a plantar soja neste ano? Sua resposta foi que não tinha motivação nenhuma e que só plantava para tentar sair do endividamento, pois tinha conta no Banco do Brasil a ser paga e que se um dia conseguisse pagar, não plantaria mais nada, só capim.
Acho que meu amigo terá que continuar plantando por muitos anos, pois como saldará suas dividas com estes cenários:
1º Previsão do valor do dólar para o ano de 2.010 entre R$ 1,60 a R$ 1,75, quando comprou os insumos a um dólar de R$ 1,90. Teremos novo descasamento cambial.
2º Grande produção mundial de soja aumentando os estoques mundiais e diminuindo o preço no mercado internacional e excesso de milho no mercado interno, dificultando a renda da safrinha seguinte.
3º Um governo ausente que não tem a menor preocupação em equacionar o endividamento e estruturar uma política de renda para o setor agrícola.
Podemos incluir ainda o passivo trabalhista, ambiental, as depreciações das instalações e maquinários, as perdas do nosso pessoal qualificado que estão indo para outras atividades mais rentáveis, etc. etc. etc..............
Acorda governo, acorda líderes, a galinha dos ovos de ouro está se exaurindo, tudo tem limite.
Agricultor pequeno e médio faça as contas, acabou a sua renda, você esta se tornando ou já é um escravo, pois quem trabalha sem remuneração o que é? Que o diga os cafeicultores.
-
Sérgio Édison Sorriso - MT 11/11/2009 23:00
As sucessivas mudanças na legislação ambiental brasileira estão inviabilizando o agronegócio em Mato Grosso. Atualmente são mais de 16 mil itens em vigor e outros 170 projetos estão em análise na Câmara Federal para serem incorporados à nova lei ambiental nacional, em tramitação na Casa. Medidas provisórias, decretos e outras modificações em vigor são impossíveis de serem cumpridas pelo setor no Estado, onde existem cerca de 100 mil propriedades rurais e apenas 1,862 mil são georreferenciadas.
Para o empresário de Sorriso (MT), Paulo Freitas, o Paulo da Agroverde, os principais motivos para a irregularidade das propriedades mato-grossenses são as constantes modificações acrescentadas à lei ambiental, e que paralelo a isso, os órgãos responsáveis não foram preparados para atender a demanda. “Uma das consequências é a restrição do produtor rural ao crédito oficial, além de outras sanções impostas pela norma, que vão desde multa, apreensão de produtos a embargo das propriedades”, lamenta.
Segundo ele, o governo federal precisa entender que as pessoas que vivem na região amazônica, como é o caso de Sorriso, Nova Ubiratã, Sinop e outros municípios do Norte de Mato Grosso, vieram do Sul incentivadas por programas federais. “Há 30 anos, os fiscais do Incra [Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária] vinham aqui verificar se estávamos atendendo as exigências da época, que era desmatar para produzir alimentos”, lembra Paulo da Agroverde. “E, hoje, esse mesmo governo envia policiais federais armados com pistolas e metralhadores e que ameaçam nossas famílias simplesmente porque estamos justamente seguindo as exigências do governo federal, que é produzir os alimentos necessários para a humanidade e que representam quase 50% da nossa balança comercial”, lamenta.
Conforme o empresário, tudo o que se produz ao longo da BR-163 é necessário em alguma parte do Brasil ou do mundo. Ele avalia que Mato Grosso não deveria sofrer a pressão que vem sofrendo, já que os números mostram que o Estado vem reduzindo drasticamente os níveis de desmatamento. “Temos tido um ganho substancial nessa questão de 2005 para cá, quando tivemos redução de mais de 70% no desmatamento. O ministro [do Meio Ambiente] Carlos Mink não conhece as causas dos problemas amazônicos nem ações que os setores produtivos de Mato Grosso têm feito para minorar esse problema”, aponta o empresário de Sorriso.
Paulo da Agroverde entende que Mink simplesmente não faz questão de reconhecer a importância do produtor rural de Mato Grosso para a economia do Brasil. “Simplesmente, demonstra que nós não somos mais necessários, que o setor produtivo pode ser excluído, que as suas economias e a dos municípios do Norte de Mato Grosso podem quebrar e que o dinheiro dos impostos da produção agrícola não é importante para o País".
