Fala Produtor

  • Wilson Costa Rodrigues Urubic - SC 10/05/2009 00:00

    Aos cuidados da meteorologista Desireé - Cara Desire, é uma pena me lembrar de contactá-lo quando estamos passando por grandes dificuldades climáticas, pois a última vez que lhe enviei um email enfrentavamos muita chuva (600 mm em 60 dias), e agora o problema é o inverso (como você previu). Não temos chuvas importantes há mais de 60 dias, e as pastagens estão secando, as nossas águas diminuiram muito e não conseguimos semear as pastagens de inverno por falta de umidade. Em dezembro você previu que nós, da " Serra Catarinense", teriamos uma estiagem grande, o que esta se confirmando com um certo atraso, pois janeiro ainda choveu com regularidade, mas agora está realmente muito seco.

    Desireé, quando normalizará a chuva aqui em Urubici SC e na Serra Catarinense???, e como será o nosso inverno, que normalmente é rigoroso, e já estamos com dificuldades no outono, teremos umidade suficiente para semearmos as pastagens de inverno?.

    Sem mais, gostaria de agradecer por todas as informações fornecidas até o momento, um grande abraço.

    ATT. Wilson Costa Rodrigues

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  • Antonio de Pádua Coutinho Ferreira Monte Carmelo - MG 10/05/2009 00:00

    João Batista, o Engenheiro Agrônomo Armando Matielli deu uma verdadeira aula sobre o momento atual que vive a cafeicultura brasileira, em seu artigo “Retorno a Escravidão” publicado neste site. É realmente impressionante o seu conhecimento sobre a matéria. Os cafeicultores deste nosso Brasil tem que ter o maior orgulho em contar com o conhecimento e a experiência deste Professor que tanto contribui como produtor e crítico dos problemas que afetam o agronegócio café. Realmente é vergonhoso o nosso produtor entregar sua saca de café para os mercados internacionais a um preço tão irrisório, principalmente quando se constata que a cafeterias americanas e européias remunera o produtor brasileiro com apenas 0,3% dos seus custos com a aquisição da matéria-prima café. Eu fico impressionado por ainda existirem brasileiros que ainda vem contestar o Engenheiro Matielli, quando na verdade deveriam ter orgulho de tanta contribuição que ele dá ao agronegócio brasileiro. Apesar de estarmos em uma democracia, onde todos exprimem o seu pensamento livremente, é preciso que se tenha bom senso e responsabilidade ao se criticar um artigo tão bem elaborado pelo Professor Matielli. Aliás, não só o mercado quer tirar proveito do cafeicultor brasileiro como também o nosso próprio governo, porque definir como preço mínimo o valor de R$ 261,69 não é uma atitude responsável. No caso da transformação da dívida do cafeicultor em café para pagamento ao governo em 20 anos, sendo a entrega de 5% ao ano, o governo acaba recebendo muito mais café com o preço de R$261,69.

    Na busca por medidas que realmente remunere o cafeicultor, o nosso governo, além de omisso, realiza ações muito tímidas, seja por definir um preço mínimo muito baixo, seja pela realização de leilões de opções públicas de apenas 3 milhões de sacas, quando na verdade deveria ser de no mínimo 5 milhões de sacas e com entrega total no ano em curso. É evidente que estas medidas tímidas sempre ajudam, mas apenas amenizam e não resolvem o problema.

    Outro grave problema que afeta a cafeicultura é esta política cambial perversa que tanto tem empobrecido a cafeicultura brasileira. Quando a cotação melhora no mercado e o real se desvaloriza frente ao dólar, acontece o que você fala com muita propriedade em seu programa: “se ganha na tampa e se perde no suspiro” , e isto é uma constante, razão pela qual julgamos que o nosso governo tem a obrigação de implantar políticas que realmente remunere o nosso produtor.

    A agricultura brasileira deve muito a você, João Batista, porque é impressionante a garra e a determinação de como defende com tanto entusiamo esta atividade que tanto contribui para o desenvolvimento deste nosso País.