Paulo da Agroverde explica que o agronegócio tem a necessidade de ocupação do espaço, e que não se produz alimentos sem que os biomas sejam alterados, desde as grandes propriedades até a agricultura familiar. “É um verdadeiro absurdo que pessoas vestidas com coletes da Polícia Federal e armadas com fuzis e metralhadoras ameacem os nossos produtores, pecuaristas e madeireiros e venham nos dizer o que é certo ou errado”, critica. “A função da Polícia Federal é investigar e prender traficantes e políticos corruptos, e não trabalhadores que garantem o sustento e a balanço comercial brasileira”, acrescenta.
A situação do produtor rural ficou mais complicada com a edição da Medida Provisória 2166/2000, que alterou o Código Florestal Brasileiro, e que dispõe sobre o percentual de reserva legal na propriedade. No cerrado onde a reserva ocupava 20% da área, com a MP passou para 35%. E na Amazônia, onde era 50% passou para 80% de preservação. “Dessa forma, muitos produtores passaram à irregularidade e desde então vêm tentando se regularizar, mas o processo é bastante moroso por culpa do próprio governo federal e sua burocracia. Para regularizar a terra o produtor precisa da certificação de georreferenciamento do Incra e tem de entrar com pedidos que tramitam em órgãos diferentes e que são morosos. Com isso ele fica anos esperando e as penalidades acabam acontecendo", aponta Paulo.
O empresário teme que a produção agropecuária na parte amazônica de Mato Grosso fique engessada pelas leis ambientais. Paulo da Agroverde afirma que existem condições que permitem aumentar a produtividade sem abrir novas áreas, que são poucas. Lembra ainda que apenas 6% do território do Estado é ocupado por grãos, e que outros 64% estão preservados. “Os agricultores já estão conscientes da importância de se preservar o ambiente. Mas a preocupação com as Áreas de Proteção Permanente [APPs] e com o meio ambiente não devem ser restritas aos produtores rurais, mas sim a toda a sociedade, seja ela fixada no campo ou na cidade”, finaliza.
Parabéns, parabéns a todos os pecuaristas de alta Floresta e Colider. Voces estão fazendo aquilo que todos gostariam de fazer, pressão em cima dessas empresas caloteiras travestidas de industria frigorifica (frig.quatro marcos).....Isso ai é caso de Policia Federal e Ministerio publico... todos sabemos aqui no Mato Grosso que o frig. Quatro Marcos tem condições financeiras para quitar suas dívidas com os pecuaristas. Lá bem pertinho de onde vao bloquear o Friboi existe - públicamente e explicítamente - milhares e milhares de bois dessa empresa (Quatro Marcos).... O Friboi tem sim sua parcela de culpa, poderia muito bem ter entrado pela porta da frente aqui no norte de MT, propondo um acordo com os pecuaristas, já que adiantaram, no caso da planta alugada aqui em Juara, R$ 7.200.000,00 para a empresa Quatro Marcos e mais um aluguel de R$ 125.000,00 mensais (nossa dívida aqui é R$ 1.500.000,00)... Por que não direcionaram esse dinheiro para pagar fornecedores..... Sabem porquê?? porque o friboi sabe muito bem pela história dos anos que os pecuaristas sempre esquecem os caloteiros, sempre são os últimos a receber, e na maioria das vezes nunca mais recebem seus bois. Por isso, pecuaristas, cuidado!!! essa grande empresa mundial cartelizou o mercado do boi aqui no norte e em todo país. Temos que lutar contra esse dominio e contra os caloteiros (quatro marcos, independencia, arantes, estrela ,etc) por isso, vcs pecuaristas de Colider e Alta Floresta estão de PARABÉNS MESMO...Somos aqui em Júara só 7 pecuarista credores do Quatro Marcos, mas com certeza todos os pecuaristas da regiao apoiam vcs e se solidarizam com a atitudes de vcs...um abraço. Paulo Mano, Juara.