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  • THEREZINHA LIMA Alta Floresta - MT 09/05/2009 00:00

    O governo quer prejudicar a pecuária, quebrar os frigoríficos, prejudicar os pecuaristas. Quer que nós desanimemos e abandonemos o norte do Mato Grosso para tudo virar floresta... assim essa parte do Brasil será comprada pelos estrangeiros..., Mas os pecuaristas não vão se entregar, eles não gostam de picaretagem.

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  • THEREZINHA LIMA Alta Floresta - MT 09/05/2009 00:00

    João Batista, tem gente achando que o governo está dando dinheiro para os frigoríficos em Recuperação Judicial. Gostaria que o senhor explicasse que isso não é verdade. S eEsse é o objetivo do governo, mais uma vez, ele quer levar fama sem fazer nada.

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  • Ronan B. Guimarâes Guarantã do Norte - MT 09/05/2009 00:00

    Eu acabei de ver uma reportagem mostrando o ministro Minc participando da marcha da maconha..., eu gostaria de saber se por acaso ele consiga a liberação da maconha, os produtores rurais vão poder reflorestar as suas terras platando maconha? Ou será que isso já é um projeto dele?

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  • Jânia Kátia Barbon Grando São Miguel do Iguaçu - PR 09/05/2009 00:00

    Quero tornar público o descaso com o produtor lindeiro ao Parque Nacional do Iguaçu-Paraná por parte do Ibama, que não convidou esses produtores para discutir o plano de manejo do Parque. Dentre muitos enpecilhos ambientais obriga a não plantar trangênicos a 10 Km do Parque. É um retrocesso..., estão dando mais valor aos animais do que ao ser humano.

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  • ABRASGRÃOS - Assoc. Brasileira de Produtores de Grãos Formosa - GO 09/05/2009 00:00

    Bando de desunidos... Observando as mensagens e os comentários nas noticias, confirma-se mais uma vez o quanto somos divergentes em nossas opiniões. Acontece de tudo, MENOS escassez de qualquer coisa na prateleias do supermercado. O Governo só entende esta linguagem.

    Temos dois caminhos para resolver nossos problemas. BERRAR para ser atendido politicamente ou REGULAR a oferta de alimentos, silenciosamente...

    O resto são chorumelas inúteis.

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  • Antonio de Souza Silva Quarai - RS 08/05/2009 00:00

    Aqui em Ivinhema, Mato Grosso do Sul, está chovendo....

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  • Idemar Henrique Tozatti Erechim - RS 08/05/2009 00:00

    Caso queiram saber o que acontece nas decisões deste mundo globalizado e manipulado por poucas pessoas, recomendo que leiam o livro "A verdadeira História do Clube Bilderberg", de autoria do jornalista e especialista em comunicação DANIEL ESTULIM. Com certeza as conclusões serão espantosas ao saber em que maõs nós estamos.

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  • Hellio Divino Silva Aparecida do Rio Doce - GO 08/05/2009 00:00

    João Batista, ontem assisti à entrevista que o sr. fez com um representante do setor leiteiro e gostaria de dizer que este é um Pais onde o produtor paga para trabalhar... quem planta tem sua terras tomadas, hora pelos banco, hora pelo governo... sou pequeno produtor, vivo do meu trabalho, e fico revoltado com a situação em que vivemos aqui na roça.

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  • Sind. dos Produtores Rurais de Boa Esperança e Campo do Meio Boa Esperança - MG 08/05/2009 00:00

    Professor Climaco, ainda bem que temos cafeicultores com visão de marketing e conhecedor de cálculos como o Matielli, que possui um curriculum de alto nível, que além da formação acadêmica em agronomia e com MBA na FGV, foi diretor de marketing de uma grande multinacional onde trabalhou por quase 03 décadas. Conheço-o à muitos anos e ele é um guerreiro como a gente.

    Quanto aos cálculos, ele foi claro em dizer que poderão ser feitos de diversos modos mas,o mais intrigantes é que o produtor ,no caso exposto,está ficando somente com 0,3% da cadeia do café.o sr não acha muito pouco? 0,3% bruto para pagar todas as despesas que ele citou e ainda sabemos que poderemos agregar outras despesas na relação citada!!! Quando o senhor fala de 10 a 20% seria ma maravilha, mas 0,3% é infinitamente inferior aos seus 10 a 20%. Sabemos que o Matielli coloca esses exemplos justamente para chamar a nossa atenção. O exemplo é verdadeiro e claro. Sabemos que diversos organismos internacionais estão chamando a atenção do crime econômico contra os cafeicultores.

    A Oxfam cita que na média o agronegócio café está ao redor de 80--90 bilhões de US$ e os países produtores estão ficando com 12 a 15% do bruto.um absurdo.nas décadas anteriores esses parâmetros eram de 25 até 35%.cada vez mais aumenta a escravidão.precisamos de gente como o Matielli que sabe fazer cálculos e tem visão de mercado.abaixo a escravidão.chega., e ainda por cima os políticos e os cargos de tetas do governo que são uns ignorante e anti-patriotas,que possivelmente estão defendendo interesses pessoais e escusos.vamos continuar na briga. Ao Matielli peço que continue brigando e nos ajudando a abrir o caminho para uma vida digna.

    Referente ao artigo do armando Matielli retorno a escravidão.

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  • Nelson Luquiari Piratininga - SP 08/05/2009 00:00

    A gripe suína e a mentira dos homens -

    Não me causa nenhuma indignação o artigo do Sr. Santayana. Os grandes grupos econômicos mundiais fazem do planeta a sua latrina e de seus habitantes suas vítimas sem que ninguém tome providências. Em meu município, por exemplo, está predominando o plantio de eucaliptos e laranja. Até o momento não

    conheço nenhum órgão municipal, estadual ou federal que acompanhe (se existe deveria ser dado conhecimento à população). Dessa forma não sabemos se os herbicidas, fertilizantes e outros "venenos" utilizados a "emporcalhar" nosso lençol freático e a contaminar nossas abelhas estão de acôrdo com a legislação, bem como se as distâncias de nascentes de água e riachos estão respeitadas, se a área plantada está em conformidade com a área total do imóvel, etc. Assim, vamos assistindo à destruição do planeta, pois afinal "água mole em pedra dura tanto bate até que fura".

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  • Carlos Novaes São Joaquim da Barra - SP 08/05/2009 00:00

    João Batista, pediria que vc. desse mais atenção à esperteza do uso da RECUPERAÇÃO JUDICIAL pelas empresas que estão ultilizando esta medida legal para fazer caixa à custa do produtor. Um exemplo é a SantelisaVale que não paga os produtores há 6 meses, sem dar nenhuma satisfação... aqui todos estão com medo da recuperação judicial, que parece vai ser usada.

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  • Edson Martins Jorden Assis Chateaubriand - PR 08/05/2009 00:00

    TRIGO OU BANANA...... Foi-se o tempo em que dizer que um produto bareato tinha preço de banana. Hoje podemos dizer que é a preço de TRIGO, pois o trigo está valendo 0.40 centavos por quilo e a banana R$ 1.65. Claro que é uma comparaçao para chamar atenção das pessoa verem o que realmente esta acontecendo com a triticultura tambem. Pois em plena época de plantio as empresas e Cooperativas baixaram o trigo 2,00 reais por saco, que já é de um preço miserável de 29,00. João Batista, realmente eu passo a acreditar que realmente o seu Lawrence Pih, presidente do Moinho Pacífico, está conseguindo seu objetivo que é de desistimular o Trigo Nacional. Importando trigo de outros paises e por consequencia ajudando os produtores tambem destes paises, enquanto nos enfiam num abismo cada vez maior. Isto um dia vai ter um preço a ser pago pela sociedade e com certeza este preço sera alto demais. E nós plantadores de trigo estaremos enterrados... ainda mais enterrados em bancos e cooperativas.

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